Faze o que tu queres há de ser o todo da Lei
deldebbio | 22 de junho de 2009
O dicionário Webster classifica religião como “o serviço e veneração a Deus ou ao sobrenatural; um conjunto de leis ou um sistema institucionalizado de atitudes religiosas, crenças e práticas; a causa, princípio ou sistema de crenças efetuada com ardor e fé”. Ele também coloca a palavra Ritual como sendo “uma forma estabelecida de cerimônia; um ato ou ação cerimonial; qualquer ato formal ou costumeiro realizado de maneira seqüencial”.
Porém, nenhum dicionário vai conseguir dar a vocês a verdadeira definição de Magia. Magia é um processo deliberado no qual eventos do desejo do Mago acontecem sem nenhuma explicação visível ou racional. Os católicos/evangélicos chamam estes eventos de Milagres quando são produzidos por eles e de “coisas do demônio” quando são produzidos por outras pessoas. As religiões ortodoxas acabaram presas em uma armadilha que elas mesmas criaram a respeito dos rituais e da magia. Embora a Igreja Católica (e as Evangélicas por extensão, com seus óleos sagrados, águas do rio Jordão e círculos de 318 pastores) use e abuse de rituais de magia baixa em seus cultos, o mero comentário que seus fiéis estejam usando rituais de magia pode te arrumar confusão.
Então… como os magos definem magia? Um Ritual de Magia é apenas e tão somente a canalização de energias de outros planos de existência, através de pensamentos, gestos, ações e vocalizações específicas, em uma forma manifestada no Plano Físico. O nome que se dá a isso é Weaving (tecer), de onde se originam as palavras Witch (bruxa) e Wiccan (bruxo). Não confundir com a baboseira new age que se difundiu no Brasil e que chamam de “wicca” por aí. Estou falando de coisas sérias.
A idéia por trás da magia é contatar diversas Egrégoras (chamadas de Deuses ou Deusas) que existem em uma dimensão não material. Os magos trabalham deliberadamente estas energias porque as Egrégoras adicionam um poder enorme ao Mago para a manifestação de sua vontade (Thelema, em grego).

O primeiro propósito de um ritual é criar uma mudança, e é muito difícil realizá-las apenas com a combinação dos arquétipos e de nossa vontade solitária. Para isto, precisamos da assistência destas “piscinas de energia” que chamamos de Divindades.
Tudo o que é usado durante a ritualística é um símbolo para uma energia que existe em outro plano. O que define se o contato irá funcionar ou não depende do conhecimento que o Mago possui destas representações simbólicas usadas no Plano Material. O estudo e meditação a respeito da simbologia envolvida nas ritualísticas é vital para o treinamento de um mago dentro do ocultismo.
Para conseguir trazer estas energias das Egrégoras para o Plano Físico, os magos precisam preparar um circuito de comunicação adequado, de maneira a permitir o fluxo destas energias. Isto é feito através da ritualística, do uso de símbolos, da visualização e da meditação.
Para manter este poder fluindo em direção a um objetivo, é necessário criar um Círculo de Proteção ao redor da oficina de trabalho. Este circuito providencia uma área energética neutra que não permitirá que a energia trabalhada escoa ou se dissipe. Este círculo pode ser imaginário, traçado, riscado ou até mesmo representado por cordas (como a famosa “corda de 81 nós” usadas nas irmandades de pedreiros livres na Idade Média).
O círculo de proteção também pode ser usado para limpar um ambiente, para afastar energias negativas ou entidades astrais indesejadas.

Para direcionar este controle e poder, o mago utiliza-se de certas ferramentas de operação, para auxiliar simbolicamente seu subconsciente a guiar os trabalhos no plano mental e espiritual. É por esta razão que a maioria das escolas herméticas utiliza-se dos mesmos instrumentos, como taças, moedas, espadas, adagas, incensos, caldeirões, ervas e velas. O uso de robes e roupas consagradas especialmente para estas cerimônias também é necessário para influenciar e preparar a canalização das energias destas egrégoras.
Para contatar corretamente cada egrégora, o Mago necessita da maior quantidade possível de símbolos para identificar e representar corretamente a divindade, poder ou arquétipo que deseja. Apenas despertando sua mente subconsciente o Mago conseguirá algum resultado prático em seus experimentos. E como o subconsciente conversa apenas através de símbolos, somente símbolos podem atrair sua atenção e fazer com que funcionem adequadamente.
Podemos fazer uma analogia destas egrégoras como sendo cofres protegendo vastas somas de recursos, cujas portas só podem ser abertas pela chave correta. Rezas, orações, práticas mágicas e venerações “carregam” estes cofres e rituais específicos “abrem” estes cofres. Cada desenho, imagem, vela, cor, incenso, plantas, pedras, símbolo, gestos, movimentos e vocalização adicionam “dentes” para esta chave, como um verdadeiro chaveiro astral (qualquer semelhança com o Keymaker do filme Matrix NÃO é mera coincidência). De posse da simbologia correta do ritual e da realização precisa de cada passo da ritualística, o Mago é capaz “girar a chave”, contatar a egrégora e acessar estes recursos.
Ao final do ritual, estes deuses ou formas arquetipais são liberados para que possam manifestar o desejo para qual foram chamados durante o ritual e também permite que o Mago volte a funcionar no mundo normal. Manter os canais de conexão com os poderes ativos após o ritual ter sido completado tornaria impossível para uma pessoa viver uma vida normal.
Os magos enxergam o universo como um organismo infinito no qual a humanidade o moldou à sua imagem. Tudo dentro do universo, incluindo o próprio universo, é chamado de Deus (Keter). Por causa desta interação e interpenetração de energias, os iniciados podem estender sua vontade e influenciar o universo à sua volta.
Para conseguir fazer isto, o iniciado precisa encontrar seu próprio Deus interior (chamado pelos orientais de atmã e pelos ocidentais de EU SOU, ou seja, o seu verdadeiro EU). Este é o verdadeiro significado da “Grande Obra” para a qual nós, alquimistas, nos dedicamos. Tornar-se um mestre da Grande Obra pode demorar uma vida inteira, ou algumas vidas.

A magia ritualística abre as portas para sua mente criativa e para o seu subconsciente. Para conseguir realizar apropriadamente os rituais de magia, o magista precisa desligar o seu lado esquerdo do cérebro (chamado mente objetiva ou consciente, que lida com o que os limitados céticos chamam de realidade) e trabalhar com o lado direito (ou criativo) do cérebro. Isto pode ser conseguido através de meditação, visualização e outras práticas religiosas ou ocultistas para despertar.
O lado esquerdo do cérebro normalmente nos domina. Ele está conectado com a mente objetiva e lida apenas com o mundo material denso (chamado de Malkuth pelos cabalistas). É o lado do cérebro que lida com lógica, matemática e outras funções similares e também o lado do cérebro responsável pela culpa e por criticar tudo o que fazemos ou pretendemos fazer. Na Kabbalah chamamos este estado de consciência de Hod.
O lado criativo do cérebro pertence ao que chamam de “imaginação”. É artístico, visualizador, criativo e capaz de inventar e criar apenas através de uma fagulha de pensamento. Com o desequilíbrio entre as energias da Razão e da Emoção, o indivíduo pode pender tanto para o lado “cético-ateu” quanto para o lado “fanático religioso”. Os verdadeiros ocultistas são aqueles que dominam ambas as partes de sua consciência.
Uma das primeiras coisas que alguém que pretende enveredar por este caminho precisa fazer é aprender a eliminar qualquer sensação de falha, insatisfação ou crença materialista no chamado “mundo real”. Esta é a esfera do gado e dos rebanhos.
Diariamente, todos nós somos bombardeados com estas mensagens negativas na forma de “essas coisas não existem”, “imaginação é faz-de-conta”, “só acredito no que posso tocar”, “magia é coisa de filme”” e outras baboseiras, condicionando o gado desde pequeno a se comportar desta maneira. Esta é a razão pela qual amigos e companheiros devem ser escolhidos cuidadosamente, não importa a idade que você tenha. Diga-me com quem andas e te direi quem és.
Idéias a respeito de limitações ou falhas devem ser mantidas no nível mínimo e, se possível, eliminadas completamente. Para isto, existem certas técnicas de meditação que ensinarei nas colunas futuras.
Desligando o lado esquerdo
Durante um ritual, o lado esquerdo do cérebro é enganado para sua falsa sensação de domínio pelos cantos, gestos, ferramentas, velas e movimentações. Ele acredita que nada ilógico está acontecendo ou envolvido e se torna tão envolvido no processo que esquece de “fiscalizar” o lado direito. Ao mesmo tempo, as ferramentas se tornam os símbolos nas quais nosso lado direito trabalhará.

Existem diversas maneiras de se treinar para “desligar” a mente objetiva durante uma prática mágica. Os mais simples são a meditação, contemplação, rezas e mantras, mas também podemos usar a dança, exercícios físicos até a beira da exaustão, atividades sexuais e orgasmos, rodopios, daydreaming, drogas alucinógenas ou até mesmo bebedeira até o estado de semi-inconsciência. O exercício da Vela que eu passei em uma das primeiras matérias é um ótimo exercício para treinar este desligamento da mente objetiva.
Emoções
O lado esquerdo do cérebro não gosta de emoções (repare que a maioria dos fanáticos céticos parecem robozinhos, ao passo que os fanáticos religiosos parecem alucinados), pois emoção não é lógica. Mas as emoções são de vital importância na realização dos rituais. A menos que você esteja REALMENTE envolvido de maneira emocional e queira atingir os resultados, eu recomendo que você feche este browser e vá procurar uma página com mulheres peladas, porque não vai atingir nenhum resultado prático na magia. Emoções descontroladas também não possuem lugar na verdadeira magia, mas emoções controladas são VITAIS para a realização correta de rituais. O segredo é soltar estas emoções ao final da cerimônia (eu falarei sobre isso mais para a frente).
O primeiro passo para realizar magias é acreditar que você pode fazer as coisas mudarem e acontecerem. A maioria do gado do planeta está tão tolhido de imaginação e visualização que não é capaz nem de dar este primeiro passo, pois acreditam que “estas coisas não existem”. Enquanto você não conseguir quebrar a programação que as otoridades colocaram em você desde criança, as manifestações demorarão muito tempo para acontecer.
É o paradoxo do “eu não acredito que aconteça, então não acontece”.
Para começar a fazer as mudanças que você precisa, é necessário matar hábitos negativos. Falarei sobre a Estrela Setenária e os Sete defeitos capitais da alquimia (ou “sete pecados” da Igreja) mais para a frente. Conforme você for mudando seus hábitos, descobrirá que você gostará mais de você mesmo e os resultados mágicos começarão a fluir.
Esta é a origem dos famosos “livros de auto-ajuda” que nada mais são do que a aplicação destes princípios místicos travestidos de explicações científicas. O livro “O segredo” nada mais é do que uma compilação de ensinamentos iniciáticos desde o Antigo Egito. Ele não funciona para a maioria dos profanos simplesmente porque o gado não possui a disciplina mental, a imaginação e a vontade (Thelema) para executar o que deve ser executado.

O Bem e o Mal
Algumas Escolas iniciáticas, religiões judaico-cristãs e filosofias de botequim irão te dizer que realizar magias para você mesmo é egoísta e “magia negra”. Esqueça estas besteiras… se você não é capaz de operar e manifestar para você mesmo, você nunca conseguirá manifestar nada para os outros.
Não existe “magia branca” ou “magia negra”. O que existe é a INTENÇÃO. A magia é uma ferramenta, como um martelo. Você pode usá-lo para construir uma casa ou para abrir a cabeça de um inocente a pancadas. Quando Aleister Crowley disse “Faze o que tu queres há de ser o todo da Lei”, ele disse isso para iniciados que já tinham total noção do que deviam ou não fazer dentro da Grande Arte, não para um zé mané iniciante. Cansei de ver misticóides do orkut interpretando esta frase como sendo “vou fazer o que minhas paixões de gado me dizem para fazer”, usando as palavras do grande Crowley para justificar suas imbecilidades.
O Karma é uma Lei Imutável. Assim como a Lei da Gravidade, a Lei do Karma não dá a mínima se você acredita nela ou não, ela simplesmente existe: você sofrerá suas ações. Ponto final.
Por esta razão, é essencial pensar nisso quando se fala em magia. Normalmente, utilizar este tipo de conhecimento para causar o mal gratuito não vale o preço kármico a se pagar depois. Simples assim.
Willpower, baby
A força de vontade humana é uma força real e muito poderosa. Ela é possível de ser disciplinada e produzir o que a uma primeira vista parecem resultados sobrenaturais. A força de vontade é direcionada pela imaginação, que é o domínio do lado direito do cérebro. O universo não é aleatório. “Tudo o que está em cima é igual ao que está embaixo”. Ele é constituído de padrões e conexões, como um fractal multidimensional de ações. Através das correspondências, do conhecimento dos padrões e da força de vontade, você será capaz de utilizar as forças arquetipais para seus próprios propósitos, sejam eles bons ou malignos.
Os deuses, demônios, devas, elementais, anjos enochianos, djinns, exús, emanações divinas, qlipoths e entidades astrais são amorais. O poder simplesmente está lá. COMO você vai utilizá-lo é que se torna responsabilidade dos magos. Tanto a magia branca quanto a magia negra trazem resultados, mas no final das contas, todos teremos de nos acertar com a Balança de Anúbis e os preços devem ser pagos. Infelizmente, a maioria das pessoas tem esta idéia errada de que Karma significa “punição” ou “recompensa”. Isto vem de um sincretismo com as religiões judaico-cristãs. Karma significa apenas que cada ação traz uma reação de igual força. E que as pessoas são responsáveis por aquilo que fazem.

A simbologia dos deuses per se são apenas estímulos para serem usados pela humanidade como catalisadores para uma elevação da consciência e a melhoria do ambiente ao redor do mago. Os rituais, em seu senso mais puro, lidam com transformações no mundo. O conhecimento destas ações é o motivo pela qual as Ordens (a maioria delas) trabalha em ações globais além das ações locais. E esta também é a razão pela qual as otoridades tanto temem e perseguem os magos, bruxos e membros de ordens secretas. Eles não querem que o status quo se modifique, pois perderiam todo o poder e o controle sobre o rebanho que possuem.
Carl Jung disse que experiências espirituais são diferentes de experiências pessoais, sendo que a segunda estaria em um nível mais elevado. Isto acontece porque normalmente nem todos em um grupo possuem a concentração ou a dedicação necessária para elevar todo o grupo ao mesmo patamar de consciência (uma corrente é tão forte quanto o mais fraco de seus elos). ESTA é a razão pela qual as ordens secretas (especialmente as invisíveis, já que as discretas já estão sendo contaminadas faz um tempo pelo gado de avental) escolhem com tanto cuidado seus membros.
Muita gente choraminga a respeito do porque as Ordens Iniciáticas serem tão fechadas, e do porquê este conhecimento ficar preso nas mãos de poucas pessoas, mas a verdade é que pessoas perturbadas ou cujo grau de consciência não esteja no mesmo nível do grupo acabarão agindo como sifões de energia ou criarão caos suficiente para estragar a egrégora das oficinas.
Meditação
O conceito de participar de um ritual ou entrar em um templo sagrado (seja ele um círculo de pedra, uma pirâmide ou uma igreja católica) é o de atingir um estado de consciência conhecido na Índia como “a outra mente”. Durante um ritual, todos os participantes são ao mesmo tempo atores e platéia, ativando áreas da mente que não são usadas durante o dia-a-dia. Através deste jogo, conseguimos libertar nossas mentes e espíritos destes grilhões e alcançar que está além.
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@VIIII “Conheço ateus que são muito prestativos e têm empatia com os outros; posso estar errado, mas acho que isso tem muito mais a ver com quem a pessoa é na Terra como um todo do que apenas um ponto das suas crenças.”
Certamente, a questão é que o mecanismo explicado pelo MDD é bem diferente da ameaça covarde alicerçada na mitologia do inferno e da danação eterna. Como o próprio MDD disse, devem existir grupos do outro lado ajudem essas pessoas. Mais: considerando que o ateu tenha sido uma pessoa prestativa quando viva, certamente o equilíbrio cármico vai “pavimentar” o caminho para esses grupos.
Isso me lembra um caso interessante em um exercício de visualização a partir dos chackras. A pessoa se concentrava em cada chackra e tomava nota da primeira imagem que lhe vinha a mente. Uma garota atéia viu no se sétimo chackra um céu nublado. Acredito que esse seja um indicativo interessante para a dinâmica energética do corpo etérico de um cético atéu. O sétimo chacra, relativo a espiritualidade, teria suas trocas energéticas com o ambiente prejudicadas.
É notável a sua disposição ao conhecimento paralelo(cognus mistis) quanto a diferenciar-se no tradicionalismo mundano e administrativo humano, entretanto, há conspirações e verdades que se integram ao absoluto que não é mencionado em nenhum artigo até agora. Congratulo a organização e os artigos a nível informativo e influente. São bons para ler e saber como os dados místicos condensados e modernizados estão se distribuindo. A idéia “do que eles querem” é exatamente esta: Ofuscar a mera realidade e distanciar a humanidade ainda mais do ponto inicial, onde tudo era mais claro. O dicionário webster é mais um ponto pseudocultural de generalizar sentidos, abreviar ou estendê-los, já que o significado original das definições estão se extinguindo e giram em torno do homem “que quer saber”. Claro que o artigo tem sua honra como crítica construtiva e explanação de outros saberes, mas há o homem que também domina as informações em um contraponto neocultural para unificar os sentidos. Aquele que faz isso pode desviar o ponto original dos significados, elavando seu reconhecimento em gerações futuras. “A nível de babilônia, o salário pelos seus secretários é a desconfiança sobre para quem trabalham e a nível de teourgia é galardão mortífero em grau absoluto tais redundâncias para quem as promove, pois o verdadeiro poder não os encostaram”
Javshenu el’horam awéh shaitan’el gehennah rabah…… Obrigado!
Frater… não concordo muito com as teorias de marcelo ramos mota, ele diz se eu fizer uma magia de cura ou porsperidade, seria baixa magia. Eu com uma ciência dessa ñ concordo com ele, mas claro que tem que ter ética e respeito com as leis hermeticas, vc concorda? sobre o livro ataque e defesa astral acho que devemos absover só as defesas contra o astral, magia práticas o resto é só suas teorias.
Marcelo, quando tu diz que os Deuses são egrégoras, essas egrégoras foram criadas pelos pessoas que depositavam sua fé neles, ou já eram energias da natureza que já existiam, e que foram personificadas, e são evocadas nos rituais?
Trabalhar sempre com as energias de uma egrégora, não nos deixa dependentes dela?
@MDD – 1) ambas as coisas ao mesmo tempo. 2) Sim, voce abdica de um pouco do seu livre arbítrio pelo da egrégora em troca da proteção desta.
Sobre os Savants, eles tem isso por causa do Karma ou faz parte da verdadeira vontade deles ”’vou aprender a viver com várias limitações e algumas qualidades” ?
Olá Marcelo!
A respeito de magia e Karma, tenho uma questão. Há algum tempo venho realizando rituais por conta própria para que vizinhos extremamente incômodos mudem de residência. Estes vizinhos prejudicam meu sono e saúde, com barulhos e algazarra, além das provocações. E tudo porque certa vez resolvi reclamar de uma festa absurdamente alta. Faço os rituais para que se mudem ou para que vão pro raio que os parta!!!!
Afinal, meu caro Marcelo, isso é magia negra ou não?
@MDD – tecnicamente, SIM, é Magia Negra. Mas se voce nao os matar ou fizer algo realmente prejudicial, não acho que deveria se preocupar muito com isso. Sumir com eles do seu prédio não vai gerar muito karma negativo.
Li em algum lugar que muitos espiritos trocam de corpos com suicidas
Assim o suicida não pega karma por se matar. Isso é verdade ?
@MDD – De jeito nenhum. O corpo físico e astral são uma coisa só.
Se sim, Vc não acha que existe ordens ( como a Skull and Bones) que treinam adeptos para que no fim do estudo eles troquem de corpos com espiritos ?
Ja que o adepto ja atingiu a iluminação e não precisa mais se reencarnar .
@MDD – não faz nenhum sentido isso, Marina. Que adepto sequer pensaria em se suicidar? Adeptos são pessoas que já sabem o que tem de fazer no Planeta, eles nunca trocariam seus corpos com nenhum espírito, mesmo se fosse possível.
Caro MDD, moro em uma republica de estudantes, e uma menina extremamente gado, era evangélica porém provavelmente nunca deve ter ao menos lido algo da bíblia devido ser uma pessoa extremamente fútil, possui uma energia fétida e fica me atacando mentalmente com todas as formas pensamentos negativas possíveis. A um bom tempo venho utilizando de orações e boas palavras e intenções para com ela, junto da egregora espirita. PORÉM, cansei de seu olhar de superioridade e de suas energias fétidas direcionadas constantemente em minha direção, p vc ter uma idéia minha cabeca dói quando chego perto dela, mesmo eu já me precavendo com orações para que eu anule minhas mas impressões em relação a ela. Se eu mentalizar que essa carga energética pesada, em forma de energia e palavras retorne toda para ela, em sua mente espirito e corpo cada vez que ela direcionar osso para mim e muito errado ? Sinceramente acredito que isso melhore ela mais do que boas vibrações, colher os espinhos que plantamos para os outros trazem boas experiências.
Agradeço pelas considerações sobre como agir com as energias transloucadas do gado total. Um espelho na aura dela seria algo interessante ?
Abraçao, e não vejo a hora de formamos a ordem iniciatica pelo site.
pelo que entendi o termo gado é quem é manobrado (manipulado) é isso?cm faço para deixar de ser gado?
@MDD – Se voce estava procurando por informações, provavelmente você não é ;) O que os thelemitas chamam de Gado são as pessoas que vivem em rebanhos, precisam de pastores (de carne ou televisivos) que os digam o que fazer, o que comprar, no que pensar, etc…