Teoria da Conspiração

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Stairway to Heaven

deldebbio | 7 de outubro de 2010

“Stairway to Heaven” é a mais famosa canção da banda inglesa Led Zeppelin. Composta pelo guitarrista Jimmy Page e pelo vocalista Robert Plant para o quarto álbum de estúdio da banda, Led Zeppelin IV. Mas o que ela significa?

Para entendermos o significado da letra, precisamos colocar a música e o próprio Led Zeppelin dentro do contexto na qual ela foi escrita. Jimmy Page e Robert Plant. A música foi composta em 1970-71, bem no período onde Page morou em Boleskine e era dono de uma livraria especializada em ocultismo, a “The Equinox Booksellers and Publishers” e chegou a publicar alguns textos de Aleister Crowley, apesar de nunca ter se iniciado formalmente na Ordo Templi Orientis. Sabendo disso, podemos colocar a música em sua perspectiva correta: Assim como os graus nas Ordens que vieram da Rosa Cruz (como a Golden Dawn, por exemplo)todo o processo de evolução caminha na subida alegórica pela Escada Celestial (Starway) e é disso que a música trata.

There’s a Lady who’s sure,
All that glitters is gold,
And she’s buying a Stairway to Heaven.

Esta “Lady”, ao contrário do que as pessoas imaginam, não é a Shirley Bassed (essa idéia apareceu em uma referência de Leonard tale no CD Australiano). A “Lady” que Robert Plant fala é Yesod, a Qualidade Universal do Espírito, a Princesa aprisionada dos contos de fada, a vontade primordial que nos leva á meditação, ao auto-conhecimento e ao início da Escada de Jacob, que é a Starway to Heaven, (Caminho das estrelas), trocadilho com o nome da música e que também foi utilizado em outros contextos para expressar as mesmas idéias, como por exemplo, no nome “Luke Skywalker” na Saga do Star Wars. Um dia falo mais sobre isso…
Na Mitologia Nórdica, a Lady é Frigga, também conhecida como Ísis, Maria, A Mãe, Iemanjá, Diana, Afrodite, etc… um aspecto de toda a criação e presente em cada um de nós.
Robert plant fará novas referências a esta “Lady Who´s sure” em outras músicas (Liar´s Dance, por exemplo, que trata do “Book of Lies” do Aleister Crowley).
Ao contrário do senso comum, que diz que “Nem tudo que reluz é ouro”, esta Lady possui dentro de si a esperança e o otimismo para enxergar o bem em todas as coisas; ver que tudo possui brilho e que mesmo a menor centelha de luz divina dentro de cada um possui potencial de crescimento.
E dentro deste entendimento, ela vai galgando os degraus desta escada para os céus. Na Kabbalah, os 4 Mundos formam o que no ocultismo chamamos de “Escada de Jacob”, descrita até mesmo em passagens da Bíblia. Esta “escada” simbólica traz um mapa da consciência do ser humano, do mais profano ao mais divino, que deve ser trabalhada dentro de cada um de nós até chegar à realização espiritual.
Aqui que os crentes e ateus escorregam. Eles acham que deuses são reais no sentido de “existirem no mundo físico” e ficam brigando sobre veracidade de imagens que apenas representam idéias para um aprimoramento interior.

When she gets there she knows,
If the stores are all closed,
With a word she can get what she came for.

Aqui é mencionado o “verbo”, ou a “palavra perdida” capaz de dar criação a qualquer coisa que o magista desejar. A Vontade (Thelema) do espírito do Iniciado é tão forte que “quando ela chegar lá ela sabe que se todas as possibilidades estiverem fechadas, ela poderá usar a palavra para criar o que precisar”. Este primeiro verso coloca que a dama está trilhando o caminho até a Iluminação e tem certeza daquilo que deseja, ou seja, conhece sua Verdadeira Vontade..

There’s a sign on the wall,
But she wants to be sure,
’cause you know sometimes words have two meanings.

Ainda trilhando este caminho, a dama precisa ser cautelosa. Porque todo símbolo possui vários significados. Todas as Ordens Iniciáticas trabalham e sempre trabalharam com símbolos: deuses, signos, alegorias e parábolas. Os Indianos chamam estes caminhos falsos de Maya (a Ilusão) e em todos os caminhos espirituais os iniciados são avisados sobre os desvios que podem levá-los para fora deste caminho (ou o “diabo” na Mitologia Cristã).

In a tree by the brook
There’s a song bird who sings,
Sometimes all of our thoughts are misgiven.

A Árvore a qual ele se refere é, obviamente, a Árvore da Vida da Kabbalah, ou Yggdrasil, na Mitologia Nórdica, a conexão entre todas as raízes do Inferno (Qliphoth) e as folhas nos galhos mais altos (Runas). Brook (Riacho) também é um termo usado no Tarot para designar o fluxo das Cartas em uma tirada, e o pássaro representa BA, ou a alma em passagem, considerada também o símbolo de Toth (que, por sua vez, é o lendário criador do Tarot, ou “Livro de Toth”, segundo Aleister Crowley) então a frase fica com dois sentidos: literal, que é uma árvore ao lado de um rio onde há um pássaro; e esotérico, que trata de Toth, deus dos ensinamentos (Hermes, Mercúrio, Exú, Loki…) aconselhando o iniciado enquanto ele trilha a subida simbólica pela Árvore da Vida.

There’s a feeling I get when I look to the west,
And my spirit is crying for leaving.

O “Oeste” na Rosacruz, na Maçonaria e em várias outras Ordens Iniciáticas, representa a porta do Templo, os profanos ou a parte de Malkuth, o mundo material (enquanto o Oriente representa a luz, o nascer do sol). Ela não gosta do que vê e seu espírito quer trilhar um caminho diferente.

In my thoughts I have seen rings of smoke through the trees
And the voices of those who stand looking.

Os anéis de fumaça são o símbolo usado para representar os espíritos antigos, os ancestrais dentro do Shamanismo. Os grandes professores e os Mestres Invisíveis que auxiliam aqueles que estejam dentro das ordens iniciáticas

And it’s whispered that soon if we all call the tune
Then the piper will lead us to reason.
And a new day will dawn for those who stand long,
And the forests will echo with laughter.

O “piper” é uma alusão ao flautista, ou Pan. O “Hino a Pã” é uma poesia de 1929 composta por Crowley (e traduzida para o português pelo magista Fernando Pessoa) que trata do Caminho de Ayin dentro da Árvore, que leva da Razão à Iluminação e é representada justamente pelo Arcano do Diabo no Tarot e pelo signo de Capricórnio, o simbólico Deus Chifrudo das florestas. As “florestas ecoando com gargalhadas” sugere que aqueles que estão observando (os Mestres Iniciados) estarão satisfeitos quando os estudantes e todo o resto do Planeta chegarem ao mesmo ponto onde eles estão e se juntarem a eles.

If there’s a bustle in your hedgerow,
Don’t be alarmed now,
It’s just a spring clean for the May Queen.

Esta parte não tem nada a ver com garotas chegando à puberdade. As mudanças referem-se à morte do Inverno e chegada da Primavera, que representa a superação das Ordálias e caminhada em direção à Verdadeira Vontade.

Yes there are two paths you can go by,
But in the long run
There’s still time to change the road you’re on.

A lembrança de que sempre existem dois caminhos, e também uma referência ao Caminho de Zain (Espada, que conecta o Iniciado em Tiferet à Grande Mãe Binah, representada pelo Arcano dos Enamorados no Tarot). Separa a parte dos prazeres terrenos (chamados de “pecados” na cristandade ou de “Defeitos Capitais” na Alquimia) e o caminho da iluminação espiritual. A escolha é nossa e é feita a cada momento de nossa vida em tudo o que fazemos, e qualquer pessoa, a qualquer momento pode mudar de caminho (espero que do mais baixo para o mais elevado…)

And it makes me wonder.

Robert Plant coloca várias vezes esta frase na música, em uma referência ao Arcano do louco (e o Caminho do Aleph na Kabbalah), como o sentimento de uma criança que se maravilha com tudo no mundo pela primeira vez (no catolicismo “Vinde a mim as criancinhas”, Mateus 18:1-6 sem trocadilho desta vez). Este é a sensação que um ocultista tem a cada descoberta de uma nova galáxia ou maravilha do universo, ou novas invenções da ciência e a descoberta de novos horizontes. No hinduísmo, esta sensação tem o nome de Sattva (em oposição a Rajas/atividade ou Tamas/ignorância).

Your head is humming and it won’t go,
In case you don’t know,
The Piper’s calling you to join him.

Nesta altura da música, já fica claro que quem a escuta está sendo guiado pela Lady através da Árvore da Vida em direção à Iluminação. O aspirante a Iniciado está sendo conduzido pelo caminho pelo soar da música. Ou, em um caso mais concreto, o mesmo tipo de música que o Blog do Teoria da Conspiração toca para vocês…

Dear Lady can you hear the wind blow, and did you know,
Your stairway lies on the whispering wind.

Esta frase tem duas analogias com símbolos muito parecidos, de duas culturas. O primeiro é a própria Yggdrasil, em cujas raízes fica um dragão (a Kundalini) e em cujo topo fica uma águia que bate suas asas resultando em uma suave brisa. A Águia representa o espírito iluminado (daí dela ser o símbolo escolhido pelos maçons americanos como símbolo dos EUA) e o vento é o elemento AR (Razão). Na Kabbalah, em um significado mais profundo, tanto os caminhos de Aleph (Louco/Ar) quanto de Beth (Mago/Mercúrio) que conduzem a Kether (Deus) são representados pelo elemento AR – O Led Zeppelin fala sobre águias em outras canções, igualmente cheias de simbolismo… algum dia eu falo sobre elas.

And as we wind on down the road,
Our shadows taller than our soul,

As Sombras, no ocultismo e especialmente nos textos do Crowley, são os defeitos ou aspectos negativos de nossa personalidade que mancham a pureza de nossa alma.

There walks a lady we all know,
Who shines white light and wants to show
How everything still turns to gold,

O terceiro Caminho até Kether é Gimmel, a sacerdotisa, o caminho iniciado em Yesod (Lua) que passa novamente pelos Grandes Mistérios. A analogia com o Ouro é óbvia. O processo alquímico na qual transformamos simbolicamente o chumbo do nosso ego no ouro da essência.

When all are one and one is all,
Unity.
To be a rock and not to roll.

Quando finalmente ultrapassamos o Abismo, chegamos a Binah, que representa a Ordem (“rock” em oposição ao Caos, que é o “roll”, em um genial jogo de palavras). Na Umbanda, o orixá representado ali é Xangô, senhor das “pedreiras” e da certeza das leis imutáveis do Universo. Representa a mente focada no caminho, sem deixar-se levar por qualquer evento ou adversidade.

And she’s buying a Stairway to Heaven.

Novamente, a mensagem de esperança… a Dama do Lago está sempre ali, criando oportunidades para todos os buscadores no Caminho da Libertação.

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Ordens Iniciáticas
Tags
artes, Música
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114 Responses to “Stairway to Heaven”

« Comentários mais antigos
  1. Gabriel Nunes disse:
    8 de outubro de 2010 às 13:47

    Heheh excelente.

    Ouço essa música há ANOS, e me passaram 200 possíveis interpretações pela cabeça, mas nunca uma desse tipo.

    Muito bom mesmo.

    Em relação ao Rush, apesar de ser fã semi-inbcondicional da banda (com exceção do último cd lançado, eu gosto de TODAS as múscas deles, seja pelo som ou pelas letras) não creio que eles tenham muitas mensagens ocultistas em suas letras. As referências deles são muito mais socio-políticas e científicas do que ocultistas, vide 2112, Farewell to Kings, a “quadrilogia” sobre o medo (The Enemy Within, The Weapon, Witch Hunt e Nocturne). Acredito que a música mais próxima de “ocultismo” que eles chegaram, mas que na verdade é mais um estudo de mitologia e não ocultismo diretamente, é a Signus X-1 (partes 1 e 2).

    Em geral, eu vejo muito musicas sobre relacionamentos, comportamento e sobre política. Eventualmente algumas músicas “de auto ajuda”, como Everyday Glory ou Bravado ou The Pass.

    Acho que uma banda que também pode ser excelente para análises, seria Jethro Tull.

    Claro, posso estar enganado sobre ambas :D De repente o Rush é forrado de referências e minha santa ignorância não me permitiu perceber ou Jethro é só viagem esquisotérica :P

    Grande abraço, MDD

    P.S.: Fiz uns comments no post sobre duplo-etéreo e perispírito faz um tempinho já, mas até agora está como aguardando moderação. Tem algo errado neles?

    Responder
  2. Vinícius Weinschütz" disse:
    8 de outubro de 2010 às 14:34

    Tio,

    Interessantissimo esse post, Stairway to Heaven é um grande clássico, e é genial como uma música possa conter tanto significado.
    Acho que uma seção só sobre música e poesia seria ótimo, até por que acima de tudo a poesia é transcrição dos sentimentos em palavras, e os sentimentos são essenciais a iluminação.
    E bem, já sugiro as letras da carreira solo do Bruce Dickinson, ele tem algumas como Book Of Thel, Revelations, The Tower, The Magician, The Prisioner e outras.
    Além disso sugiro uma música que achei um pouco curiosa e gostaria de saber se ela possui algum fundo iniciático, é Death And Ressurection Show do Killing Joke, segue link da letra:
    http://www.metrolyrics.com/the-death-and-resurrection-show-lyrics-killing-joke.html

    Um grande abraço!

    Responder
  3. TheV3N0M disse:
    8 de outubro de 2010 às 14:46

    Salve DD,

    Não fique chateado cara, é só uma opinião minha…
    O que quiz dizer é que gostei muito do seu trabalho…. Quanto os meninos do Led, fizeram a musica, acredita realmente que tinham todo este conhecimento de que estavam fazendo ???

    Quanto ao Type O´ Negative segue um link:

    http://www.mortesubita.org/sinfonias/musica-e-ocultismo/100-mais-satanicos/october-rust-type-o-negative

    Eu acho tudo bobagem…. gosto do som sou fá, mas não tem nada haver… somete é um cara que tem 2 garotas… nada demais.

    “Ninguém se torna iluminado imaginando figuras de luz, mas sim tornando a escuridão consciente.” C.G.Jung

    Responder
  4. TheV3N0M disse:
    8 de outubro de 2010 às 15:08

    Tudo bem DD,

    Tá lá também no Morte Subita:

    “O modo como essa música veio a existência é o grande testemunho de quão espiritualmente envolvida a banda estava no momento. A melodia surgiu na cabeça de Jimmy Page após a leitura de “May Queen,” um poema imanentista obscuro de Aleister Crowley. Stephen Davis em seu livro ‘Hammer of the Gods’ detalha a inspiração oculta por trás deste hino do rock:

    “Robert descreveu para mim a natureza ‘automatica’ da letra: ‘ Eu estava sentado com Page de frente a uma lareira em Headley Grange, Page havia escrito os acordes e os tocou para mim. Eu estava com papel e lápis e por algum motivo de muito mal humor. Então, derrepente minha mão estava escrevendo: ‘There’s a lady who’s sure, all that glitters is gold, and she’s buying a stairway to heaven.’ Eu sente e me afastei e li aquelas palavras, e eu quase cai da cadeira.”

    Então foi o SAG dele que escreveu a musica…..

    Responder
  5. Rodrigo Dias disse:
    8 de outubro de 2010 às 15:41

    O problema é que a maioria não quer nada com o Caminho da Libertação, iniciação ou evolução.
    O que faz sucesso é o que te remete pro “Caminho da Perdição” (aleluia irmão!), em nights regadas a bebida e etc. E, mesmo assim, a preguiça é tamanha que foi necessário substituir os pagodes com letras de duplo sentido pelos “funks proibidões”.

    Responder
  6. Victor disse:
    8 de outubro de 2010 às 15:56

    Salve, DD!
    Fantástica análise, se eu já gostava dessa música, passei a gostar muito mais. No trecho:
    “In a tree by the brook
    There’s a song bird who sings”

    é também a descrição do Arcano 17, a Estrela, certo?

    @MDD – Perfeitamente. E a Estrela era o ponto central da Thelema, mais importante que o Imperador (tanto que Crowley o trocou na sua correlação Heh/Tzaddi). “Todo homem e toda mulher é uma estrela”.

    Responder
  7. Fabio disse:
    8 de outubro de 2010 às 15:59

    O led zeppelin era muito ligado no ocultismo. Tanto que o Jimmy Page comprou uma propriedade que era do Crowley. Foi a partir daí que as coisas começaram a dar errado na banda. Várias músicas tem letras ocultistas. E musicalmente, eles eram fantásticos. Eles faziam uma viagem dentro da música, e cada componente viajava nos seus instrumentos, e de repente , todos voltavam a música original. Fazem em várias músicas, e sempre é arrepiante. Todos excelentes nos seus instrumentos. Quem não conhece, ou conhece só coletâneas, devia correr atrás, e procurar conhecer a obra deles. Fora o Jimmy page, que era um gênio, na procura dos timbres, nos solos (tem uns quinze que ficaram pra história de tão bons), e no estúdio. Era um mago, sem dúvida.

    Responder
  8. Lex disse:
    8 de outubro de 2010 às 17:16

    Lendo o texto, lembrei do eremita no encarte do Zeppelin e aí lembrei que no álbum Vapor Trails do Rush, o encarte traz a imagem de um arcano junto à letra de cada música, que eu acredito que tenha ligação, mas não saco de tarot pra saber. Uma das músicas é esta:

    “Peaceable Kingdom”

    A wave toward the clearing the sky

    All this time we’re talking and sharing our rational view
    A billion other voices are spreading other news
    All this time we’re living and trying to understand
    Why a billion other choices are making their demands

    Talk of a peaceable kingdom
    Talk of a time without fear
    The ones we wish would listen
    Are never going to hear

    Justice against the hanged man
    Knight of Wands against the hour
    Swords against the kingdom
    Time against the tower

    All this time we’re shuffling and laying out all our cards
    While a billion other dealers are slipping past our guards
    All this time we’re hoping and praying we all might learn
    While a billion other teachers are teaching them how to burn

    Dream of a peaceable kingdom
    Dream of a time without war
    The ones we wish would hear us
    Have heard it all before

    A wave toward the clearing sky
    A wave toward the clearing sky

    The hermit against the lovers
    Or the devil against the fool
    Swords against the kingdom
    The wheel against the rules

    All this time we’re burning like bonfires in the dark
    A billion other blazes are shooting off their sparks
    Every spark a drifting ember of desire
    To fall upon the earth and spark another fire

    A homeward angel on the fly
    A wave toward the clearing sky

    Responder
  9. Acid disse:
    8 de outubro de 2010 às 17:19

    Fantástico. E está bem dentro da idéia da minha palestra de “ocultismo na mídia”. :)

    Responder
  10. Edson Júnior disse:
    8 de outubro de 2010 às 17:32

    Salve DD!
    Também acho muito interessante um espaço sobre música no blog, se precisar de uma ajuda no lado mais técnico (faço faculdade de música) estou a disposição. E também estou pensando em fazer meu TCC sobre simbologia e mitologia na música. Pretendo pegar desde a criação universal até a simbologia da música hoje em dia, se tiver livros para sugerir… (estou lendo O Poder do Mito, do Joseph Campbell).

    Responder
  11. Rodrigo disse:
    8 de outubro de 2010 às 18:12

    Apoio uma nova sessão sobre música! Além dos clássicos (raul, led e therion) sugiro também Behemoth

    Responder
  12. Eddie disse:
    8 de outubro de 2010 às 22:27

    Muito bom irmão!

    Fico aguardando pelo post de King Diamond :P

    ou dos tugas Moonspell principalmente seu 1º album Wolfheart

    com as faixas Trebaruna e Atégina

    saudações a todos

    Responder
  13. Remy disse:
    8 de outubro de 2010 às 22:47

    “And she’s buying a Stairway to Heaven.

    Novamente, a mensagem de esperança… a Dama do Lago está sempre ali, criando oportunidades para todos os buscadores no Caminho da Libertação.”

    Belo arremate! Daqueles que inspiram…

    Responder
  14. Renard disse:
    9 de outubro de 2010 às 1:47

    Deldebbio quando voce vai falar sobre os iluminates ?

    ouvi dizer que o Alesteir Crowley era satanista, é verdade ?

    bjim :****

    Responder
  15. Junior/RO disse:
    9 de outubro de 2010 às 7:35

    Bacana a letra, mas fiquei imaginando qual seria a motivação para escrevê-la. Algum palpite, tio?

    Responder
  16. PAULO disse:
    9 de outubro de 2010 às 11:26

    carissimo.

    como estudante-praticante de ocultismo devo vos dizer a analise esta otima.
    led sempre foi minha banda predileta justamente por causa desses jogos dentro das musicas.

    starway realmente e o apice dos trabalhos do led sendo ela emblematica. musica que como uma das caracteristicas do ocultismo e ir misturando de uma forma singela varios aspectos e de forma que se encontre uma essencia.

    realmente sua analise e um presenteo ao publico em geral.

    Responder
  17. Rodrigo disse:
    9 de outubro de 2010 às 20:19

    Ah sim, nas sugestões de possíveis bandas pra a possível nova coluna, esqueci de mencionar o Tool também.

    Responder
  18. Rob disse:
    10 de outubro de 2010 às 13:51

    A música é um equilíbrio perfeito entre o leve e o pesado.
    O resto sobre ocultismo nada melhor para representar mais um nerd na WEB.

    Responder
  19. Matheus K.A. disse:
    10 de outubro de 2010 às 21:17

    Texto genial, me deixa com “água no espirito” rsrs (trocadilho com água na boca)
    Mas, francamente, eu compreendo superficialmente o que é dito aí. Só faltou comentar sobre a música invertida, aí o papo de kabbalah vai pro espaço (ou seria pro outro lado). mesmo pesquisando sobre ocultismo a dois anos, não sei onde devo começar, só vejo o conteúdo na internet de forma “espalhada”, e quanto mais leio e assisto mais confuso eu fico, o legal seria se você desse uma dica por onde devo começar, pra pode chegar ao nivel da kabbalah.
    Bom, se for possivel uma pequena dica, o e-mail é
    matheus_mkaul@hotmail.com

    PS: eu já conhecia esse seu site já tem quase um ano :)

    Responder
  20. denise disse:
    11 de outubro de 2010 às 10:02

    A interpretação é ótima. eu só tenho uma ressalva, lingüística.
    eu discordo da interpretação da passagem: it makes me wonder
    pq se fosse algo que maravilhasse a pessoa, a estrutura teria que ser “it wonders me” ou “it’s such a wonder”

    “it makes me wonder” já se torna uma phrase/collocation que significa que algo lhe faz divagar ou pensar, ou ficar se perguntando sobre algo

    @MDD – A construção possui propositadamente duas conotações possiveis: “Isso me faz divagar” que seria um ingles mais coloquial, ou obvio, ou “isso me deixa maravilhado” como em “it makes me wonder about it´s color” por exemplo, que seria uma construção mais elaborada.

    Responder
  21. Bitetti disse:
    11 de outubro de 2010 às 18:57

    Nossa! Show de bola, parabens pela analise.

    “To be a rock and not to roll.” agora vai vira frase de msn

    Responder
  22. jorge disse:
    11 de outubro de 2010 às 23:15

    Bullshit. Acredito que o sujeito estava falando é de maconha. Esses “significados ocultos” na minha opinião é procurar chifre em cabeça de cavalo. Desculpe a franqueza.

    @MDD – E eu acho voce um completo idiota que deveria ter mais cultura e estudar mais. Desculpe a franqueza.

    Responder
    • William disse:
      12 de outubro de 2010 às 23:21

      Nada como uma discussão produtiva e enaltecedora…

      Responder
  23. Marcos disse:
    12 de outubro de 2010 às 14:53

    Acho que as pessoas tem uma certa necessidade de buscar significados ocultos ou misticos em coisa simples e bobas.
    Concordo em parte com o jorge, respeito o grande trabalho de “pesquisa”, mas sou cético e acho que os caras apenas queriam fazer uma bela canção. @MDD acusa jorge de não ter cultura, mas acho o contrario.
    Outro ponto a se considerar, é que ao meu ver, de que adianta colocar dezenas e dezenas de “mensagens” ocultas, se as milhões de pessoas que ouviram essa música, apenas se encantaram com a bela melodia e o jogo de palavras bonitas.
    A musica em questão é lembrada até hoje como uma bela canção e MAIS NADA.

    @MDD – Mais nada para os leigos e as massas ignorantes. Para quem conhece e sabe do que ele está falando, ela se torna ainda mais bela e profunda. É a diferença entre ocultistas e o “resto da população”. Uns apreciam a vida com profundidade, os outros se contentam em serem “céticos” e ficarem com coisas simples e bobas…

    Responder
    • Shlomo disse:
      12 de outubro de 2010 às 20:54

      “Bullshit. Acredito que o sujeito estava falando é de maconha.”
      &
      “Outro ponto a considerar, é que ao meu ver, de que adianta colocar dezenas e devenas de ‘mensagens’ ocultas…”

      Eu, particularmente, estudo as narrativas “ocultistas” (e assemelhadas) para entender composição narrativa, não para aprender sobre os caminhos herméticos. Mas… há duas considerações importantes:

      1 – É, sim, possível saber quando uma referência em música, poesia, epopéia é uma referência direta ao modelo da escada de Jacó, por exemplo, e quando é uma referência indireta que simplesmente “coincidiu” de usar um mesmo modelo. Mas isso é muito difícil e complexo, como acho que o Marcelo quer dizer, e é preciso tanto conhecimento sobre as estruturas sintáticas dos símbolos quanto da língua em que a música (p.ex.) é escrita.

      Referência Direta seria uma referência a ritualística e aos símbolos de uma dada “facção”, na falta de uma palavra melhor, algo que seja da vivência diária que que as estuda e vive entre seus membros.

      Já Referência Indireta seria a referência a uma obra ocultista ou à referência de outra referência de outra referência de uma obra ocultista. Por exemplo, quem conta a historinha da Branca de Neve do Walt Disney, como já disse o Marcelo, está fazendo uma referência indireta aos estudos ocultistas. E mesmo que não queira, está contando o “Caminho do Herói” (nome usado por Joseph Campbell) para seu filho. Esse Caminho do Herói pode ser rastreado desde a origem de nossas civilizações (no plural, sim) até os dias de hoje. O cético pode argumentar que esse é o único jeito de se escrever uma história, mas ser a única história possível não altera muito o resultado.

      2 – Contudo, nem por causa disso o ceticismo deixa de ser válido, afinal, é muito provável que a maioria das repetições dos temas e símbolos do ocultismo sejam simplesmente cópia da cópia da cópia de uma história que a pessoa nem sabe mais de onde ouviu. Portanto, supor que Stairway to Heaven é sobre maconha é uma suposição válida (insultar quem argumenta o contrário, não). MAS (!) essa ocultação da referência inicial (de onde será que veio o significado de “oculto” como “escondido”?) é essencial ao trabalho dos ocultistas, que entendem que seus símbolos precisam ser repetidos. O ocultista entende que suas narrativas e símbolos escondem (revelam!) uma verdade maior do que eles mesmos. Portanto, toda e qualquer repetição desses símbolos serve para manter as informações que eles carregam vivas – independente de a sociedade em que eles ser a favor ou não seus estudos.

      Responder
      • Fabiano disse:
        10 de junho de 2011 às 13:33

        Caraca… Uma flecha certeira seu comentário, na minha opinião. Muito boas colocações.
        O ocultismo tem realmente a função de revelar, ao contrário do que o termo que o nomeia significa. Mas nem todos estão prontos para essas revelações. E ao repetir essa frase clichê aqui não quero dizer que existem pessoas “escolhidas” para receberem revelações, mas que na verdade nada há de oculto… Na própria biblia está escrito “quem tem olhos para ver…” O que oculta ou revela são os nossos próprios olhos, que muitas vezes olham, mas não vêem.

        Um abraço.

        Responder
    • Danilo M. disse:
      14 de outubro de 2010 às 1:09

      Uma flor pode ser apenas uma flor, mas se parar parar para cheira-la, então reparar nos nuances entre os tons, medir seu tamanho, classifca-la e atribuir a esta flor um nome, semânticamente não será a mesma flor de antes.

      A diferença entre um ocultista e um cético, neste caso, estaria para um biólogo e um engenheiro analisando a mesma flor. Ambas serão análises, ambas serão válidas, mas terá um grande “MAS” entre as análises.

      Responder
      • Shlomo disse:
        14 de outubro de 2010 às 10:18

        Eis a beleza da coisa!

        Pra mim, o que acontece é que um PINTOR estuda a flor, e um BIÓLOGO, anos e anos depois, estuda a imagem pintada dessa flor.

        Responder
    • Ricardo disse:
      14 de outubro de 2010 às 15:50

      O texto estava ótimo até ler os comentários e ver o quão preconceituoso tu és com céticos.
      Pensou na possibilidade de estar encontrando pelos em ovo?
      Aceitei criticas e opiniões diferentes de forma construtiva e não com preconceito barato e tolo.

      Adeus.

      @MDD – Eu tenho birra com pseudo-céticos-metidos-a-sabe-tudo. Os céticos verdadeiros são sempre bem vindos, afinal, pode-se dizer que os OCULTISTAS é que são os verdadeiros céticos, pois sem o verdadeiro ceticismo, não estaríamos pesquisando o que está além da ciência ortodoxa. Até mais…

      Responder
      • Shlomo disse:
        15 de outubro de 2010 às 11:32

        MDD, talvez valesse um post só para definir “cético” – postura de constante indagação sobre a verdade do mundo, uma vez que “A” verdade não pode ser conhecida.

        Afinal, a postura científica genuína é
        1) estudar o conhecimento já existente
        2) formular uma hipótese
        3) testar essa hipótese – e testá-la tentando desprovar a hipótese, uma vez que a prova de que a hipótese está correta seria, na prática, inviável.

        Não é permitido, portanto, deixar de lado a hipótese sem testá-la, por mais óbvia (ou ridícula) que pareça.

        Responder
    • maria disse:
      13 de março de 2012 às 12:45

      Todo mundo pensa que Rok é música de, e, para jovens revoltados,alucinados,
      drogados,etc ,etc.Tenho 64 anos,e impressiona-me a profundidade de algumas
      músicas,como essa.Como tantas outras,de jovens barulhentos e cabeludos,está
      repleta de símbolos,de alusões a um plano de evolução,humanos.
      Como refere a pessoa que a descreve,estão contidos na letra,simbolos cabalísticos,
      que se referem à arvore da vida,só é possível compreende-la,se tiver uma consciência
      ilimitada, ou se houver chegado a um grau elevado de compreensão,através de muito estudo, ou iniciaçao.Parabens,a sua colocação está perfeita.

      Responder
  24. IndoMitus disse:
    12 de outubro de 2010 às 17:20

    Eu gostava muito dessa música, só que apenas pela melodia mesmo, não tinha parado para analisar a letra.
    Entender a mensagem e compreender o sentimento que o artista quer passar transforma a experiência que se tem ouvindo qualquer música, Starway to Heaven é overwhelming!.

    Responder
  25. Renan disse:
    13 de outubro de 2010 às 15:40

    Muito boa a interpretação…

    Engraçado é que estava juntando dados para escrever uma coluna sobre significado de canções no site que trabalho: O Cifras.com.br como já havia dito em comentário em outro post.
    E ai “coinscidentemente” achei esse post no TdC (estou acompanhando os posts em ordem cronológica como você nos indicou).

    Gostaria também de aproveitar para pedir o contato para que eu possa tirar algumas dúvidas sobre simbologias em outras canções.
    Com certeza colocarei o link dos seus trabalhos lá nas referências, que aliás já espalho pra todo mundo que tenha dissernimento para acompanhá-los.
    Meu irmão (MC Estadual RJ – da ODM, acho que entenderá) que me indicou e me indicou também a seguir seus posts em ordem cronológica disse que te conhece e ele possivelmente me ajudará também a escrever a coluna.
    Espero que leia…

    Agradeço muito por sua boa vontade em ajudarnos no caminho da iluminação… Com muito estudo, dedicação e virtudes espero alcançar o nível de conhecimento que vejo em ti…

    Grande abraço Tio!

    Renan Costa

    Responder
  26. Rodrigo Rey disse:
    13 de outubro de 2010 às 17:00

    Impressionante sincronicidade: li este post, just antes de sair de casa e encontrar-me com um casal de amigos que também estudam ocultismo. Estávamos indo acampar em Paranapiacaba.
    E não é que ao pegar o ônibus que nos levaria da estação de trem até a entrada da vila onde *iniciaríamos* nossa silenciosa caminhada, o motorista estava escutando justamente… Stairway to Heaven!

    Responder
  27. Conrado disse:
    13 de outubro de 2010 às 17:10

    Marcelo,
    Se eu não me engano, vc também é fan de Iron Maiden.
    O que vco acha da música Moonchild? Vale a pena uma dissecação como fez em Stairway ot Heaven ?

    Responder
  28. jose disse:
    13 de outubro de 2010 às 19:08

    Como diria Robert Plant quando perguntado sobre o que trata essa música: “Não sei, estávamos todos chapados”.

    Responder
    • carlos faccion disse:
      14 de outubro de 2010 às 12:39

      Como diria uma ex namorado num momento de discussão:
      “Lá é melhor? Então vai. Mas, porque você nao vai agora?

      Responder
  29. Anderson disse:
    14 de outubro de 2010 às 10:17

    Engraçado é que grandes bandas, vide a desta maravilhosa canção e considerada a melhor do século XX e também o grande Jimi Hendrix(tem um autor americano que escreveu um livro e diz que ele é um ser estelar), escrevem as melhores músicas quando estão em outro estado de consciência. Não que isso seja uma regra geral, mas é bom reparar nesse item.

    Responder
  30. gustavo disse:
    14 de outubro de 2010 às 11:04

    “Ao contrário do senso comum, que diz que “Nem tudo que reluz é ouro”, esta Lady possui dentro de si a esperança e o otimismo para enxergar o bem em todas as coisas; ver que tudo possui brilho e que mesmo a menor centelha de luz divina dentro de cada um possui potencial de crescimento.”

    Me arrepiei nessa parte! Essa música é do car#lho, escuto há anos e ainda produz o mesmo efeito “viajante” em mim. Estava com saudades de posts seus assim :D

    Responder
  31. Eldridge disse:
    18 de outubro de 2010 às 20:52

    ‘Cause you know sometimes words have two meanings
    Sometimes all of our thoughts are misgiven
    Yes, there are two paths you can go by
    But in the long run
    There’s still time to change the road you’re on
    And it makes me wonder
    And as we wind on down the road
    Our shadows taller than our soul:

    ” Living easy, livin’ free
    Season ticket, on a one, way ride
    Asking nothing, leave me be
    Taking everything in my stride

    I’m on my way to the promise land ”

    (Highway To Hell)

    Responder
  32. Links interessantes. | Sedentário & Hiperativo disse:
    22 de outubro de 2010 às 11:32

    [...] intima. 2 versões da mesma noticia – NOVAMENTE! Sexta feira dia de ver as Tiras de quarta. Stairway to Heaven, o que significa? Dica: Aprenda a evitar as filas enormes e demoradas nos Bancos. Kombi ou mesa de sinuca? PLACAS DO [...]

    Responder
  33. DanyielKrishna disse:
    1 de novembro de 2010 às 0:13

    Querido Marcelo…Paciencia, tolerância…Eu sei que enchem seu saco com as bobeiras…mas são humanos né??? É melhor não responder comentários bobos do que se irritar… olha o estômago…rs, rs
    Grande Abraço!

    Responder
  34. Humberto disse:
    2 de novembro de 2010 às 2:48

    93!

    Simplesmente Maravilhoso!

    93,93/93

    Responder
  35. moscavich disse:
    3 de novembro de 2010 às 15:37

    Diz a lenda que desde que foi lançada essa música nunca mais parou de tocar. Neste momento, em algum(ns) Lugar(es) do mundo está tocando Stairway to Heaven em alguma rádio.
    Acho que essa música nunca mais vai parar de tocar…muito clássica!

    Responder
    • lucas disse:
      11 de fevereiro de 2011 às 17:29

      EH, pelomenos eu escuto ela umas 3 vezes por dia, Há 8 anos,.

      Responder
  36. Músicas que Arrepiam II: Stairway to Heaven « Moloko Milk disse:
    7 de fevereiro de 2011 às 7:36

    [...] E para quem quiser entender a letra, vai uma ajudinha: Clique aqui! [...]

    Responder
  37. Ricard Cordes disse:
    1 de abril de 2011 às 16:50

    Ola Meu Caro Amigo.

    Achei muito interessante sua explanação a respeito da musica, inclusive seus conhecimentos em religião, mitologia comparada, e também Kabbalah.

    Mas o que existe nesta música é uma critica e também uma mensagem alegórica sobre a queda da Igreja Católica. Esta música é uma anunciação de uma nova era.

    Esta Lady é a igreja católica:

    “Há uma senhora que acredita que tudo o que brilha é ouro
    E ela está comprando uma escadaria para o paraíso.”

    “E quando chega lá ela percebe se as lojas estiverem todas fechadas
    Com uma palavra ela consegue o que veio buscar”:

    “Querida senhora, pode ouvir o vento soprar? E você sabe
    Sua escadaria repousa no vento sussurrante!”

    Ele usa uma certa ironia quando se refere a esta senhora. A Escada dela repousa em um vento sussurrante… Entendeu?

    Será que ela esta morta?

    “O flautista te chama para se juntar a ele.”

    O Flautista é Pã, a Natureza o todo! Da qual se houve o chamado na Música…

    Creio que esta música seja uma anunciação, uma critica. E também um convite, um convite para que a natureza se junte ao Banquete do Altíssimo, do qual ela é a alma!

    E por ai vai…………….. Troque a Lady por Igreja, flautista por Pã, e tudo fica claro como água e doce como Nectar….

    Um Forte abraço…

    Responder
  38. hard80rocker disse:
    19 de abril de 2011 às 12:23

    Me deparei com sua análise um pouco tarde, mas “antes tarde do que nunca”. Realmente você foi profundo com relação aos significados ocultos dessa obra-prima.
    Gostaria de surgerir uma análise de outro grande artista que era estudioso do ocultismo: Ronnie James Dio. Há anos divago sobre o significado, principalmente, de All The Fools Sailed Away, e você, com seu grande conhecimento, certamente saberá destrinchar esta intrigante letra. Abraços

    Responder
  39. mauricio piccini tonello disse:
    21 de maio de 2011 às 20:27

    ola DD eu sou fã da banda e tbm gosto da musica Kashmir ela me faz viajar em pensamentos mas axo q ela tem um pouco de misticismo e ocultismo na letra. será q tem ou nao tem??analise e me diga alguma coisa.

    agradecido!!!!!

    Responder
  40. arthur h' disse:
    14 de junho de 2011 às 3:52

    lembrando que a música termina nos 7 minutos, não chega aos 8 ;)

    Responder
  41. Jessé Nunes disse:
    31 de agosto de 2011 às 22:16

    Muito interessante seu texto. Acredito que ter feito essa análise tenha sido como montar um quebra cabeças com cada aspecto desses saberes. Quais foram as suas referências ao escrever esse texto?

    Responder
  42. alexandre disse:
    12 de setembro de 2011 às 23:57

    nossa! FANTASTICO, ja havia lido, sobre a interpretação dessa musica, mas igual a essa, fiquei realmente muito impressionado, parabens, passei a admirar mais ainda essa canção, e saber que foi escrita por pessoas bem novas, impressionante mesmo. ale shaper

    Responder
  43. Fabio disse:
    17 de outubro de 2011 às 14:08

    @MDD No texto você diz que ele está falando sobre Yesod,

    There’s a Lady who’s sure,
    All that glitters is gold,
    And she’s buying a Stairway to Heaven.

    mas na minha mente ao imaginar essas palavras “All that glitters is gold,” Me vem a imagem de Tipheret.
    A ideia de Yesod para mim é a imagem de Lua, e da Prata. Não algo brilhando como ouro, na minha cabeça isso é Tipheret.

    Você poderia me ajudar a esclarecer isso?
    Obrigado!

    Responder
  44. Claudinei disse:
    23 de outubro de 2011 às 18:28

    Sei não,o Plant disse que essa letra simplesmnete “pintou”,foi se desenrolando pela sua mente,não acho que ele tinha tudo isso em mente quando a psicografou,

    Responder
  45. Pedro disse:
    5 de novembro de 2011 às 20:28

    Para ser chegado a uma conclusão desse calibre, você só pode ser um inicado.
    Desde criança, já adorava essa música. Agora, com essa interpretação, ela é uma song of hope.

    There’s a feeling I get when I look to the west,
    And my spirit is crying for leaving.

    e pensar que todas essas forças estão no meu inconsciente. Espero algum dia, despertá-las!
    Por isso, essa música é uma song of hope!

    Obrigado!

    Responder
  46. Junior disse:
    21 de novembro de 2011 às 23:59

    Olha, tenho uma opinião quanto ao trecho:

    “There’s a feeling I get when I look to the west
    And my spirit is crying for leaving
    In my thoughts I have seen rings of smoke through the trees
    And the voices of those who stand looking”

    Pra mim isso é uma citação ao livro “Lord of the Rings”
    e mais especificamente ao personagem Bilbo, ou até mesmo ao Gandalf…

    Responder
  47. claudia disse:
    5 de dezembro de 2011 às 23:32

    acho que ele robert e jimmy na suas loucuras e verdades eram e são do bem, eu amo a mente desses dois. essa musica me causa arrepios e bem estar.

    Responder
  48. rafael disse:
    11 de abril de 2012 às 22:01

    isso e coisa de et…

    Responder
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