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A Encruzilhada

deldebbio | 3 de janeiro de 2011

Trecho extraído do livro: “A Magia das Oferendas na Umbanda”
– autoria: Pai Juruá

Oferenda: Objeto ou coisa qualquer que se oferece: presente; dádiva – Diz-se na Umbanda, que oferenda é um presente para captar apenas vibrações, ou melhor, para harmonizar vibrações.

Despacho: Ato ou efeito de despachar (dispensar os serviços de; mandar embora; despedir).

Muitos acreditam ser a encruzilhada de Guardiões estas de rua ou de cemitério. Mas a verdadeira “Encruza” está no campo astral e não no campo físico (pedimos aos leitores estudarem o assunto: Linhas de Ley; aí, encontrarão muitas respostas para a questão “encruzilhada”).

@MDD – Meditem sobre o fato de praticamente todos os Templos Antigos estarem localizados sobre os cruzamentos das Linhas de Ley, e sobre a posição do Guardião Energético do Templo, que dá a permissão para se iniciar os trabalhos (na Maçonaria: Primeiro Vigilante, por exemplo).

Os Guardiões somente realizam “despachos” em encruzilhadas de rua e de cemitério, desde que sejam para fins específicos, quando à necessidade de manipular energias humanas que se entrecruzam. Fora disso, as encruzilhadas de rua e de cemitério não são os pontos de força dos Guardiões.

Aquilo que rege o Macrocosmo também rege o Microcosmo, pois existe apenas uma Lei que comanda os mundos, adaptada conforme a forma de vida que esteja debaixo de sua ação e reação. As leis que ordenam e coordenam os astros, a natureza e os elementos são as mesmas leis que coordenam a biologia e a física do ser humano, exatamente por ser este influenciado pelo meio e pelas regras matemáticas dos astros e das potestades.

E a Lei que dá formação e ajuste à matéria e que faculta, inclusive, o próprio modo de ser da movimentação Cármica, a Lei Mater aplicada a movimentação dos elementos, é sintetizada na Encruzilhada dos Guardiões, ou na Roda Cabalística da Encruzilhada.

Sabemos que muitos irmãos realizam seus trabalhos ritualísticos nas chamadas encruzilhadas de rua ou cemitério. Achamos por bem alertar que encruzilhadas de rua e de cemitério são locais onde existem determinadas portas dimensionais que se ligam diretamente às covas mais profundas do Baixo Astral. São as chamadas “Portas Cruzadas” e os trabalhos feitos nestes locais, tem aceite somente por entidades que nada tem a ver com os verdadeiros Guardiões, ou são efetuados por ordens dos Guardiões de Lei, quando da manipulação energética necessária.

Nas encruzilhadas de rua e de cemitério habitam os seres mais estranhos e terríveis, verdadeiros monstros, que alteraram a forma de seu corpo astral (Zoantropia), devido a sua própria conduta mental e emocional. Adulteraram completamente seus sentidos e seus objetivos na caminhada evolutiva, sendo seres viciados, dementados e na sua maioria perversos, coléricos e vingativos. Estes são os famigerados quiumbas, seres que habitam a contraparte astral de locais como prostíbulos, matadouros, casas de jogos, cemitérios, bares e mesmo churrascarias, pois são loucos por sangue, morte, bebida e vícios, os mais variados.

E são eles que recebem nas encruzilhadas de rua e de cemitério as oferendas feitas com sangue, animais mortos, ossos e todos os tipos de materiais de baixa vibratória.

Estes seres se agregam na aura dos infelizes que realizam tais práticas, como se realmente os vampirizassem, fomentando-os a realizarem sempre tais oferendas sangrentas no intuito de alimentá-los vibratoriamente. Muitos destes são acompanhados por outros seres que são chamados de “larvas astrais”. Estas são formas pensamentos viciadas, que possuem a forma de baratas ou de algo semelhante a lagostas, polvos, lombrigas, etc. Tais coisas se agregam à vítima e funcionam como um sensor que a liga ao quiumba, mesmo à distância.

Estas larvas trazem realmente muitas doenças, tanto mentais como físicas fazendo com que a vítima se sinta, na maior parte das vezes desanimada e sem força de vontade, só se recuperando quando estão em qualquer prática viciosa.

Esses quiumbas são combatidos pelos Guardiões de Lei da Umbanda, que exercem verdadeiro policiamento nas zonas onde existem o tóxico, o álcool, a prostituição e coisas piores. Os Guardiões os policiam para não utilizarem a contraparte etérica de elementos como o sangue, ossos, etc., por exemplo, para fins de contundência.

Na verdade, estes quiumbas são igualmente nossos irmãos, estando apenas caídos na rota evolutiva, desviados que foram por outros seres sumamente poderosos, embora intencionalmente voltados para o mal; os magos negros.

Quando os Guardiões aprisionam estes quiumbas, os levam a determinados postos corretivos no astral, onde ficarão recebendo um tratamento que lhes facultará a retomada de sua linha evolutiva afim e o possível reencarne. Dissemos possível pelo fato de muitos deles não terem condições vibratórias de reencarnarem, pois que seus corpos astrais se encontram em terrível desajuste e mesmo suas mentes estão em tal estado de revolta e ódio que seria prejudicial a si e as outras pessoas o passe reencarnatório.

Mas perguntará o leitor: já não encarnam tantos assassinos, facínoras e corruptos? Como estes conseguem o tal passe? E responderemos que estes se encontram nesta condição por já estarem extremamente melhorados e que as coisas no submundo astral são bem piores.

Determinados assassinos que reencarnam (ou mais exatamente são como que “jogados” na roda da encarnação para reajustar-se com seus afins. Só o mal corrige o mal) já foram e vieram muitas e muitas vezes, sendo que o seu livre arbítrio se torna cada vez menor enquanto não corrigirem as suas ações.

Para muitos o passe da reencarnação é vedado e são estes – os mais perigosos – aprisionados em sua consciência como se fossem certas formas ovóides, em estágio estacionário. Mas este é um aspecto dos mais terríveis e perturbadores e que deixaremos de citá-lo de forma mais aprofundada para não causar traumas ao inconsciente de muitos…

É bom frisarmos que a Umbanda não doutrina o maniqueísmo, ou a dicotomia BEM/MAL como se Deus fosse um déspota que se deleitasse em ver seus filhos sofrendo num inferno eterno. A única coisa eterna é o bem, o Amor Cósmico; sendo o mal uma distorção destas realidades e um artifício utilizado pelo Criador, a fim de sabermos diferenciar o bem do mal. O inferno está na consciência de cada um, sendo esta direcionada e escalonada de acordo com as atitudes que se realizem durante as encarnações. Pois a verdade é uma só: podemos enganar aos outros, mas jamais enganaremos a nós mesmos, que somos testemunhas de nossos próprios atos, ninguém escapa do passado e os erros são contados e pesados não somente pelos Tribunais Cármicos, mas muito principalmente pela nossa própria consciência, pois quem já sentiu dentro de si uma fagulha que seja da Verdade e do Amor das Almas, sabe o quanto pesa as atitudes passadas e os atos infelizes realizados contra a natureza e os semelhantes.

E o que acontece com aqueles que não se questionam sobre seus atos?

Estes, quando seu Karma se torna impraticável, repleto de ações negativas são direcionados a seus afins, para determinados planetas menos evoluídos ou mais primitivos que o nosso. Como? Se em nosso mundo que é uma casa abençoada necessitamos ainda pagarmos para nos alimentar, (o que já é resultado de excessivas ganâncias do passado…) embora não paguemos pela luz, ou pelo ar, existem mundos onde estas coisas são pagas, pois que estes seres formaram tal condição negativa sobre si que seus próprios atos os forçaram a construir uma sociedade afim a suas experiências passadas.

Achamos importante, para esclarecer os irmãos umbandistas, repetir que fazer entregas em encruzilhadas de rua ou de cemitério é atividade perigosíssima, principalmente quando estas entregas levam elementos animais ou mesmo materiais densamente negativos. Repetimos que a Umbanda não usa matar animais em hipótese alguma, seja para louvar Orixás ou para resolver qualquer desmando com o baixo astral. A Umbanda também não usa colocar sangue na cabeça de seus iniciados.

Acreditamos – pois temos certeza – de que o sangue atrai esta classe de espíritos do quais falamos. Os irmãos dos Cultos de Nação muitas vezes questionam a nós Umbandistas sobre o uso do sangue, alegando que este é Axé e que a sua utilização revitaliza todo o sistema magístico de um ritual; mas isto não faz parte da ritualística/doutrina da Umbanda Sagrada. Cada coisa no seu lugar, e cada liturgia na sua religião.

Nós também cremos que o sangue é Axé, mas este só realiza sua função de Princípio e Poder de Realização quando no animal vivo. Matar um animal ou vários e entregá-los no seio da Natureza é uma violação e uma afronta a esta mesma natureza, pois as vibrações expressas em oferendas deste tipo agridem aos espíritos elementares que atuam nas matas e nas cachoeiras, espíritos estes que estão aprendendo e se adaptando às realidades que os aguardam e são agredidos com estas vibrações negativas.

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Plano Astral, Religiões, Umbanda
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Linhas de Ley, Umbanda
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58 Responses to “A Encruzilhada”

  1. Alexandre disse:
    3 de janeiro de 2011 às 9:30

    Muito bom o texto. Parabens ao autor.

    Obs. Quem gosta de sangue vampiro e vampiro não dá nada em troca , só suga :)))

    Responder
  2. HeldPereira disse:
    3 de janeiro de 2011 às 10:05

    Muito esclarecedor o texto.
    Certamente isso explica bem o fato da umbanda ser vista pelas grandes massas como uma religião profana, afinal, certamente poucos sabem das encruzilhadas das linhas de Ley (eu num sabia).
    Valeu pelo artigo Deldebbio!

    Responder
  3. Gustavo C. disse:
    3 de janeiro de 2011 às 10:08

    “Estes são os famigerados quiumbas, seres que habitam a contraparte astral de locais como (…) cemitérios”
    O que há de tão ruim nos cemitérios para virar morada de quiumbas? É por ser um ambiente “carregado” de morte?

    @MDD – É mais porque nesses lugares estao várias pessoas que nao querem largar do corpo físico, do mundo material, e muita choradeira, energia de egoísmo e de manter a pessoa presa… acabam ficando espíritos bem densos nesses locais.

    Responder
    • TiagoMazzon disse:
      3 de fevereiro de 2012 às 13:56

      Imaginei agora o seguinte experimento:

      Um mago vai no meio de um cemitério desses bem antigos.
      Faz um RMP ou um outro ritual de banimento mais apropriado, de preferencia a impactar o cemitério INTEIRO.

      O que isso causaria, além da óbvia perseguição do mago pelas entidades, cascões e outros seres do local?

      Possíveis alternativas:

      1) Expulsão temporária de TODAS aqueles espíritos e entidades da área afetada pelo ritual.
      2) Expulsão temporária de ALGUMAS daquelas entidades e espíritos da área afetada pelo ritual.
      3) N.d.a.

      Isso por um acaso arrancaria quaisquer ateus que ainda estivessem presos a seus corpos em decomposição, ou seria necessário outro tipo de magia nesse caso?

      Responder
    • José disse:
      27 de março de 2012 às 13:41

      Na Trilogia “Reino das Sombras” do médium Róbson Pinheiro também é esclarecido que nos cemitérios encontram-se ainda os restos do chamado duplo etérico (alguns denominam de corpo vital, o “tanque” de ectoplasma e fluidos animalizados que somente os encarnados possuem), esse corpo demora entorno de 72 horas pra se desfazer por completo após o desligamento total do espirito do corpo físico já morto, sendo assim muitos cadáveres físicos quando são enterrados ainda possuem resquícios desse corpo etérico com o ectoplasma tão perseguido pelas milícias umbralinas (kiumbas)

      Responder
  4. Kio Kaos disse:
    3 de janeiro de 2011 às 10:31

    FIRST ! ! !

    Muito esclarecedor, vlw tio deldebbio. ^^

    Responder
  5. Nid disse:
    3 de janeiro de 2011 às 11:12

    Marcelo queria saber a Real Função Mística do Sangue e da Agua.
    Lógico que sou contra rituais macabros, mas por onde vejo a Agua e o Sangue parecem disputar o niveis de vitalidade.

    Responder
  6. Saulo disse:
    3 de janeiro de 2011 às 12:01

    Muito legal!

    Responder
  7. Rafael Freitas disse:
    3 de janeiro de 2011 às 12:09

    Quando o tranca rua diz que é o senhor das encruzilhadas, entao não sao encruzilhadas fisicas, mas no astral?

    @MDD – Onde mais entidades astrais iriam trabalhar?

    Responder
  8. Ranieri disse:
    3 de janeiro de 2011 às 12:18

    Legal…
    Tem um médium chamado Robson Pinheiro que nos seus livros Legião, Senhores da Escuridão e Marca da Besta, fala exatamente dessas coisas, do mesmo jeito que esse pai de santo falou, e ainda com mais detalhes, descrevendo mais profundamente os ovóides e os Magos Negros.

    Gostei

    Responder
    • Gabriel-Dom disse:
      27 de janeiro de 2011 às 19:25

      Bem lembrado. Eu era cético. logo depois que comecei a ter conhecimento do meu objetivo terreno me deparei com livros do Robson. Recomendo a quem está começando a se envolver com espiritualidade que leia o livro no qual ele conta a propria trajetória. Daí vai ser um pulo até ler todos os outros livros dele. lembrando que ele é kardecista e não se esquiva de missões que envolvem a umbanda, sem medo de reprovação.

      Não lembro o nome do livro que estou recomendando…

      Responder
  9. Zombie disse:
    3 de janeiro de 2011 às 13:30

    Obrigado por compartilhar um texto tão esclarecedor, tio. Sempre soube que existia uma umbanda que não era “maligna” como todos os preconceituosos dizem. E mais, saber de todos os mecanismos de forma quase cientifica como o Pai Juruá explicou, me faz ficar pensando nessas coisas e querer estudá-las mais a fundo. Alguma sugestão para desenvolver minha sensibilidade mediunica além do simplista “ir a um centro espirita”? Meu mapa tem somente o ascendente em peixes. Agora me veio uma duvida: O fato de não estar no meu mapa energias tão favoraveis assim a mediunidade, indica que é algo que eu não devo “investigar”? Eu acredito que há coisas no astral e na magia. Porém, ainda não tive a oportunidade de testar essas coisas de forma empirica, justamente por isso busco investigar tudo mais a fundo.

    @MDD – talvez a sua função seja investigar empiricamente ou materialmente… estudar os ´símbolos, ou aplicar este conhecimento no seu trabalho. Nem todo mundo precisa incorporar para ajudar um centro de Umbanda/Kardecista.

    Responder
  10. moscavich disse:
    3 de janeiro de 2011 às 13:50

    Belo!

    Responder
  11. Paulo Augusto Jr. disse:
    3 de janeiro de 2011 às 14:38

    Mas Tio, nesse texto ele está se referindo a oferendas aos Orixás e alguns Espíritos superiores não é? Pois os despaços pros exus e pombagiras aqui no meu estado no meu estado são mais feitos com energias negativas, pois o gado daqui só usam pra fazer mal a alguém!!! Acho que o verdadeiro sentido se perdeu com o tempo, assim como aconteceu com muitas outras coisas.
    Em relação a linhas de Ley fica difícil de se estudar pois o senhor mesmo disse que não há na literatura profana muita coisa confiável!!!
    E quanto a ser perigoso acho os loucos que fazem essas coisas sabem das consequencias mas não ligam, só querem os resultados.
    E uma dúvida cruél sobre o sangue, pelo menos aqui no meu estado todas as vertentes da Umbanda dizem e praticam o banho de sangue quando no seu corte de Exu! Tem como se fazer um corte de Exu sem tomar o banho com o sangue???

    @MDD – Umbanda nenhuma usa sacrifício! se usarem e falarem que é Umbanda, saia correndo que é uma cilada!

    Responder
  12. Dynacx disse:
    3 de janeiro de 2011 às 17:36

    Muito bom o texto,

    Responder
  13. matheuschch disse:
    3 de janeiro de 2011 às 18:55

    Tio, eu moro a metros de uma encruzilhada em Porto Alegre, e esses dias duas pessoas estavam em pé no meio do cruzamento (na pista) enquanto um outro homem lhes jogava pipocas de uma bacia, como tinha uma placa de pare e eles estavam no meio da rua tive reduzir e que desviar deles e o cara da pipoca ficava fazendo sinais com a mão para eu passar sem parar e rápido (pelo que eu entendi), e eu passei bem ao lado deles de carro. Meu irmão emprestado que é soteropolitano estava na carona e ele falou que nem em Salvador tem coisa parecida. O fato de eu morar perto de um cruzamento muito ‘macumbado’ ,e de eu ter de passar todos dias, inspira algum cuidado em especial?

    Esses tempos também meus amigos foram até o final de uma rua aqui perto e sentiram um cheiro podre foram ver o que era e encontraram sete cabeças de ovelha decapitadas, me contaram e eu falei que achava que deveria se tratar de algum trabalho hardcore que eles ficassem longe e de preferência não fossem mais ali. Só de presenciar, sentir o cheiro o desconforto físico deles foi instantêneo imagino o que estava acontecendo astralmente ali num momento desses. Quando algo assim acontece e esbarramos numa lambança vibracional dessas, o que fazer?

    Responder
  14. jeff disse:
    3 de janeiro de 2011 às 19:37

    Baseado no texto que você nos dispôs, sou levado a refletir em minha humilde opinião que o Camdomblé deveria reformular várias de suas práticas.

    Responder
    • Homer disse:
      3 de janeiro de 2011 às 22:06

      Na minha humilde opinião, o candomblé já deve ter mais de 5.000 anos e está muito além do seu achar. Judeus sacrificam, árabes sacrificam, hindus sacrificam. Candomblé tem fundamento.

      Edmundo Pellizari: “Na África o sangue é um elemento sacrificial. O kimbandeiro oferece um ani­mal a uma entidade, prepara a carne e entrega a primeira porção ao espírito. O resto do animal, que se tornou agora ali­mento, é compartilhado com a comuni­dade se isto acontece em data festiva.”

      @MDD – acho muito mais válido o sacrificio de animais ritualisticamente, com propósito, do que os incontáveis animais que sao mortos todos os dias para fazer hamburger. Quem nao é vegetariano nao tem nenhuma moral para reclamar do sacrificio de animais no Candomblé…

      Responder
      • Leon disse:
        4 de janeiro de 2011 às 1:09

        Isso é tenso.
        O pessoal critica os rituais de sacrificio,diz que é horrível,que tem do do animal sacrificado,mas não tarda em usar uma lista enorme de produtos com base animal,seja comida,roupas ,pomadas e um sim fim de coisas.

        Responder
      • Alexandre Teles disse:
        4 de janeiro de 2011 às 13:56

        Para os que tem conhecimento muito reduzido com relação aos cultos afros, recomendo os livros: “Umbanda: a proto-sintese cósmica” de F. Rivas Neto e “Umbanda de todos nós” de W. W. da Matta e Silva acerca da umbanda. Sobre o candomblé, “Orun Aiye” de Jose Beniste, “Candomblés da Bahia” de Edison Carneiro e “Igbadu – A Cabaça Da Existência – Mitos Nagôs Revelados” de Awofa Ojebebara. Pesquisas sobre grandes mestres da tradição africana no brasil como Gaiaku Luiza, da cidade de Cachoeira, na Bahia, também são muito proveitosas.

        Responder
        • Alexandre Teles disse:
          4 de janeiro de 2011 às 13:59

          Esqueci de citar que o estudo dos Cultos de Nação (Jeje, Bantu, Nagô) são extremamente importantes para se compreender como se processa o culto e liturgia ^^

          Responder
          • Alexandre Teles disse:
            9 de janeiro de 2011 às 0:41

            E esqueci também de citar, três livros muito bons (e obrigatórios) do Rubens Saraceni: “Manual Doutrinário, Ritualístico e Comportamental Umbandista”, “Livro de Exu” e “Tratado Geral de Umbanda”.

          • Alexandre Teles disse:
            9 de janeiro de 2011 às 0:44

            Eu vou é arredondar e recomendar todos os livros do Rubens…

      • HHHelderBeast disse:
        4 de janeiro de 2011 às 17:04

        Acho que muitos vegetarianos também não têm moral pra reclamar, já que consomem produtos de origem animal como ovos, leite, queijo, manteiga…

        Se o cara quiser reclamar, tem que ser no mínimo um exímio vegano; que só coma produtos em cuja composição não há NADA de origem animal; que só utilize produtos de higiene que não foram testados em animais e por aí vai.

        Tem que ser como um garoto ativista por quem a Lisa Simpson se apaixona em um dos episódios da série. Ele declara pra ela: “Sou um Vegan Nível 5. Não como nada que faça sombra.”

        Responder
  15. Valéria disse:
    3 de janeiro de 2011 às 21:44

    Mas Candomblé não é Umbanda.

    Responder
    • Alexandre Teles disse:
      4 de janeiro de 2011 às 14:01

      A umbanda de certa forma herdou vários aspectos do candomblé, mas realmente, são muito diferentes.

      Responder
  16. kk disse:
    3 de janeiro de 2011 às 23:14

    Ás vezes me preocupo com a pureza das linhas energéticas. Será que o excesso de despacho não sobrecarrega as linhas visto que este tipo de prática mágica há em outras escolas e religiões ao redor do mundo ?

    Talvez seja uma preocupação banal com a Terra, mas pense no Ganges por exemplo …

    Aquilo tá um nojo.

    Não tem algo que possa “limpar” o local depois do trabalho ?

    Responder
    • Alexandre Teles disse:
      4 de janeiro de 2011 às 13:57

      Rá! Esse é o tipo de pergunta que vale mais a pena você ir estudar e procurar, do que receber a resposta de cara ;)

      Responder
  17. Zombie disse:
    3 de janeiro de 2011 às 23:37

    @Jeff,

    A culpa não é do candomblé. Nunca foi. A culpa é do povo mal informado que busca pai de santo picareta para “trazer o amado em 3 dias” e afins. É de se esperar que esse tipo de ritualistica traga energias negativas, afinal, trabalhos egoístas… atraem entidades egoístas. Há muita gente bem intencionada dentro da umbanda :)

    @Deldebbio

    Tio, Vou refletir no que posso fazer aqui. Mas uma coisa é certa: Não deixarei de estudar nunca! Abraço!

    Responder
  18. EDJ disse:
    4 de janeiro de 2011 às 0:37

    Obrigado, não sei se foi coincidência ou uma resposta, mas me esclareceu um pouco…

    “Mas perguntará o leitor: já não encarnam tantos assassinos, facínoras e corruptos? Como estes conseguem o tal passe? E responderemos que estes se encontram nesta condição por já estarem extremamente melhorados”

    Então com o tempo a tendência é melhorar? é uma luta contra a própria vontade e o prêmio é fazer com que a cada nova reencarnação deixe de ser menos monstro?

    E as ordens, elas ajudam?

    Muito obrigado

    Responder
  19. Leon disse:
    4 de janeiro de 2011 às 1:23

    “…responderemos que estes se encontram nesta condição por já estarem extremamente melhorados e que as coisas no submundo astral são bem piores.”

    Nossa,nunca imaginei que a coisa no Umbral fosse tão negativa a esse ponto.
    Agora fiquei tenso.

    @MDD – a coisa lá é tensa… pense em Silent Hill… poderíamos colocar que foi baseado em locais reais…

    Responder
    • tico&mia disse:
      24 de janeiro de 2011 às 21:22

      Ah, Silent Hill! Aquele jogo resumia todos os meus pesadelos. Como era grande a sensação de dejà vú ao ver o ranger de ferros daquela cidade…

      Responder
    • william disse:
      28 de janeiro de 2011 às 12:14

      Então, quando joguei Silent Hill também tive a idéia que o umbral devia ser daquela forma. To me referindo ao modo nightmare, aquele com as paredes escorrendo sangue e tal. Deixa eu aproveitar e ja fazer uma pergunta: Em relação ao sacrificio com sangue, a chamada imolação de animais era muito utilizada no velho testamento. Sendo que pelo que entendi do texto, somente espiritos de baixo estado vibracional, seriam beneficiados com esse tipo de sacrificio. Então a questão é a seguinte. A quem era dirigido esses sacrificios de imolação no antigo testamento ? A Jeová ? Se afirmativo o porque ? senão, a quem era então ?

      Responder
  20. Gustavo disse:
    4 de janeiro de 2011 às 6:36

    Marcelo,

    Que livro você indica para quem pretende começar a estudar seriamente umbanda e já tem uma base razoável em ocultismo?

    E um terreiro confiável lá em São Paulo?

    Abraço!

    Responder
  21. Maximiliano disse:
    4 de janeiro de 2011 às 10:52

    Primeiramente parebéns pelo exelente texto.
    Sou Umbandista a algum tempo e muitas vezes me questionei sobre os famozos despachos nas encruzas, e dos fundamentos relacionados a eles. Quando se faz uma oferenda a um Exu e depois temos que despachar em uma encruza, o que realmente acontece?
    Eu nunca sacrifiquei nenhum animal ao meu Exu ou a qualquer outro guia meu. Mas é uma escolha pessoal, o importante é a intenção de quem faz o Pade, ou qualquer outra oferenda. Se for algo maléfico as entidades do bem não irão aceitar.

    O Exu em si é uma entidade um pouco complicada, é dificil defini-la e principalmete saber o que ela fará. Uma coisa eu sei. Eles não são cascões astrais, não são elementais ou egregoras. São espíritos e muitos outros espíritos gostam de dizer que são Exus para ganhar oferendas e se fortalecerem.

    Acredito eu que uma oferenda de sangue deve ser muito pensada e muito bem feita, e quando for feita deve ser diferenciado o desejo da vontade, para que a oferenda ser realmente direcionada.

    Responder
  22. Anderson disse:
    4 de janeiro de 2011 às 11:55

    Bom!!! podemos inferir que, se os rituais realizado em encruzilhadas( linhas de ley) regados a sangue(humano ou de animais) atrai esta forças mencionadas acima,o que dirá os sacrifícios realizados pelos povos antigos( Astecas , Maias…etc) , sacrifícios estes, realizado sobre as pirâmides ou seja linhas de ley. Fica aí a pergunta: estes rituais antigos que eram utilizados para acalmar os deuses( e de certo modo demostrar poder)podem ser vistos de outra forma?

    Responder
  23. Anderson disse:
    4 de janeiro de 2011 às 12:02

    ……… ou o contexto/ prposito do sacrifícios antigos eram diferentes?

    Responder
  24. Ranieri disse:
    4 de janeiro de 2011 às 12:52

    Eu sou vegetariano…não por dó dos animais e blá blá blá…só por me sentir melhor sem carne mesmo.
    Mas, quando se trata de sacrifícios com fins ritualísticos, acho totalmente desnecessário.
    O que tem um cabrito a ver com uma sede mesquinha por dinheiro? (já vi uma cabeça de cabrito dentro de um vaso de cerâmica numa esquina).
    E a galinha…o que ela tem a ver com um idiota que, por causa do seu orgulho, tomou um pé na bunda da mulher?
    Nesse contexto, aí sim eu sinto dó dos animais sacrificados. Por que eles não são sacrificados para a sobrevivência humana (sobreviveríamos muito bem sem a carne deles, mas isso não tem a ver com o assunto), eles são sacrificados, 90% das vezes, em prol de idiotas que não conseguem, através de competência pessoal, dinheiro e relações íntimas saudáveis.
    Para o resto (limpeza da aura, equilíbrio dos chakras, desobcessão, demanda mental negativa…), pra quê sacrificar animais?

    Se houver alguma utilidade mais nobre para sacrifícios de animais, não vejo porque esse objetivo não seria conseguido com uma entidade de luz, que não precisa de prana de encarnados pra nada.

    Não sou moralista…concordo com bebidas e fumos em umbanda…elas têm uma explicação plausível.

    Só acho que sacrifício de animais com fins egoístas atinge diretamente a natureza, ferindo diretamente a qualquer um que realmente compreende o sagrado da criação de Deus, do mais abstrato conceito/dimensão até a árvore da esquina da minha casa…

    Ainda não conheço tudo de candomblé e umbanda, mas esse cara conhece, e critica o sacrifício.
    http://ceuesperanca.blogspot.com/2010/12/sou-zelador-do-santo-agenor-miranda.html

    @MDD – Os pais de santo que eu mais admiro pelo conhecimento também não fazem e não gostam (na verdade, os melhores que eu já conheci são veterinários no mundo profano e ABOMINAM essa prática). De todos os que eu conheço e respeito, só três fazem sacrifícios e pouquíssimas vezes por ano, e em todos eles são feitos rituais bem sérios, apenas o Azougue (sacerdote) faz os sacrifícios, a comida é preparada e servida depois, tem todos os cuidados… o objetivo do post não é defender nem criticar, é mostrar que existe. E deixar claro que o sacrifício de um animal feito por um zé mané ou satanista de orkut não tem efeito (a nao ser atrair kiumbas pelo sangue) porque a pessoa não tem “mão de faca” que é a habilidade magística para fazer sacrifícios.

    Responder
  25. Carlos Gomes disse:
    4 de janeiro de 2011 às 13:18

    « Estes são os famigerados quiumbas, seres que habitam a contraparte astral de locais como prostíbulos, matadouros, casas de jogos, cemitérios, bares».

    Quer dizer que o melhor é não frequentar cemitérios? Costumava visitar um em Lisboa que era tão bonito, que parecia um museu e as esculturas na sua grande maioria estavam ligadas à maçonaria.
    Aquilo também é tão sossegado, que sento-me nos bancos e fico a ler.

    @MDD – Não se recomenda frequentar cemitérios pela energia de dor, nervosismo, perda e outros sentimentos de baixa vibração que eles acumulam, especialmente em culturas católicas, por conta dos funerais. Mas vai que você é Filho de Omulu e se sente bem nessa energia? rsrsrs

    Responder
  26. Vinícius Pedro disse:
    4 de janeiro de 2011 às 14:17

    passei o ano novo em uma casa que possuia mais imagens do que um terreiro, tinha até pentagramas invertidos em uma parte da casa. eu comi um churrasco de carne de bode que foi dada pelos donos da casa, mas não sei se aquilo tinha sido um sacrificio ou não. tem algum problema consumir essa carne independe do tipo de trabalho que foi feito?

    Responder
  27. Aiac Santos disse:
    4 de janeiro de 2011 às 18:43

    Marcelo, gostaria de entrar em contato com você pra receber um parecer sobre algo q está acontecendo na minha cidade…
    não achei e-mail de contato ou nada do tipo no site.
    por favor me mande um e-mail, ou deixe seu contato.

    @MDD – marcelo@daemon.com.br

    Responder
  28. Bernardo disse:
    4 de janeiro de 2011 às 19:28

    Acho que não é errado sacrificar animais. Só é arriscado, e a pessoa deve saber o que está fazendo. Nada demais, em todos os lugares, não é indicado fazer nada que você não conheça. Desde consertar o motor do seu carro até brincar numa usina nuclear…

    Errado mesmo, é matar os bichinhos por prazer. Isso chega a ser filhadaputagem… Se for pra comer… oras, todos podem comer o que quiserem, e se acham que precisam de carne, coma, ué.

    Responder
  29. moscavich disse:
    4 de janeiro de 2011 às 21:07

    Marcelo
    Veja esse texto. Fala sobre a marcação da data e explicações sobre o Carnaval, Páscoa e Pentecostes. Segundo o autor “uma das mais importantes atividades do astrólogo, na antigüidade, era a elaboração do calendário que, sem dúvida, possuía um caráter sagrado. Por isso, as horas do dia, os dias da semana ou determinadas momentos do ano eram presididos por divindades específicas e consagrados às festas e rituais que expressavam simbolicamente as qualidades delas.” O texto é muito interessante, mas me pareceu baseado na versão da igreja católica dos fatos, já que os cálculos das datas são baseados no nascimento e morte de Jesus do modo como a maioria de nós conhece, ou seja, a versão da ICAR. Gostei bastante da pesquisa, principalmente por que ela parece dar sequencia aos seus textos sobre os papas e as histórias dos concílios. O que você acha? Abraços
    http://portodoceu.terra.com.br/filorelig/artesimbolismo-1004a.asp

    Responder
    • moscavich disse:
      4 de janeiro de 2011 às 21:39

      http://www.deldebbio.com.br/index.php/2010/03/24/sefirat-ha-omer-2010-parte-1/

      Responder
  30. Martinho disse:
    5 de janeiro de 2011 às 2:34

    Caro Del Debbio, estava assistindo os Simpsons em um episódio em que o Mr. Burns aniversariava e queria seu ursinho “Bobo”. Eis que surge o nosso querido Homer com um terno com duas bolas e um “cano”. Fiquei pasmo, pq o episódio não tinha nenhuma referência direta à ordem além dessa. Sabes se algum criador dos Simpsons é nosso ir.:?
    T.: e F.: A.:

    Martinho Vasconcelos
    M.: M.:

    Responder
  31. Gabriel Avelar disse:
    5 de janeiro de 2011 às 8:00

    Vale dizer que apesar do autor generalizar sobre a não existência de “verdadeiros” guardiões de encruzilhada, a experiência mostra que existem sim encruzilhadas importantes guardadas por entidades “verdadeiras”.

    Uma vez que o que está acima está abaixo e o que está abaixo está acima, é lícito crer por analogia que determinadas encruzas são energéticamente importantes a ponto de surgir a necessidade de ter de ser guardada por regentes do astral.

    @MDD – Excelente colocação.

    Responder
  32. Renis disse:
    5 de janeiro de 2011 às 10:52

    Frater DD.
    Caso entremos em tais lugares e sentimos já imediatamente as vibrações ruins de tais forças, e saibamos por acaso uma ou duas palavras de proteção, mas essas palavras ecoem para todo o ambiente e não somente a minha pessoa, isso pode ser nocivo mais tarde. Por exemplo, o nome Yeshua, você falou uma vez que esse nome pode ser usado para limpar um ambiente, mas um amigo meu disse também que se você não souber pronunciar de nada será util.
    Mesmo pronunciando de forma errada tem algum efeito sobre esses espiritos, forças entidades?

    Responder
  33. andrea giorgini disse:
    5 de janeiro de 2011 às 15:45

    Olá, MDD e leitores assiduos do site,

    Concordo com o Gabriel Avelar e digo mais: existem guardiões que tomam conta de familias, casas, quarteirões, comunidades e por aí vai… Ninguem está sozinho e a presença de um exu ou pomba-gira num lugar, seja encruzilhada ou mesmo ao lado das pessoas, não significa que ali exista o mal. O mal está na cabeça e na intensão destas mesmas pessoas. Somos vigiados o TEMPO TODO. Seja por espiritos de luz ou espiritos sem luz, que nos seguem em todos os lugares que vamos.

    A era do conhecimento está aí, para que possamos desmitificar tabus e preconceitos criados em função da falta de informação.

    Responder
  34. Eduardo Peralta disse:
    5 de janeiro de 2011 às 17:23

    MDD e todos os outros amigos e irmãos,
    Falando em linhas de Ley… Lembro que quando você entrou nesse assunto na sua coluna no TDC, alguém tinha disponibilizado um link para download de um aplicativo para google earth. Esse, mostrava as Linhas de Ley por todo o globo, e portanto, as encruzilhadas também. Teria feito essa pergunta também ao pessoal do Mayhem, mas ainda não obtive sucesso com o convite (ou eu, por ignorância, não soube entrar no grupo, sei lá…). Farei também essa pergunta ao pessoal da comunidade do orkut, pois, alguém por lá pode saber. Seja como for, alguém ainda tem o link para o download desse aplicativo? Agradeço desde já, a todos e ao MDD pelos textos!!! Abraços e P.P.!!!

    Responder
  35. Vinicius Lira disse:
    5 de janeiro de 2011 às 17:41

    No caso o sacrifício é mais característicos do Candomblé, certo?
    Sendo assim, não seria normal ocorrerem sacrifícios nos terreiros já que a grande maioria deles trabalham tanto com candomblé quanto com umbanda? Ou todos os rituais são bem definidos e cada qual no seu lugar?

    @MDD – Como todas as invencionices nessa área, existem as misturebas, pais-de-santo que sabem menos de espiritualidade do que vocês, terreiros onde os médiuns não estudam, servindo só de cavalos pros espíritos e por ai vai. Umbanda não tem NENHUM sacrificio. Ponto final… se tem QUALQUER COISA nesse sentido, não é umbanda… podem estar falando que é, mas não é…

    Responder
  36. Emerson disse:
    5 de janeiro de 2011 às 19:32

    Boa noite a todos!

    Quando vi esta matéria logo me interessei, pois a família de minha mãe é de Umbanda, inclusive possuo um tio que é Pai de Santo. Na minha adolescência fui muito ao Centro e me sentia bem, mas quando conheci e testemunhei os rituais de sacrificios me senti “sujo” e isto fez com que eu me afastasse do Centro, mas sempre respeitei a religião da família e hoje procuro saber sempre mais a respeito de todas as religiões e filosofias.
    Agradeço ao Marcelo pelo ótimo texto, muito esclarecedor mesmo.

    Responder
  37. Anderson Roberto disse:
    6 de janeiro de 2011 às 1:42

    http://blogs.estadao.com.br/radar-politico/2010/05/26/dilma-rousseff-usa-talisma-de-protecao-contra-inveja-e-mau-olha%C2%ADdo/

    @MDD – Ainda bem que “não funcionam”, ne?

    Responder
  38. Cocheiro disse:
    6 de janeiro de 2011 às 22:23

    Caro Tio DD,

    Venho mais uma vez agradecer a voce pelo site, pois foi aqui que comecei a abrir meus olhos para toda uma realidade que está na cara de todos, e incrivelmente poucos podem ver.
    Não mais ser iludido pelas “otoridades”, não mais pensar como o gado, realmente isso não tem preço. Um exemplo é o deste post: durante muito tempo tive a ideia preconceituosa a respeito da umbanda; na verdade, nem sabia diferenciar umbanda de candomblé, de quimbanda…Foi graças a tudo que estou estudando agora, que comecei a ter uma pequena noção a respeito também da umbanda, e digo que estou muito surpreso com a profundidade de seus conceitos…
    Ainda no assunto, gostaria de saber a opinião de outras pessoas a respeito dos livros do Rubens Saraceni.
    Abraços a todos.

    Responder
  39. Herculano disse:
    31 de janeiro de 2011 às 14:52

    Uma dúvida… e um trabalho que foi feito à alguém na linha do cemitério?Como se desfaria uma coisa horrenda dessas?

    Responder
  40. rafael disse:
    15 de junho de 2011 às 15:12

    Muito bem postado …
    Laroiê exu …

    Responder
  41. guilherme disse:
    20 de abril de 2012 às 0:13

    Marcelo, conheci um umbandista e quibandeiro vidente e ele disse que meu exu está pedindo uma matança para abrir caminhos , o que vc diz sobre isso marcelo? me oriente,agradeço!!!

    @MDD – Fuja para as montanhas, Bino. é uma cilada!

    Responder
  42. lucas disse:
    6 de janeiro de 2013 às 12:31

    Então mesmo dentro de mercados, onde temos o açougue e frigorifico, pode haver a existência de Kiumbas?

    @MDD – especialmente onde tem sangue…

    Responder
  43. Larcks disse:
    27 de abril de 2013 às 0:34

    Então deixa eu ver se entendi bem. No sacrificio existe muita energia envolvida e etc e alguns rituais se utilizam dessa energia desprendida para causar determinadas mudanças. Mas no caso já que as energias desprendidas dos mesmos são energias negativas então só se podem alcançar resultados negativos como ataques e coisa e tal ou é questão de saber lidar com a energia? O mesmo vale para o sangue? Ex: Sangue de um animal morto = ruim. Utilizar seu sangue para uma consagração de um objeto como forma de ligação e carregamento energético = Ok?
    Fiquei confuso agora.

    @MDD – O animal deu o consentimento dele para você tirar o sangue dele?

    Responder

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