Teoria da Conspiração

O Que Eles não gostariam que você soubesse…
  • Início
  • Marcelo Del Debbio
  • Enciclopédia de Mitologia
  • Cursos
  • Colunas
  • Mapas e Sigilos Pessoais
  • Bibliografia
  • A.’. A.’.
  • Exercícios

Entendendo a Anti-Maçonaria

deldebbio | 25 de fevereiro de 2011

Texto do ir.’. José Maurício Guimarães.

As antimaçonarias são movimentos formados por fundamentalistas religiosos, políticos radicais e ex-maçons voltados para a crítica à Maçonaria. Sendo a Ordem Maçônica estruturada numa filosofia libertária, não condenamos a priori essas críticas. Entendemos que todo homem e toda associação (desde que se mantenham nos limites da lei) têm o direito ao livre pensamento. Todavia, analisando os fatos que deram origem à crítica sistemática, o estudioso acaba encontrando aspectos curiosos e relevantes dessa intolerância. Daí, prefiro colocar o termo antimaçonaria em itálico – e possíveis aspas! – uma vez que não existe bom-senso nem contraditório no radicalismo e na intolerância.

O primeiro ensaio para a criação de uma antimaçonaria foi perpetrado pelo escritor e jornalista francês Marie Joseph Gabriel Antoine Jogand Pagès, mais conhecido pelo nickname Léo Taxil. Esse Taxil tornou-se conhecido na Europa entre 1870 e início do século XX por ter enganado as hierarquias eclesiásticas com falsas publicações (ditas “confissões”) sobre os maçons. A principal dessas “confissões” consistia no relato das desventuras de uma suposta Diana Vaughan perante uma imaginária “seita maçônica”. O livro de Taxil causou grande repercussão entre o clero católico e, apesar das sábias considerações e advertências do bispo de Charleston, denunciando as falcatruas e invencionices de Taxil, o Papa Leão XIII recebeu o falsário em audiência e acabou acreditando nele… Só mais tarde descobriu-se que Marie Joseph Gabriel Antoine Jogand Pagès – aliás Léo Taxil, aliás Paul de Régis, aliás Adolphe Ricoux, aliás Samuel Paul, aliás Rosen, aliás Dr. Bataille… – era o esperto e oportunista, diretor do jornaleco “La Marotte” proibido na França por violar a moral e, por causa disso, Léo Taxil fora sentenciado a oito anos de prisão. Era o mesmo Adolphe Ricoux que publicava livros anti-católicos pintando a hierarquia eclesiástica como hedonista e sádica. Esse homenzinho de nome grande e de vários nomes confessara muito mais em 1885: com carinha de anjo, dizia-se convertido ao catolicismo para ser solenemente recebido no seio da Igreja. Era o mesmo nanico moral Gabriel Antoine Jogand que, neste mesmo ano!, ludibriara uma Loja Maçônica a aceitá-lo como Aprendiz – grau do qual ele nunca progrediu – e onde tentou utilizar a boa-fé dos irmãos Maçons para conseguir dinheiro e promover uma imprensa anticlerical. Um homem de mil caras esse Taxil. No ano seguinte Taxil achou por bem tornar-se o autor oficial da antimaçonaria promovendo a venda indiscriminada de novos livros e jornais sobre o assunto. Tomava dinheiro de uns para escrever e publicar contra outros. Taxil foi o mestre da cizânia. Aproveitou as alucinações de Eliphas Lévi (aliás abade Alphonse Louis Constant) e endereçou novas “acusações” contra a Ordem que inadvertidamente o iniciara. Despejou entre os franceses o café requentado da época dos Templários: os maçons seriam satanistas e adoradores de um ídolo com cabeça de bode chamado Baphomet. Essa reinvenção do absurdo ficou conhecida como “Jogo de Taxil” ressuscitando a malfadada figura do bode como ícone (maldito) da Maçonaria. Entre 1886 e 1887, doente e com medo da morte, constantemente assombrado pelo diabo que ele mesmo criara – trêmulo diante da perspectiva do Juízo Onipotente – Taxil acabou por confessar suas fraudes. O nanico estava cansado de ludibriar as pessoas. Mas era tarde demais, o mal estava feito: a calúnia é semelhante à história daquele homem que subiu no alto de uma torre e espalhou um saco de penas sobre a cidade – impossível recolher todas… impossível recompor…

No século XX as bases das antimaçonarias assentaram-se em três elementos: as fantasias de Léo Taxil, o fanatismo religioso e os movimentos políticos totalitaristas: o salazarismo, o fascismo, o nazismo e o stalinismo. Quanto ao comunismo, o Quarto Congresso da III Internacional (novembro de 1922) estabeleceu “a incompatibilidade entre a Maçonaria e o Socialismo” tido como evidente na maioria dos partidos da anterior II Internacional. A Maçonaria foi considerada como “organização do radicalismo burguês destinada a semear ilusões e a prestar seu apoio ao capital organizado em forma de Estado”. Em 1914 o Partido Socialista Italiano expulsou os maçons de suas fileiras e o Quarto Congresso recomendou ao Comitê Central do Partido Comunista francês a tarefa de liquidar, antes de 1º de janeiro de 1923, todos os vínculos do partido com alguns de seus membros e de seus grupos com a Maçonaria. Todo aquele que antes de 1º de janeiro de 1923 não declarasse abertamente e a público, através da imprensa do partido, sua ruptura total com a Maçonaria ficaria automaticamente excluído do Partido e sem direito a reafiliar-se no futuro. Felizmente esse tipo de oposição foi revisto na segunda metade do século XX: a Maçonaria tem hoje mais de 300 Lojas em Cuba (Gran Logia de Cuba fundada antes da revolução – em 1859 – e mantida por Fidel Castro). Além disso, desde 1995 a Grande Loja da Rússia prossegue em seus trabalhos com Lojas sediadas em Moscou, St. Petersburg, Voronezh, Vladivostok, Yaroslavl, Kaliningrad, Novosibirski, Beliy Ritzar, Voronezh, Stavropal, etc… (fonte: List Of Lodges, Pantagraphprinting).

Em 1945 o nazismo impedira o funcionamento das Lojas Maçônicas na Alemanha. Nos países ocupados as Lojas foram queimadas e todos seus arquivos confiscados e queimados. O prejuízo para a história da Ordem foi incalculável. Os líderes da Maçonaria alemã foram sumariamente assassinados sob o pretexto de que a maçonaria mantinha ligações “ilícitas” com o judaísmo internacional. Outros foram mandados para campos de concentração, juntamente com suas famílias. Nossos irmãos eram obrigados ostentar nas vestes a estrela de seis pontas que é, ao mesmo tempo, judaica e maçônica (Estrela de Davi).

Enquanto isso, nas fileiras da resistência permaneceram maçons ingleses, americanos, franceses, dinamarqueses, tchecos e poloneses. Este é um fato que a atual antimaçonaria parece desconhecer… Sir Winston Churchill, líder e principal vitorioso da 2ª Grande Guerra, era maçom – iniciado em 24 de maio de 1901 na “Studholme Lodge nº 1591” e conduzido ao Grau de Mestre, em 25 de março de 1902, na “Rosemary Lodge nº 2851” de Londres.

Para entendermos as antimaçonarias é necessário ressaltarmos que a Ordem apresenta duas correntes principais: a Regular e a Paralela. Maçonaria regular é a de origem judaico-cristã (católico-protestante) surgida como “Operativa” por volta de 1356 e tornada “Especulativa” em 1717(*). Essa Maçonaria sempre conviveu com a Igreja Católica ou com os Anglicanos e/ou Protestantes quando o Vaticano lhes fez oposição. A outra, chamada “maçonaria paralela”, é a que supostamente possui elementos “contraditórios” com as teses da Maçonaria regular, por exemplo: a aceitação em seu meio de místicos exacerbados, pagãos e outras correntes esotéricas e similares. Essa dicotomia não afeta os laços de fraternidade dentro da Ordem como um todo. Mas, os inimigos da Maçonaria se aproveitam da convivência pacífica entre essas correntes e “colocam todas as laranjas no mesmo saco”.

Quanto ao fanatismo religioso, torna-se mais difícil analisá-lo nos dias de hoje. Muitos de seus “baluartes” estão na internet ocultos em matérias e sites anônimos. Do outro lado, a falta de estudo e pesquisa em vários segmentos da Ordem Maçônica propicia a esses adversários a formação de redes descontínuas e propositadamente confusas onde se misturam fatos e preconceitos. Apesar de assentarmos os trabalhos das Lojas sobre cânones da literatura sagrada (em nossa caso a Bíblia), o fanatismo religioso usa esses mesmos textos para condenar e desacreditar as instituições iniciáticas e o trabalho que realizamos em benefício da sociedade. Apegam-se num ou noutro deslize, numa ou noutra falha humana para condenar uma ideologia inteira que vem sobrevivendo dignamente durante séculos, com enormes sacrifícios e mesmo com a vida de seus membros. Isto sem falar no auxílio que dispensamos às demais instituições (religiosas e iniciáticas) e na defesa que lhes prestamos sempre que sintam ameaçadas.

- A Maçonaria é uma organização de homens sujeitos aos mesmos erros e imperfeições que acometem nossos detratores. Com uma diferença: não pretendermos ser infalíveis nem ocultamos nossos atos sob a capa da religiosidade.

________________________________

(*) – Maçonaria operativa é o ofício de pedreiro (mason em inglês ou maçon em francês = pedreiro); por outro lado, Especulativa é a Maçonaria que averigua minuciosamente os fatos das Ciências Sociais em busca da verdade; que observa, indaga, pesquisa, cogita e reflete no seu campo de AÇÃO que é o homem e a sociedade. A Maçonaria Especulariva data do século XVIII, portanto, não é apropriado o uso do termo operativo para designar um Maçom dos dias atuais (a não ser que ele exerça a profissão de alvanel = pedreiro).

Categorias
Maçonaria
Tags
ICAR, Maçonaria
Comentários RSS
Comentários RSS
Trackback
Trackback

« A Arca da Aliança Rei Arthur, Excalibur e Sabres de Luz »

32 Responses to “Entendendo a Anti-Maçonaria”

  1. jeff disse:
    25 de fevereiro de 2011 às 13:11

    E é ai que se vê o carater de uma instituição, mantém-se sempre pronta a ajudar mesmo sendo perseguida por uma orda de preconceitos. É oculta em algumas coisas porque se fosse aberta o povo não compreenderia e já colocaria seus fanatismos e impetos de guerra. Salve a grande loja Maçonica.

    Responder
  2. Leandra disse:
    25 de fevereiro de 2011 às 13:39

    Não sou maçom, mas conheço um pouco da Ordem porque tenho amigos maçons… lendo o seu texto, me surgiu uma dúvida: vc diz que “a Ordem apresenta duas correntes principais: a Regular e a Paralela”… os diferentes ritos de que ouvimos falar são todos da maçonaria regular? Ou a maçonaria “regular” só possui um único rito? (nesse caso, qual seria?)

    @MDD – Atualmente, existem 6 ritos praticados na Maçonaria regular aqui no Brasil: Rito Escoces Antigo e Aceito, Rito de York, Rito Moderno, Rito Brasileiro, Rito de Schroeder e Rito Adonhiramita.

    Responder
    • Simples disse:
      6 de junho de 2011 às 7:13

      Caro Marcelo.
      O rito escoces retificado acontece por aí…
      Abraço.

      Responder
  3. Greg disse:
    25 de fevereiro de 2011 às 16:06

    MDD, só uma correção: no começo você fala de Taxil como sendo de 1870, mas depois diz “Entre 1986 e 1987, doente e com medo da morte”, cabe uma correção de data. No mais, excelente texto, acredito que exemplos de pessoas e grupos anti-maçonaria não devem faltar, creio que aqui ainda há espaço para mais uma matéria sobre o mesmo assunto, como uma continuação, falando de outras pessoas e associações. Amplexos.

    Responder
  4. Rafu disse:
    25 de fevereiro de 2011 às 16:37

    Marcelo,

    Quando eu era criança (assim que aprendi a escrever) até meados da minha adolescencia, eu assinava meu nome com 3 pontos no final (.’.) …. nunca soube o por que disto.
    Já que não conheço pessoalmente nenhum maçon e não pertenço a ordem, isto pode ser um indicio de minha vida passada?

    @MDD – É possivel. Se for o caso, é provavel que voce encontre o caminho de volta à sua velha egrégora. Continue com os estudos.

    Responder
  5. Anderson Roberto disse:
    25 de fevereiro de 2011 às 17:55

    olá Marcelo, ei oque significa essa vestimenta e mascara da foto do post ? apareceu uma igualzinha numa parte do filme solomon kane mais como parecia fora de qualquer contexto acho que ali não significa nada mesmo, abraço

    Responder
  6. DanyielKrishna disse:
    25 de fevereiro de 2011 às 18:42

    Realmente acho que uma solução possível seria a Maçonaria ter um corpo central de relações públicas, no qual a imprensa e as pessoas poderiam pedir mais informações, livretos informativos (estilo os da AMORC), uma revista de saída regular também ajudaria. Talvez a criação de uma gráfica mantida pelas Lojas para divulgar manifestos, ideias e outros. Tudo sem comprometer os ensinamentos internos da Ordem é claro.
    Seria o se apróximar mais das pessoas e deixar o rótulo de Bicho Papão. Por outro lado acho que alguns membros gostam de se verem envolvidos pelo ar de mistério e lendas ao redor da Maçonaria, rs rs.
    Informação é a chave, se há uma forte propaganda anti-maçonaria, contra ataque da mesma forma, fazendo propagandas positivas e exclarecedoras.

    Paz e luz
    Vida e Glória

    Responder
  7. Carlos Henrique disse:
    25 de fevereiro de 2011 às 19:21

    “Esse Taxil tornou-se conhecido na Europa entre 1870 e início do século XX”
    “Entre 1986 e 1987, doente e com medo da morte”

    Como assim? O cara viveu mais de 100 anos?

    @MDD – hehhe… as datas corretas são 1886 e 1887. Valeu. Já corrigi.

    Responder
  8. Taffarel Micaloski disse:
    26 de fevereiro de 2011 às 8:37

    belo texto, é bom conhecer as origens do que nos faz mal
    mas o que há de desocupados alimentando egos e preconceitos é inacreditável.

    a maçoaria presta grandes serviços a humanidade a mais tempo do que posso conceber, e os charlatães atrapalham a tantot empo quanto.

    no final isso é bom, conheça seus amigos, entenda seus inimigos. querendo ou não eles nos ajudam a evoluir, uma pena que muitas vezes o preço seja tão alto

    Responder
  9. Gustavo N. Rocha Dias disse:
    26 de fevereiro de 2011 às 16:18

    Muito bom, vai esclarecer muita gente, ou não, vendo que as falácias de um embusteiro permanecem até o dia de hoje creditadas até a alama de alguns…

    Responder
  10. Dan20 disse:
    26 de fevereiro de 2011 às 16:44

    Muito bom, deixa clara a distinção entre maçonaria regular e maçonaria paralela, sob um nível de respeito uma para com a outra.

    “Despejou entre os franceses o café requentado da época dos Templários: os maçons seriam satanistas e adoradores de um ídolo com cabeça de bode chamado Baphomet. Essa reinvenção do absurdo ficou conhecida como ‘Jogo de Taxil’ ressuscitando a malfadada figura do bode como ícone (maldito) da Maçonaria.”

    Quanto a isso, já era mais do que lógico que os profanos pensassem mal a respeito da Ordem, que utilizava desde 1808 a figura de um bode, o que convenhamos não ser tão próprio para um sociedade filosófica.

    Responder
  11. Elrik disse:
    26 de fevereiro de 2011 às 22:28

    Opa! O texto fala em “alucinações de Eliphas Lévi”, autor de um dos livros da bibliografia básica aqui do site. Eu ainda não li, por acaso tem algum capitulo que devo pular por estar desatualizado ou coisa assim? Já ouvi falar que a descrição das cartas de tarô que ele faz é extremamente confusa e falha, isso confere? Quanto a esse assunto, tarô, tem algum livro mais recomendado para iniciantes?

    @MDD – Eu também achava que as descrições do elifas eram erradas e ilógicas, até que lendo o livro de MacGregor Mathers sobre o tarot ele afirma que o Elifas conhecia a verdadeira correspondência dos arcanos e as modificou de propósito no seu livro, para que profanos que pusessem as mãos nele não conseguissem entender (e ele teve esta idéia sem saber que um dia existiria internet – gênio!). quem conhece a organização de correspondência da Golden dawn 9que é a que eu uso aqui) consegue estudar Levi sem problema nenhum… quem não conhece (e a maioria dos esquisotéricos acaba caindo nas explicações do “dogma” sem pesquisar) acaba errando feio. O que por outro lado, é bom para sabermos quem estudou e quem não estudou de verdade sobre correspondencias do tarot.

    Responder
  12. Ma disse:
    27 de fevereiro de 2011 às 10:11

    Pra quem também ficou curioso em ver o mapa astral, o Marie Joseph nasceu em 21 março de 1854 – Marselha (segundo wikipedia pelo menos)..
    O horário eu joguei 13hs pra ter ascendente em Leão (e um pouco de Cãncer, afinal o cara tem vários “planetas mesclados”: Sol Peixes-Áries / Vênus Aquário-Peixes / Marte Leão-Virgem / Plutão Áries-Touro e a Lua possivelmente em Sagitário mas pronta a pisar em territórios capricornianos… talvez isso tenha contribuído para ser multifacetado desse jeito – tem os instrumentos não de apenas um signo, mas das nuances de praticamente 2 numa tacada só..).

    Responder
  13. André disse:
    28 de fevereiro de 2011 às 11:07

    “(*) – Maçonaria operativa é o ofício de pedreiro (mason em inglês ou maçon em francês = pedreiro); por outro lado, Especulativa é a Maçonaria que averigua minuciosam[...]A Maçonaria Especula[b]r[/b]iva [...]“.

    Só achei esse pequeno erro. Ótimo texto!

    Responder
  14. Henrico disse:
    1 de março de 2011 às 0:24

    Acabei de assasinar um desses no assasins creed! ehehehehe

    Responder
  15. Otavio" disse:
    1 de março de 2011 às 19:44

    Gostaria de entender o por que dessa imagem que ilustra o post.
    Me lembrou um dos personagens do: DE OLHOS BEM FECHADOS

    Responder
  16. Leonardo disse:
    1 de março de 2011 às 21:58

    Como eu sempre digo, a pior pobreza é a de espirito.

    Este cidadão conseguiu ser aceito nas fileiras da Maçonaria, fato que muita gente de bem, com o intuito de progredir espiritualmente, não consegue, e mesmo assim foi incapaz de aprender qualquer coisa de valor.

    Se ele tivesse um desejo sério de fazer críticas, e não somente causar discórdia, dentro da Ordem seria o local ideal, pois somente depois de aprender sobre algum assunto, é possível criticá-lo.

    Deve ter passado um bom tempo no Umbral, se não estiver por lá até hoje…

    Responder
  17. José Maurício Guimarães disse:
    2 de março de 2011 às 19:19

    Agradeço ao Marcelo Del Debbio por publicar o artigo de minha autoria “Entendendo a Anti-Maçonaria” de 25 de fevereiro de 2011. Aproveito para convidar seus leitores a visitarem meu blog no endereço http://www.zmauricio.blogspot.com
    José Maurício Guimarães

    @MDD – Blog muito bom, por sinal. Já coloquei o link. Havia recebido o texto por email, então havia apenas os créditos ao autor. Ficou faltando o link, que já está corrigido. TFA.

    Responder
  18. TiagoMazzon disse:
    3 de março de 2011 às 16:49

    Gostaria de entrar para a maçonaria. Pelo que vi não é da mesma forma que na AMORC. Como faz ?

    @MDD – Voce precisa que um maçom regular te indique e acompanhe o processo de sindicância dentro da loja. Da indicação de um Candidato até a Iniciação costuma demorar cerca de 1 ano.

    Responder
  19. bruno freitas disse:
    4 de março de 2011 às 22:01

    Olá Marcelo , fiquei curioso com a imagem , é uma espécie de difamação aos maçons?
    o que seria?

    Abarço.

    Responder
  20. Padre Judas disse:
    10 de março de 2011 às 20:48

    A roupa da imagem é a de um médico medieval. Eles utilizavam esta roupa (e a máscara) para tratarem de doentes vítimas da Peste Negra, entre outras pragas típicas do período. Provavelmente era uma forma de tentarem se proteger, já que não conheciam os meios de contágio.

    Meio inútil, já que Peste Bubônica se contrai através da pulga do rato – mas tem que dar um desconto.

    Responder
  21. renilso disse:
    11 de abril de 2011 às 17:15

    malditos seja esses ateus da maçonaria esses judeus desfarçados pois a justiça de deus caira em suas cabeças.

    @MDD – “ateus da maçonaria”… ok…

    Responder
  22. Leon disse:
    12 de abril de 2011 às 2:34

    MDD,como fica o caso de Padres Maçons?
    Como o Reverendo Todd Kasan,que apareceu no Documentário “Freemasons On Trial” da National Geographic.
    Como fica a relação dele com as egregoras as quais ele faz parte(da Igreja e da Maçonaria)?

    @MDD – Eu digitei esse nome no google e ele não aparece.

    Responder
  23. Padre Judas disse:
    12 de abril de 2011 às 22:20

    Renilso disse:

    “malditos seja esses ateus da maçonaria esses judeus desfarçados pois a justiça de deus caira em suas cabeças.”

    Me pergunto qual deus seria. Reparem também na ofensa aos judeus…

    Aliás, de uma tribo que nem conheço, os “desfarçados”.

    Responder
  24. dyto disse:
    17 de maio de 2011 às 17:30

    o problema do maçon, e essas teorias da conspiração que existe por ai, que voçe vendo parece ter um grande fundo de verdade. A elite global, Nova ordem mundial, tudo isso e para poucos , e nao e para o bem da humanidade, Nunca vi uma bandeira maçon em favelas, ajudando as pessoas, ou mantendo hospitais publicos, doando casas populares, so vemos o seguinte, o cara entra pra maçonaria, e logo ta andando de carro 0km, muita coincidencia isso. Se a maçonaria e bom, abra lugares publicos, para todos participar junto, e nao fica nessa merda de secreta.
    Ja vi muito video no youtube, sobre maçon, teoria da conspiraçao, e diz que o fim do mundo ta bem proximo, e digamos ta so digamos que 2012 vai ser foda , se for vc vai se fuder tambem igual o resto, ou vc acha que os maçons das grandes lojas , sabe os ricaços mesmo, vao dar bola para vc

    trabalhem para o povo, nao para si mesmo, façam o bem

    @MDD – Voçe chora, todos chora!

    Responder
    • Monique disse:
      7 de dezembro de 2011 às 19:59

      Sem querer ser intrometida, chata e “sabe-tudo”, caro dyto, eu tive um namorado maçom que andava de carro bem velho e a maior parte das roupas que ele usava eram rasgadas, furadas e/ou remendadas. Acreditar que um grupo que se chama “iluminados” quer o mal do mundo é meio estapafúrdio, sendo que “iluminação”, a meu ver, pelo menos, não tem uma conotação negativa. Acreditar em absolutamente tudo o que os fanáticos e os materialistas dizem é entrar numa paranoia muito ruim.

      Responder
  25. Rafael Peixoto disse:
    21 de maio de 2011 às 4:31

    :)

    Responder
  26. karina disse:
    28 de maio de 2011 às 12:04

    Caro Greg,
    Você precisa prestar mais atenção no que lê…..a data a qual você se refere no texto não está errada, olhe novamente mas, é entre 1886 e 1887…..então, de 1870 a 1886 não são 100 anos e sim 16 anos. Please pay atention or grab your atention!!

    Responder
  27. karina disse:
    28 de maio de 2011 às 12:14

    Caro dyto,
    Você não viu porquê a maçonaria faz caridade sem fazer propaganda, isto é, sem querer se promover com isso, a intenção é pura e simplesmente ajudar. Tenho mais de um parente maçom e já vi as lojas se mobilizarem para ajudar em situações onde as pessoas realmente precisam e ninguém fica sabendo. O que a mão direita faz a esquerda não precisa ficar sabendo.

    Responder
  28. karina disse:
    28 de maio de 2011 às 12:21

    Caro dyto,
    A Maçonaria ajuda para pura e simplesmente ajudar, não têm intenção de se promover com as ajudas. Por isso, ninguém fica sabendo. O que a mão direita faz a esquerda não precisa saber. Tenho parentes maçons e já testemunhei a ajuda deles a comunidade, porém não houve nenhuma nota nos jornais a respeito disso.

    Responder
  29. Monique disse:
    7 de dezembro de 2011 às 19:36

    Engraçado ler um dos seus textos sobre maçonarias espúrias e um dos banners ao lado é de uma espúria. um tanto irônico.

    @MDD – Voce esta sonhando. Não há nem banners no meu blog, muito menos de potencias espurias. Bani o adsense ha muito tempo por conta dessas lojas picaretas que angariam incautos nele.

    Mas bem, ainda não terminei de ler o texto, mas me peguei num momento em que você fala das “alucinações” de Eliphas Levi. Li o “Dogma e…” porque um ex-namorado tanto me encheu (e também porque considero todas as leituras como algo que, mesmo que pouco, acrescenta e me dá margem para tirar minhas conclusões), e achei um pouco confuso. Eliphas era, para o meu ex, um mestre supremo (ao lado de Jesus, Hitler e Ahmadinejad… não dá pra se considerar uma pessoa assim, certo?). Mas bem, já li algumas autores criticando o “encantamento” de Levi, e agora você falando que ele era “alucinado” (o que achei ótimo, por sinal). Como pouco sei, gostaria que, se possível, você explicasse porque o classifica assim. Se não for muito da minha parte, sabendo que você é um cara ocupado, sugerir um post sobre Eliphas (estou procurando e não encontrei algum… mas sou bem nova “na casa”). Obrigada :)

    Responder
    • Monique disse:
      7 de dezembro de 2011 às 19:55

      Bom, depois lendo os comentários dos leitores com mais calma, percebi que ainda me faltam livros do Eliphas pra ler. Quanto ao fato de ser “alucinado” eu conheci algumas pessoas (inclusive o ex) que enveredaram por um caminho e acabaram se tornando alucinados também. Existe alguma relação? (sei que não é o tópico do post, mas já que veio à tona…)

      Responder

Leave a Reply

Clique aqui para cancelar a resposta.

Follow Us

Pesquisar no Blog

Arquivos

Facebook

Calendário

Comentários Recentes

  • Loading...
TopOfBlogs
Science Blogs
Projeto Mayhem Wikipedia de Ocultismo
Conspiradores

Colunas

Planetas


CURRENT MOON
moon info

Categorias

  • AA (3)
  • Alquimia (29)
  • Arte (90)
  • Artigo 19 (35)
  • Astrologia (109)
  • Astronomia (8)
  • ATL (8)
  • Biografias (20)
  • Blogosfera (106)
  • Bruxaria (7)
  • Ceticismo (20)
  • Ciência (59)
  • Colunas (13)
  • Concursos (3)
  • Conspirações (38)
  • Cursos (57)
  • Demolay (8)
  • Enochiano (1)
  • Exercícios (16)
  • Filosofia (25)
  • Fraudes (27)
  • Hermetic Rose (14)
  • hermetismo (113)
  • Hospitalaria (42)
  • HQ (8)
  • Humor (9)
  • I-ching (3)
  • Imagens (3)
  • Jedi (11)
  • Kabbalah (114)
  • Labirinto da Mente (12)
  • LHP (14)
  • Livros (1)
  • Loja (1)
  • Maçonaria (61)
  • Maçonaria e Satanismo (6)
  • Magia do Caos (2)
  • Magia Oriental (15)
  • Magia Prática (74)
  • Mapas Astrais (89)
  • Mitologia (15)
  • Música (10)
  • No Esquadro (20)
  • O Alvorecer (34)
  • Old Posts (10)
  • Ordens Iniciáticas (18)
  • Palestras (21)
  • Paradigma Divino (4)
  • Pessoal (47)
  • Pirâmides (1)
  • Plano Astral (13)
  • Religiões (127)
  • Rosacruz (18)
  • S&H (102)
  • Sdm (8)
  • Sem categoria (2)
  • Signos (32)
  • Tao (9)
  • Tarot (26)
  • Templários (11)
  • Textos para Reflexão (37)
  • Thelema (9)
  • Umbanda (17)
  • Vetfloral (3)
  • Videos (20)
  • Wiki (17)
  • ZZurto (10)
rss Comentários RSS valid xhtml 1.1 design by jide powered by Wordpress get firefox