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Bruce Dickinson e Aleister Crowley

Adriano Camargo | 4 de julho de 2011


Por Adriano Camargo.

Todos sabem que o mago inglês Aleister Crowley (1875-1947) tem influenciado o mundo do rock (e as artes em geral). E todos sabem também que o cantor inglês Bruce Dickinson é um cara multitalentoso e uma das personalidades mais inteligentes do heavy metal. Mas é possível que nem todos saibam que Bruce Dickinson sempre teve um grande interesse por história da magia, ocultismo e… Aleister Crowley!

E, ao contrário do que a maioria pensa, Crowley não era satanista, mas sim um filósofo e ocultista praticante assíduo envolvido em diversos ramos da magia (magick) e da filosofia oculta, desde a bruxaria europeia e o paganismo até a cabala, alquimia, magia sexual, hinduísmo, budismo, etc. Contudo, Crowley ficou muito conhecido e mal-afamado devido ao seu comportamento “inadequado” e “chocante” para a época (a Era Vitoriana) e às difamações de fundamentalistas religiosos; nos dias de hoje provavelmente ele não chamaria tanta atenção…

Por outro lado, nos dias de hoje, certamente que Bruce Dickinson chama muita atenção devido ao seu trabalho artístico e suas outras habilidades, interesses e inteligência. Como músico e letrista, o trabalho de Bruce é repleto de referências ao mago inglês e a diversas áreas da filosofia oculta, desde as letras de sua carreira solo e do Iron Maiden até o seu filme Chemical Wedding (2008).

Do álbum solo de Bruce Dickinson Accident of Birth, a música Man of Sorrows fala do próprio Crowley quando menino, profetizando o seu futuro quando iria então estabelecer a vinda de um Novo Mundo, de uma Nova Era. Em Man of Sorrows, podemos encontrar também a frase “do what thou wilt”, que significa “faze o que tu queres”, uma referência mais direta e explícita a Crowley e à sua Lei de Thelema. Entretanto, tal lema thelêmico tem uma origem anterior a Crowley, remontando à obra Gargântua e Pantagruel, do escritor francês François Rabelais (1494-1553), na qual uma abadia fictícia chamada Abadia de Thelema apresenta esse lema como uma de suas “leis”. Esse famoso lema posteriormente também foi adotado por um dos clubes ingleses pseudo-satanistas do século XVIII chamados de Hellfire Club (“Clube do Fogo do Inferno”), no qual se reuniam os aristocratas para praticar orgias, bebedeiras, comilanças, jogatinas e discutir arte e literatura. Porém, na filosofia de Crowley, e de acordo com a letra de Man of Sorrows, “faze o que tu queres” se refere à Vontade do Eu Superior de cada indivíduo e não a meros desejos descontrolados. Esse Eu (ou a Individualidade, o Logos individual, o SAG, o Daimon socrático, etc.), de acordo com a letra da música, supostamente sofre por estar preso em um corpo carnal e por não se fazer conhecido pelo indivíduo que também sofre perdido, desorientado na vida, sem conhecer a Si mesmo e seu verdadeiro destino.

The Chemical Wedding, seguinte álbum de Bruce, é em parte baseado na obra literária e artística do poeta inglês William Blake (1757- 1827), que por sua vez também influenciou a filosofia de Crowley a ponto deste acreditar ser uma reencarnação daquele. Contudo, o título do álbum se refere à outra obra, um manifesto rosacruz intitulado The Chemical Wedding of Christian Rosenkreutz (“O Casamento Alquímico de Christian Rosenkreutz”) publicado em 1616 e que narra o casamento alquímico de um rei e uma rainha. Esse “casamento” é basicamente uma alegoria para a união sexual do masculino com o feminino (Sol e Lua; Fogo e Água; Espada e Cálice) por meio da magia sexual devidamente ritualizada a fim de expandir a consciência, assim como a união das duas partes da alma (psique) conhecidas na psicologia junguiana como animus (masculino) e anima (feminino); a magia sexual era uma prática central na filosofia thelêmica de Aleister Crowley.

Na letra de The Chemical Wedding encontramos no refrão:

“We lay in the same grave/ Our chemical wedding day”
(Nós nos deitamos no mesmo túmulo/Nosso dia do casamento alquímico”).

O túmulo é uma representação para o caldeirão na alquimia, no qual a matéria-prima densa é putrefata, desintegrada, ou seja, transformada, para em seguida dar surgimento a algo novo; ou seja, o casamento do homem e da mulher (os alquimistas) que “morrem” no êxtase alquímico-sexual para dar surgimento a uma nova consciência, expandida, cheia de alegria e livre no infinito.

The Tower, também do álbum The Chemical Wedding, é uma das letras do álbum mais ricas em referências alquímico-sexuais e relativamente crowleyanas. Sendo assim, vamos analisar alguns pontos. A música fala especialmente sobre as imagens alquímicas do tarô e do zodíaco (ambos de suma importância no sistema de Crowley). O próprio título da música se refere a uma das cartas mais “sinistras” do tarô: A Torre, que é referida no Livro da Lei (Liber AL), de Crowley. Na letra da música os versos “There are twelve commandments/ There are twelve divisions” (“Há doze mandamentos/ Há doze divisões”) aludem aos doze signos astrológicos dispostos divididos em casas de 30º no cinturão (imaginário) do zodíaco com seus “mandamentos”. A frase “The pilgrim is searching for blood” (“O peregrino está à procura de sangue”) diz que o alquimista buscador, em sua senda solitária está buscando sua iluminação; o sangue é uma referência à fase “vermelha” da alquimia chamada rubedo. Nessa última fase alquímica a Pedra Filosofal é “encontrada” e o alquimista (ou qualquer iniciado) se torna um sábio “imortal” autoconsciente, realizando sua própria Vontade livre, uma referência direta à Lei de Thelema e que está presente no seguinte verso da letra: “To look for his own free Will” (“Buscar por sua própria Vontade livre”).

E no refrão temos os versos:

“Lovers in the tower/ The moon and sun divided/ the hanged man smiles/ Let the fool decide/the priestess kneels/ the magician laughs”
(“Amantes na Torre/ A Lua e o Sol divididos/ o Enforcado sorri/ Deixe o Louco decidir/ a Sacerdotisa se ajoelha/ o Mago dá risada”),

nos quais podemos encontrar referências diretas a várias cartas do tarô: The Lovers (Os Amantes), The Tower (A Torre), The Moon (A Lua), The Sun (O Sol), The Hanged Man (O Enforcado), The Fool (O Louco), The Priestess (A Sacerdotisa) e The Magician (O Mago). Para não nos alongarmos demais na letra de The Tower, podemos dizer que ela contém alguns segredos alquímico-ritualísticos de magia sexual.

Há outras músicas interessantes em The Chemical Wedding, incluindo aquelas inspiradas diretamente por William Blake: Book of Thel, Gates of Urizen e Jerusalem. Do álbum Tyranny of Souls, podemos destacar alguns versos. O título da música Navigate the Seas of the Sun significa a libertação de restrições e a expansão da consciência, já que o Sol é um símbolo da cabeça humana, da inteligência e da consciência. Nessa letra, encontramos “Our children will GO on and on to navigate the seas of the sun” (“Nossas crianças continuarão a navegar os mares do sol”), que na filosofia thelêmica diz respeito ao arcano d’O Sol no qual duas crianças gêmeas, inocentes e livres “navegam” os raios solares, representando a humanidade em mais uma fase evolutiva, com seus aspectos masculinos e femininos assimilados e harmonizados pelo Eu. Na música-título A Tyranny of Souls, encontramos os versos

“Who rips the child out from the womb?/ Who raise the dagger, who plays the tune?/At the crack of doom on judgment day”
(Quem arranca a criança do útero?/ Quem ergue a adaga, quem toca a música?/ À beira da condenação no dia do julgamento”).

É uma descrição do Aeon (Era, Idade, Tempo) de Crowley, retratado no arcano O Aeon (no tarô comum é conhecido como O Julgamento). Esse Aeon é marcado pela destruição do velho Aeon de Osíris e pelo nascimento do novo Aeon de Hórus. A criança arrancada do útero, conforme a letra da música, é Hórus, filho de Osíris e Ísis; a adaga erguida significa a morte do Aeon passado, o Aeon de Osíris ou Era de Peixes, considerado tirano, repressor, restritivo e opressor; a música referida nos versos é tocada por meio de uma trombeta tradicionalmente por um ser angélico que anuncia a Nova Era, o Novo Aeon, com o julgamento e condenação do velho. Mas no Novo Aeon, Hórus mantém silêncio para representar a “perfeição” do Novo Tempo. Com relação ao Iron Maiden, Bruce Dickinson tem colaborado razoavelmente nos processos de composição. Do álbum Piece of Mind, a letra de Revelations apresenta alguns “mistérios”. O verso “Just a babe in a Black abyss” (“Apenas um bebê em um abismo negro”) é um referência ao conceito crowleyano de “bebê do abismo”, um termo para designar aquele que mergulha e atravessa o Vazio. Trata-se de um abismo metafísico e psíquico entre o universo real e o universo ilusório, entre a “insana” dimensão do espírito e a igualmente insana (e aparentemente segura) dimensão da matéria; o magista ou iniciado que fracassa em cruzar o Abismo (e em assimilar o conhecimento nele contido) geralmente enlouquece. O verso

“No reason for a place like this”
(“Nenhuma razão para um lugar como este”)

mostra que, uma vez no Abismo, a razão humana como se conhece é completamente abolida.
Do álbum Powerslave a música-título fala sobre um faraó, tido como um deus, que não quer morrer, mas continuar governando no mundo material. Na filosofia thelêmica de Crowley, Osíris representa a Era decadente que insiste em continuar, mas que deve ser destruída para dar lugar ao Aeon de Hórus (filho de Osíris). Por outro lado, o faraó é uma representação de todo mago que fracassa em cruzar o Abismo, tornando-se assim um “escravo do poder da morte” (como diz a letra), psicoespiritualmente. Isso pode ser visto especialmente nos versos

“Into the abyss I’ll fall – the eye of Horus/ Into the eyes of the night – watching me go”
(“no abismo eu cairei – o olho de Hórus/ Nos olhos da noite – olhando-me ir”).

E no verso

“Shell of a man god preserved”
(“A casca de um homem-deus preservado”)

o faraó/deus/magoestá morto fisicamente, com seu cadáver mumificado ou não, ao mesmo tempo em que ele se torna um ser vazio e insano, sem conexão com o seu Eu, ou seja, uma “casca” no mundo qliphótico (do hebraico “qlipha”, que significa “casca”, “concha”) cujos portais estão no próprio Abismo, segundo outro verso: “But open the gates of my hell” (“Mas abra os portais de meu inferno”).

Moonchild, do álbum Seventh Son of a Seventh Son, é uma referência direta a uma das obras de Crowley de mesmo nome. A letra da música fala sobre a união de dois magistas (homem e mulher) e o nascimento de um ser supra-humano (entendido também como uma supraconsciência). Na letra, o homem é representado por Lúcifer, o Portador da Luz, o não-nascido, e a mulher é a Prostituta Escarlate, Babalon (nome derivado de Babylon), como aparece nos versos “The fallen angel watching you/ Babylon, the Scarlet whore” (“O anjo caído observando você/ Babilônia, a prostituta escarlate”).

Os nomes Babalon e Mulher Escarlate, apesar de derivados da Bíblia, são próprios do sistema mágico thelêmico de Crowley e equivalentes à deusa Lilith (mesopotâmica), Hécate (grega), Kali (hindu), entre outras, representando ainda os aspectos femininos da Natureza e a Grande Mãe do universo, livre dos dogmáticos conceitos morais sobre bem e mal. O álbum Seventh Son of a Seventh Son é todo “profético”, com colaborações de outros membros da banda em torno de temas como magia, alquimia, ocultismo, bem e mal, etc.

Por fim, vamos falar sobre alguns trechos do último álbum do Iron Maiden, The Final Frontier, que novamente traz alguns temas sobre alquimia, magia crowleyana e expansão da consciência. Na música Starblind, podemos ler o verso “Let the elders to their parley meant to satisfy our lust” (“deixar os anciãos às suas barganhas significa satisfazer nosso desejo”). Lust é o título de uma das cartas do tarô de Crowley, que se refere, entre outras coisas, a tudo o que é dos sentidos e que provoca êxtase, pois, nas palavras de Crowley, “não tema que deus algum lhe negue isso.” Os anciãos representam a religião dogmática e repressora do Aeon passado, que oferecem “liberdades de carcereiros” e que “parlamentam” aquilo que lhes traz vantagens ilícitas.
Enquanto eles falam e negociam e ficam no passado, os desejos (lust) do novo Aeon, ou seja, a Vontade livre e o desejo pela vida são satisfeitos naqueles que se libertaram do dogmatismo e que estão sem “o dispositivo cruel da religião”, conforme o verso “Religion’s cruel device is gone”. A frase “You are free to choose a life to live” (“Você é livre para escolher uma vida para viver”) é outra referência à Lei de Thelema, ao cumprimento da Vontade. Ainda do álbum The Final Frontier, a letra da música The Alchemist pode parecer óbvia, mas ela fala sobre algo mais do que um mero alquimista. O trecho “My dreams of empire from my frozen queen will come to pass” (“Os sonhos de império da minha rainha congelada irão passar”) refere-se à rainha inglesa Elizabeth, que protegia o também multitalentoso, suposto espião e mago John Dee (1527-1608), citado no verso “Know me, the Magus I am Dr. Dee” (“Conheça-me, o Mago Dr. Dee sou eu”). John Dee é conhecido especialmente por seu trabalho sobre magia enochiana e por sua associação com o alquimista e clarividente Edward Kelley (1555-1597), com quem “criou” esse poderoso sistema de magia, posteriormente praticado por Crowley (que acreditava ser também a reencarnação de Edward Kelley).

A letra da música de modo geral descreve as práticas de John Dee e Edward Kelley com a magia enochiana, considerada um sistema angélico, descrevendo também os contatos com os anjos, isto é, os “demônios”. Enquanto Edward Kelley se comunicava com os seres enochianos, conforme o verso da letra “Know you speak with demons” (“Sei que você fala com demônios”), John Dee ia anotando todo o sistema. O termo “angélico” aqui, entretanto, não diz respeito às imagens populares de anjinhos rechonchudos ou anjos esbeltos e delicados, mas a seres considerados alienígenas terríveis e demoníacos (no sentido original da palavra grega “daimonos”, quer dizer, “espírito”, “gênio”), conhecidos popularmente como “anjos caídos”, os supostos instrutores e doadores do conhecimento nos primórdios da espécie humana. Tais anjos enochianos foram contactados por Crowley, que fez as invocações pelas chaves enochianas, resultando em sua obra chamada Liber 418 – A Visão e a Voz. As invocações enochianas de Dee/Kelley e Crowley são referidas no seguinte verso de Bruce: “Hear the master summon up the spirits by their names” (“Ouça o mestre chamar os espíritos por seus nomes”)…

O Iron Maiden sempre carregou uma forte aura de intelectualismo, profetismo e mistério, contando muitas vezes com as inteligentes e valiosas contribuições de Bruce Dickinson. Por afinidades intelectuais e de interesses, independentemente do tempo cronológico, Crowley sempre esteve presente, ou apenas “pairando”, no trabalho de Bruce. E diferentemente do trabalho de Ozzy Osbourne, cuja letra da música Mr.Crowley é um tanto sarcástica e superficial, Bruce Dickinson tem se interessado muito mais seriamente pelas questões que envolvem a magia de Aleister Crowley. Ambos, Bruce e Crowley, sempre buscaram ir mais além, demonstrando que é possível chegar à “última fronteira” entre a consciência e a supraconsciência…

Adriano Camargo Monteiro é escritor de Filosofia Oculta e LHP, membro de diversas Ordens e autor da Tetralogia Draconiana: http://www.viadraconiana.tk

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Arte, LHP
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LHP
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55 Responses to “Bruce Dickinson e Aleister Crowley”

  1. Saulo disse:
    4 de julho de 2011 às 16:11

    Muito bom!

    Responder
  2. Leandro disse:
    4 de julho de 2011 às 16:27

    Muito bom!!! Não tinha reparado nos detalhes do tarot de Crowley, na letra de Starblind!!

    Acredito que esse texto vai atrair novos leitores para o site….espero que façam bom proveito disso tudo!!

    Eu mesmo, descobri o TDC há alguns anos atrás, pesquisando na Google a relação entre Crowley, Bruce Dickinson e Raul Seixas… e cheguei na página “Feliz Aniversário Aleister Crowley”…

    PS : Ian Gillan do Deep Purple, escreveu uma música chamada “Abbey of Thelema”, encontrada no seu disco solo, Gillan – The Japanese album, de 1978, vale a pena conferir! ;)

    Responder
  3. Taffarel disse:
    4 de julho de 2011 às 17:12

    Muito interessante, tenho alguns discos do iron e do Bruce, e desde o colégio venho acompanhandoa s letras, discutindo com amigos sobre que caminhos do ocultismo o próprio Bruce segue. Bons argumentos, bom texto.

    Parabéns e bem vindo as colunas ^^

    Responder
  4. Takeru Nid disse:
    4 de julho de 2011 às 17:22

    Eu sabia que alguém iria escrever sobre o bruce aqui, o cara manja muito bem e “salvou” o iron maiden do idiota do Paul D”Anno que só queria “inferna-lizar”, steve harris soube fazer a escolha certa.
    O mais engraçado que o The Number of The Beast tem na capa um Lich (Eddie) controlando um Diabo a seu bem prazer, coisa que o Alestier croley praticamente fazia. Falo isso no sentido mitológico da coisa, imagine que todo o mal da humanidade e atraso fosse retratado pela figura de Demonios/Diabo e que uma “Nova era” “,uma evolução”, seria aquela em que nós deveríamos DOMAR tais demônios para assim seguirmos em frente (e não necessariamente extermina-los”)
    Eu sempre achei O Bruce um artista dos mais poderosos do mundo da musica, e vai morrer sendo.

    Responder
  5. Francisco disse:
    4 de julho de 2011 às 17:38

    E o Ozzy cantando Mr. Crowley, tem alguma coisa a ver???
    Baita artigo hein!! Parabéns!

    Responder
  6. Alberto disse:
    4 de julho de 2011 às 17:54

    Depois de ler todo o texto me bateu uma curisidade, é possível atingir algum grau de transe pela música? Apenas se focando nos sons?
    Ou música interfere e atrapalha a concentração?

    Responder
    • Leitor disse:
      4 de julho de 2011 às 22:25

      Depende de suas inclinações inatas e do seu propósito. A música e a dança eram os métodos mais usados pelos antigos para atingir estados alterados de consciência e isso continua nas comoções de “louvor” entre católicos carismáticos e evangélicos. Nas religiões afro, os tambores são essenciais, assim como os pontos cantados. Se você quiser um estado alterado de consciência, é bem provável obter resultado, porém, é ir com a maré, na maioria das vezes. Se quiser algo mais prático e direcionado, não creio que terá resultados melhores do que com rituais específicos e bem focados. Tudo depende do seu propósito… tudo pode ser usado, mas é preciso saber os melhores métodos para a finalidade pretendida.

      Responder
  7. blue disse:
    4 de julho de 2011 às 18:05

    e o John Dee, dizem, inspirou o James Bond.

    Responder
  8. Arionn disse:
    4 de julho de 2011 às 18:37

    que texto excelente!

    Responder
  9. jaws disse:
    4 de julho de 2011 às 18:41

    O diabo é o pai da mentira.

    Responder
  10. Vinicius disse:
    4 de julho de 2011 às 18:45

    DD e Adriano, vou aqui invadir o post, pq sei que com esses dois nomes mágicos ele vai atrair uma boa quantidade de gente.

    Gostaria que dessem uma olhada nesse tumblr aqui, de preferência que vissem todos os posts de uma vez, para ter uma noção de como as coisas estão:

    http://fiscaisdefiofo.tumblr.com/

    @MDD – O titulo do thumb é pessimo, mas vale a pena dar uma olhada nos absurdos da comunidade legislativa crente do país…

    Responder
  11. Rafhael Guimaraes disse:
    4 de julho de 2011 às 19:12

    Parabéns, mt bom!

    O tempo passa, ou não passa, e a qualidade do TdC só aumenta.

    ”…Porém, na filosofia de Crowley, e de acordo com a letra de Man of Sorrows, “faze o que tu queres” se refere à Vontade do Eu Superior de cada indivíduo…”

    Posso considerar o referido ”Eu Superior”, como o Eu interior, ou Mestre interior, ou mesmo Templo interior e etc .. ???

    Abr.

    Responder
  12. Vinicius disse:
    4 de julho de 2011 às 19:32

    Interessante que se formos pesquisar os antecedentes da filosofia de Thelema encontraremos como um dos, digamos, “patriarcas” ou algo do tipo que ninguém menos que o católico (alguns diriam fanático) Santo Agostinho, com sua frase “Ama, e faze o que tu queres”.

    E, na verdade, eu estaria ficando louco se achasse que a Thelema é quase um Budismo, apesar do verniz de “sou egoico e do mal” com que vemos ela pintada por aí?
    Eu acho essa filosofia uma das mais exigentes que conheço, em termos de disciplinar o ego e sem dúvidas ela não é pra qualquer um. A própria distinção entre “Vontade” (com V maiúsculo) e “desejos” já deveria ser suficiente para quebrar a cara de qualquer mané que ache que “Faze o que tu queres” é continuar tendo a mesma vidinha medíocre, cheia vícios e excessos, tirando apenas a responsabilidade pelos atos que se vai cometer.

    Entendo o “Faze o que tu queres” como fazer a Vontade do Self, que no final, acaba não sendo a vontade do indivíduo como o conhecemos, as paixões e desejos do Ego, mas a Vontade do próprio Universo. A própria inclusão do Amor/Agape na equação já deixa isso bem claro. E inclusive, esse é uma das coisas que me parece mais amedrontadoras para que deseja seguir esse caminho, soa como um risco iminente de perder a individualidade quando estivermos mais na frente.

    Responder
  13. Rodolfo disse:
    4 de julho de 2011 às 20:25

    Maravilhoso!!! Dickinson é um gênio!!! Sem mais comentários…
    Outro grande músico que merece um post destes, não colocou tantas referências em sua música, mas certamente foi um grande Magicko e seguiu sua Vontade, é Jimmy Page.

    Responder
  14. Bruno Mais disse:
    4 de julho de 2011 às 20:48

    Ykes, Adriano Camargo Monteiro com coluna aqui #fanboy mode on :D

    Responder
  15. Ricardo disse:
    4 de julho de 2011 às 20:52

    A maior potência do mundo é fascista e imperialista e você se preocupa com esse tipo de coisa?

    Responder
  16. Jonatas Carneiro de Arruda disse:
    4 de julho de 2011 às 20:58

    Muito bom o texto, gosto muito do Iron Maiden.

    Off Topic: E falando em artistas.
    http://hypescience.com/pintura-perdida-de-leonardo-da-vinci-foi-encontrada/

    Muito estranho o quadro, ate achei engraçado.

    Responder
  17. Bean disse:
    4 de julho de 2011 às 22:23

    Bom, interessante. Gosto do Iron Maiden.

    Mas tem muitos significados, e essas associações do tipo.. sol, fogo, masculino, inteligência, luz… sei lá..

    cada um entende o que quiser, e acaba caindo em descrédito o ocultismo.

    a propósito..

    o que tanto seria um “caminhar ao sol”??

    há inúmeras referências a isso nas músicas de bandas em geral…

    Responder
  18. Bini disse:
    4 de julho de 2011 às 22:32

    Realmente muito bom!
    Sempre gostei muito do Chemical Wedding e por isso sempre quis saber mais sobre as letras do album, pois sabia apenas o básico, que era baseado em Aleister Crowley e William Blake.

    Responder
  19. Yuri disse:
    4 de julho de 2011 às 22:46

    Adorei o texto está muito completo.

    Uma das coisas que eu achei mais interessante é a citação sobre O Hellfire Club , pois existe uma edição de Constantine/Hellblazer que trata exatamente desse tema, achei que fosse apenas ficção.
    Crowley de fato foi e é lembrado por muitos ícones da música , até numa capa de um dos livros dos Beatles ele está.

    Responder
  20. Flávio disse:
    4 de julho de 2011 às 22:47

    Admito que mesmo não concordando às vezes com as crenças espiritualistas, temos muitos ocultistas “pontifex”, que como definiu Huxley em “The Human Situation” conseguem ligar Artes às Ciências.

    Responder
  21. Eveline Falcão disse:
    4 de julho de 2011 às 23:09

    Perfeito

    Responder
  22. EPU disse:
    5 de julho de 2011 às 2:41

    Muito obrigado pelo post Adriano!
    Desculpe a ignorância:
    Creio que o uso de simbolismo em qualquer obra seja mais do que simplesmente transmitir “Conhecimento sob as barbas dos profanos”.
    Qual seria o principal objetivo ou benefício de se aludir a tantos símbolos? digo: para as massas.
    Acho simbologia fascinante mas, ainda não consegui entender esse ponto ao qual me referi.
    Estudo artes gráficas e penso que (se assim for possível) seria muito proveitoso prestar algum serviço àqueles que ainda não trilham o Caminho do Autoconhecimento.
    Desde já agradeço.

    Abração,
    EPU

    Responder
  23. Puzzi disse:
    5 de julho de 2011 às 13:13

    Porque então o filme chemical wedding passa uma imagem tão negativa do Crowleyzito?

    Responder
  24. Vinícius Pedro disse:
    5 de julho de 2011 às 13:18

    em falar em crowley e música o que seria Koh Phangan? essas palavras são citadas na música magick dos klaxons que é uma homenagem a crowley e ao LHP como práticamente todo o album.

    Responder
    • Vinícius Pedro disse:
      5 de julho de 2011 às 13:19

      obs.: eu sei que é um ilha, mas não sei pq ela e citada ou o que significa a palavra.

      Responder
  25. Diego disse:
    5 de julho de 2011 às 16:43

    Que milagre não apareceu nenhum religioso fanático (sem ofensa a ninguém) dizendo que Iron Maiden é do capeta e faz pacto e bla bla bla…

    Responder
    • EPU disse:
      6 de julho de 2011 às 15:02

      continue subindo e não olhe pra baixo…hehehehe

      Responder
  26. Glaucio maia disse:
    5 de julho de 2011 às 17:57

    Pura Nova Ordem Mundial, essa Raça Illuminati tem que morrer.

    Responder
  27. Rafael Bueno disse:
    5 de julho de 2011 às 18:03

    Muito bom o texto. Algumas das associações descritas eu já havia notado há algum tempo, principalmente na música revelations, mas o Adriano foi bem fundo e destrinchou bem o assunto. Será o Bruce iniciado, pertencente a alguma ordem? Gostei mesmo do post, vi uma palestra no simpósio de hermetismo deste autor e senti que deixou a desejar, mas o cara mando muito ae!!!

    Responder
    • Neófito disse:
      7 de julho de 2011 às 10:53

      deixou a desejar porque vc desejou demais. rsss
      esse pessoal da mão esquerda não escancara tudo o que sabe em uma palestra, ainda mais numa introdução ao assunto (LHP). ouvi dizer q o workshop de invocação do adriano foi muito bom.
      bem, esse texto é muito interessante, eu já suspeitava q bruce tava envolvido com essas coisa. sou muito fã do bruce e do iron e agora do adriano.

      Responder
  28. Brandon disse:
    5 de julho de 2011 às 23:47

    Seria interessante dar uma olhada nas músicas do The Killers, o vocalista é um mórmon, e suas letras estão repletas de simbolos… e algumas indiretas…

    tem também as letras do U2, que tem o Bono Vox (maçom) como vocalista…

    Responder
  29. Lucas Martins disse:
    6 de julho de 2011 às 11:09

    Muito bom o texto. sou fanzão do Bruce. Faz um sobre o Raul Seixas também #D

    Responder
  30. Lady Lil disse:
    6 de julho de 2011 às 13:32

    Excelente matéria! dizer o quê? se comentar, estraga. gostei muito tbém da palestra introdutória do adriano. parabéns

    Responder
  31. Regis Augusto disse:
    6 de julho de 2011 às 20:55

    Isso faz-me lembrar: o “Enigma” (referenciado também como “a Michael Cretu project”) possui alguma base ocultista? Ou nem de perto?

    Responder
  32. virginsteele disse:
    6 de julho de 2011 às 21:14

    Excelente artigo, fica um link sobre o filme com declaraçoes do bruce

    já alguem daqui ouvi falar sobre david icke?

    @MDD – É o figura que acha que os reptilianos são de carne e osso? fuja para as montanhas…

    Responder
    • Estefferson Torres disse:
      7 de julho de 2011 às 17:25

      Falando em David Icke (minha amiga vai ficar morrendo de raiva quando eu contar), Marcelo, porque você não faz uma série de posts falando sobre conspirações em ufologia? Sei que não é o foco do blog, mas poderia desmistificar muita coisa!

      Responder
    • virginsteele disse:
      7 de julho de 2011 às 19:48

      não, eu vi um video dele outro dia, ele acha que são da 4ª dimensão e se alimentam de nossas energias negativas, e manipulam nossos lideres de forma a haver + guerra e odio.

      Responder
  33. Vinicius disse:
    6 de julho de 2011 às 21:21

    Manos, mais uma vez o tumblr de nome ridículo me move a pedir a atenção de vocês para ajudar contra um projeto de lei muito mais ridículo:

    http://fiscaisdefiofo.tumblr.com/post/7270929036/videogames-so-cristaos

    Se você é jogador habitual ou casual de videogames, de RPG on line ou de mesa, ou um apreciador da liberdade de expressão que este país conquistou de maneira tão dura, peço que assinem este abaixo assinado contra o projeto de Lei 170/2006, de autoria de uma das mulas crentes oportunistas do Senado Federal.
    A petição está aqui:

    http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N4857

    @MDD – Sabe que eles já tentaram censurar e proibir a venda de um livro de RPG meu chamado “Demonios, a Divina Comédia”?

    Responder
  34. Neófito disse:
    7 de julho de 2011 às 10:55

    texto muito bom! agora tenho uma quase nova perspectiva do trabalho de bruce.

    Responder
  35. Pseudo-Cético disse:
    7 de julho de 2011 às 11:25

    Meio off topic:

    Eu me recordo que o DD havia dito há um tempo atrás que talvez fosse disponibilizar a análise de algumas letras de músicas tentando expor o lado menos óbvio das mesmas. Tomo a liberdade de deixar uma aqui, cuja letra e também a banda aprecio muito:

    ***************************************************************************************

    Remember when you were young,
    You shone like the sun.
    Shine on you crazy diamond.
    Now there’s a look in your eyes,
    Like black holes in the sky.
    Shine on you crazy diamond.
    You were caught on the crossfire
    Of childhood and stardom,
    Blown on the steel breeze.
    Come on you target for faraway laughter,
    Come on you stranger, you legend,
    You martyr, and shine!

    You reached for the secret too soon,
    You cried for the moon.
    Shine on you crazy diamond.
    Threatened by shadows at night,
    And exposed to the light.
    Shine on you crazy diamond.
    Well you wore out your welcome
    With random precision,
    Rode on the steel breeze.
    Come on you raver, you seer of visions,
    Come on you painter, you piper,
    You prisoner, and shine!

    Nobody knows where you are,
    How near or how far.
    Shine on you crazy diamond.
    Pile on many more layers and
    I’ll be joining you there.
    Shine on you crazy diamond.
    And we’ll bask in the shadow
    Of yesterday’s triumph,
    And sail on the steel breeze.
    Come on you boy child,
    You winner and loser,
    Come on you miner for truth and delusion,
    and shine!

    ***************************************************************************************

    Deixo o ensejo para uma análise dos senhores autores deste blog, com as seguintes especulações:

    - O uso da palavra “Diamond” pode tratar-se de um trocadilho com o termo grego Daemon;

    - A tonalidade da música é Sol menor (Gm), e na Kaballah temos que os acordes derivados de Sol (G) correspondem a Sefirot Tiferet;

    E por aí vai…

    Responder
  36. João de Deus disse:
    8 de julho de 2011 às 16:25

    Deus tenha piedade da alma de quem escreveu esse texto e de todos que fizeram também comentários satânicos.

    O Senhor Jesus Cristo está muito triste com vcs. Espero que um dia levem a sério a verdadeira obra do Senhor Jesus e passem a ter uma vida regrada, baseada nos grandes ensinamentos de nosso pai eterno.

    Responder
  37. andre disse:
    8 de julho de 2011 às 20:45

    certo,
    tudo bem,
    mas então eu devo ouvir iron maiden para ficar mais sábio? nooosssa.
    nada contra. gosto do fear of the dark.
    mas e daí…

    Responder
  38. Takeru Nid disse:
    8 de julho de 2011 às 23:29

    Se o diabo é o pai da Mentira
    quem são os Tecnocratas? Que desde 1800 e antigamente tentão mudar o paradigma da humanidade para um estado “mais equilibrado”?
    Odeio falso moralismo.

    Responder
  39. John disse:
    9 de julho de 2011 às 1:33

    Excelente texto. Legal ouvir sobre o Chemical Wedding, é um dos meus CDs favoritos mas pouca gente conhece…
    Outra banda que daria um(ou mais) bom texto seria o Therion.

    Responder
  40. alex10 disse:
    19 de julho de 2011 às 9:54

    Em resumo, isso tudo é coisa do diabo….só não vê, ou melhor ouve quem não quer………..Ainda bem que consegui me livrar de tudo isso….só entrei nesse post para confirmar aquilo que já acreditava…..eu tinha olhos e não via, tinha ouvidos, mas não ouvia……….cuidado com o que ouvem e levam pra dentro de casa.

    Responder
  41. Edel disse:
    31 de julho de 2011 às 15:50

    Excelente leitura,parabens

    Responder
  42. Juliano.'. disse:
    8 de agosto de 2011 às 11:57

    Bruce Dickinson é um Gênio /fato, mesmo assumindo que não gosto da voz desse cara…

    Responder
  43. amigo E EX METALEIRO disse:
    1 de setembro de 2011 às 2:27

    A consequencia da magia sexual do crowley com sua religiao de invocaçao

    a falsa hierarquia do anticristo contatando os mais baixos planos

    astrais e mesmo que surja algum efeito de ordem fisica é, a separaçao

    da mente humana(consciencia) do Eu superior(unico Eu verdadeiro ou Eu

    cristico que gera a cada reencarnaçao uma personalidade nova e depois

    do desencarne do individuo e uma passagem no plano astral reabsorve o

    que é bom e deixa as escorias no astral. Dando jus a frase do apostolo

    somos todos um em Cristo). Este corpo astral saturado pela luz

    desqualificada das orgias daquele que se torna um mago negro pode se

    tornar ate poderoso no astral, MAS ESTÁ CONDENADO A SEGUNDA MORTE em um

    futuro ajuste Divino ou mesmo Juizo Final pois nao voltou e nao tem

    mais nada em comum com seu Santo Cristo Pessoal e NUMA UNIAO DA PALHA

    COM O FOGO, SO RESTA CINZAS. As musicas rock e heavy sao satanicas,

    para o alinhamento com a alma procure as classicas. DE UM EX METALEIRO.

    Responder
  44. Fred disse:
    18 de setembro de 2011 às 22:07

    Apesar de Bruce utilizar de referencias a Mr Crowlie em suas musicas e discos nada revela que a banda ou somente Bruce tende a seguir ideias malignas,na minha opiniao essas referencias citadas nao estariam tao visiveis assim,Bruce pode sim se interessar por Mr Crowlie,afinal o cara era sim um ser de muito conhecimento,onde em partes poderia ser admirado. Bruce demontra apenas sua intelectualidade onde pessoas sem esse poder aceitam suas musicas etc como conspiratorias seguindo esse tipo de opiniao por ser mais interessante.

    Responder
  45. Darice disse:
    12 de outubro de 2011 às 18:26

    Há também o Jimmy Page , guitarrista do Led Zeppelin . Ele também tem seus interesses por ocultismo e por Aleister Crowley , iclusive já foi de sua posse a casa que Crowley teve , a Boleskine House .

    Responder
  46. Alberto Bernardino disse:
    19 de outubro de 2011 às 10:42

    Caro Am.’. Irm.’. Adriano,

    Você citou neste artigo e em outros sobre alguns nomes do cenário heavy metal como Bruce Dickison, Therion e King Diamond, caso o Ir.’. conheça alguma coisa sobre Vintersorg, pode-se aproveitar para falar do álbum “Cosmic Genesis”, onde aborda temas como ocultismo, metafísica, natureza, cálculo infnitesimal e panteísmo, onde o mesmo álbum é baseado na filosofia de Giordano Bruno, filósofo, teólogo, ocultista e mago da Renascença.

    Abraços à moda da casa.

    Responder
  47. Mauricio Oliveira Mercadante disse:
    18 de janeiro de 2012 às 22:10

    Ótimo, sem dúvidas, apesar de nossas brigas do passado, Ir.’. Del Debbio, vc está de parabéns, e Ir.’. Adriano, sem comentários, além do seus ótimos livros (que tenho todos) Essa matéria é algo espetacular, Adorei!
    Que vocês dois, Ir.’.Del Debbio e Ir.’. Adriano, tenham um ótimo 2012 repleto de Luz e Força, fiquem os dois com meu TFA!

    Responder
  48. Daniela disse:
    16 de abril de 2012 às 16:29

    Uma das minhas músicas favoritas é o The Wickerman. Sempre ouvia o povo falando que o Iron é “de Satanás”, mas não conseguia ver nada de mal na letra, principalmente a parte que fala: “The ferryman wants his money you ain’t gonna give it back, He can push his own boat as you set off up the track” (me lembrou os pastores..) Esse post me tirou a dúvida, e me fez mais fã ainda! Valeu pelo texto Adriano!

    Responder
  49. Scarlet disse:
    9 de maio de 2012 às 21:49

    Simplesmente brilhante, parabéns.

    Responder

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