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	<title>Comentários sobre: A pergunta de Aristóteles</title>
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	<description>O Que Eles não gostariam que você soubesse...</description>
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		<title>Por: Rafael Gonzalez</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-323077</link>
		<dc:creator>Rafael Gonzalez</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2013 15:53:33 +0000</pubDate>
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		<description>Eu num consigo fazer o download gratuito do ebook! O que devo fazer?

&lt;strong&gt;@raph - Oi Rafael. Eu também não consegui fazer o download, parece que somos obrigados a ler diretamente na tela... Como não é meu o livro, não tenho muito o que fazer :/ Vou mudar o link para &quot;leia o eBook neste site&quot;.&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu num consigo fazer o download gratuito do ebook! O que devo fazer?</p>
<p><strong>@raph &#8211; Oi Rafael. Eu também não consegui fazer o download, parece que somos obrigados a ler diretamente na tela&#8230; Como não é meu o livro, não tenho muito o que fazer :/ Vou mudar o link para &#8220;leia o eBook neste site&#8221;.</strong></p>
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		<title>Por: Troglom</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-100739</link>
		<dc:creator>Troglom</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 19:43:49 +0000</pubDate>
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		<description>Como meu espirito surgiu,e se eu sou o espirito na ma teria ou o espirito esta em mim

&lt;strong&gt;@raph - Eletroencefalogramas e outras tecnologias são capazes de detectar e até mesmo mapear boa parte do fluxo elétrico neuronal. É mais ou menos como se estivessem observando o fluxo de eletricidade dos postes elétricos de uma grande metrópole... Mas ainda não sabem de sua origem, ainda não fazem sequer ideia de onde ficaria a Usina da Vontade. Continuaremos a buscá-la!&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como meu espirito surgiu,e se eu sou o espirito na ma teria ou o espirito esta em mim</p>
<p><strong>@raph &#8211; Eletroencefalogramas e outras tecnologias são capazes de detectar e até mesmo mapear boa parte do fluxo elétrico neuronal. É mais ou menos como se estivessem observando o fluxo de eletricidade dos postes elétricos de uma grande metrópole&#8230; Mas ainda não sabem de sua origem, ainda não fazem sequer ideia de onde ficaria a Usina da Vontade. Continuaremos a buscá-la!</strong></p>
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	<item>
		<title>Por: marcos</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-100440</link>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 14:15:29 +0000</pubDate>
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		<description>Meu ponto de vista é que tudo é unido por afinidade,através de vibrações.
Tudo que é físico tem um principio espiritual ( Animismo ),ou seja quando vc transforma 
O minério ferro em um portão por exemplo um  espírito  diferente do 
Que continha no minério se ligara automaticamente ao portão, o mesmo
Se da com tudo, os gametas também tem espíritos e ao se unirem na fecundação
Automaticamente une-se um espírito mais elevado mas essa afinidade não é infinita, tudo que é físico nasce, cresce e morre no universo.
Nada é eterno, tudo se transforma em outra coisa após
Um tempo unida.Então a outra pergunta seria :
O que desune o espírito do corpo?porque as células
Param de se regenerar e morrem ? 

A resposta que tenho é:
Se nada morresse nada existiria ,pois nunca transformaríamos
O minério de ferro em portão e os gametas nunca se tornariam
Humanos.

Nada se cria ,nada se perde ,TUDO SE TRANSFORMA....graças a Deus
Que isso ocorre.
E sorte de Deus que ele nunca teve INICIO ( segundo ele ,claro ),pois senão ate ele estaria
Sujeito a morrer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu ponto de vista é que tudo é unido por afinidade,através de vibrações.<br />
Tudo que é físico tem um principio espiritual ( Animismo ),ou seja quando vc transforma<br />
O minério ferro em um portão por exemplo um  espírito  diferente do<br />
Que continha no minério se ligara automaticamente ao portão, o mesmo<br />
Se da com tudo, os gametas também tem espíritos e ao se unirem na fecundação<br />
Automaticamente une-se um espírito mais elevado mas essa afinidade não é infinita, tudo que é físico nasce, cresce e morre no universo.<br />
Nada é eterno, tudo se transforma em outra coisa após<br />
Um tempo unida.Então a outra pergunta seria :<br />
O que desune o espírito do corpo?porque as células<br />
Param de se regenerar e morrem ? </p>
<p>A resposta que tenho é:<br />
Se nada morresse nada existiria ,pois nunca transformaríamos<br />
O minério de ferro em portão e os gametas nunca se tornariam<br />
Humanos.</p>
<p>Nada se cria ,nada se perde ,TUDO SE TRANSFORMA&#8230;.graças a Deus<br />
Que isso ocorre.<br />
E sorte de Deus que ele nunca teve INICIO ( segundo ele ,claro ),pois senão ate ele estaria<br />
Sujeito a morrer.</p>
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	<item>
		<title>Por: kk</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-99859</link>
		<dc:creator>kk</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 04:29:47 +0000</pubDate>
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		<description>Grande Abenides !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande Abenides !</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Guapo</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-99604</link>
		<dc:creator>Guapo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jul 2011 02:53:56 +0000</pubDate>
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		<description>Conscienciologia (Waldo Vieira). Glandula Pineal (Dr Sergio Felipe de Oliveira). Duas abordagens interessantes. Vale a pena conhecer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Conscienciologia (Waldo Vieira). Glandula Pineal (Dr Sergio Felipe de Oliveira). Duas abordagens interessantes. Vale a pena conhecer.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Henrique Monteiro</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-98921</link>
		<dc:creator>Henrique Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 19:54:30 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que nao tem nada do Plotino traduzido em portugues.
Todo o esquema de interaçao alma, espirito e corpo é bem explicado no Eneada (em ingles, a versao da Loeb Classics é excelente).
A linguagem é bastante densa, mas no livro &quot;Return to the One&quot;, de Brian Hines, a cosmologia neoplatonica de Plotino é explicada de um jeito bem facil de entender.

De acordo com Plotino, o espirito se junta ao corpo físico na primeira respiração.

Uma forma direta de aprender isso seria evocando Rafael e Cocabiel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que nao tem nada do Plotino traduzido em portugues.<br />
Todo o esquema de interaçao alma, espirito e corpo é bem explicado no Eneada (em ingles, a versao da Loeb Classics é excelente).<br />
A linguagem é bastante densa, mas no livro &#8220;Return to the One&#8221;, de Brian Hines, a cosmologia neoplatonica de Plotino é explicada de um jeito bem facil de entender.</p>
<p>De acordo com Plotino, o espirito se junta ao corpo físico na primeira respiração.</p>
<p>Uma forma direta de aprender isso seria evocando Rafael e Cocabiel.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo Freitas</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-98918</link>
		<dc:creator>Eduardo Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 19:20:51 +0000</pubDate>
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		<description>Apesar de achar que a pergunta não faz sentido é uma pergunta magnifica mesmo assim... faz pensar além rssss

&lt;strong&gt;@raph - Era o que iria dizer, as vezes mesmo as perguntas sem sentido acabam sendo muito úteis, pelo menos mais úteis do as respostas sem sentido hehe.&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de achar que a pergunta não faz sentido é uma pergunta magnifica mesmo assim&#8230; faz pensar além rssss</p>
<p><strong>@raph &#8211; Era o que iria dizer, as vezes mesmo as perguntas sem sentido acabam sendo muito úteis, pelo menos mais úteis do as respostas sem sentido hehe.</strong></p>
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		<title>Por: Henrique Monteiro</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-98913</link>
		<dc:creator>Henrique Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 18:34:58 +0000</pubDate>
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		<description>A filosofia de Plotino nos dá uma força pra respondermos essa pergunta.

&lt;strong&gt;@raph - Facilitando: http://pt.wikipedia.org/wiki/Plotino&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A filosofia de Plotino nos dá uma força pra respondermos essa pergunta.</p>
<p><strong>@raph &#8211; Facilitando: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plotino" rel="nofollow">http://pt.wikipedia.org/wiki/Plotino</a></strong></p>
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	<item>
		<title>Por: Eduardo Freitas</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-98903</link>
		<dc:creator>Eduardo Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 17:31:17 +0000</pubDate>
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		<description>Bom acho que a pergunta não faz sentido, o espirito (a vida) está ligada a tudo pq td é vivo.

Agora se o espirito no caso for aquilo que é consciente, acho que a resposta é ponto de percepção, td está ligado pelo ponto de percepção, pq a percepção e conciencia são a mesma coisa, são interligadas.

O corpo tb é uma percepção, e se o corpo é uma percepção ele não precisa estar ligado ao espirito nesse caso por que ele é o proprio espirito tb não é?

Lembrando que o objeto da percepção e a percepção são unos pois são interdependentes. Sem o observador o objeto é somente um campo de probabilidades, e sem um objeto o observador não consegue perceber nada.

&lt;strong&gt;@raph - Pelo que me lembro do debate, algumas poucas pessoas trouxeram uma abordagem parecida com a sua. O mais interessante é que por essa análise lógica, &quot;espírito&quot; e &quot;corpo&quot; se tornam apenas uma nomenclatura, e o que mais importa são os conceitos de &quot;observador&quot; e &quot;aquilo que é observado&quot;... &lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom acho que a pergunta não faz sentido, o espirito (a vida) está ligada a tudo pq td é vivo.</p>
<p>Agora se o espirito no caso for aquilo que é consciente, acho que a resposta é ponto de percepção, td está ligado pelo ponto de percepção, pq a percepção e conciencia são a mesma coisa, são interligadas.</p>
<p>O corpo tb é uma percepção, e se o corpo é uma percepção ele não precisa estar ligado ao espirito nesse caso por que ele é o proprio espirito tb não é?</p>
<p>Lembrando que o objeto da percepção e a percepção são unos pois são interdependentes. Sem o observador o objeto é somente um campo de probabilidades, e sem um objeto o observador não consegue perceber nada.</p>
<p><strong>@raph &#8211; Pelo que me lembro do debate, algumas poucas pessoas trouxeram uma abordagem parecida com a sua. O mais interessante é que por essa análise lógica, &#8220;espírito&#8221; e &#8220;corpo&#8221; se tornam apenas uma nomenclatura, e o que mais importa são os conceitos de &#8220;observador&#8221; e &#8220;aquilo que é observado&#8221;&#8230; </strong></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo Costa</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-98872</link>
		<dc:creator>Gustavo Costa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 15:13:22 +0000</pubDate>
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		<description>&#039;O Khabs está no Khu e não o Khu no Khabs&#039; ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8216;O Khabs está no Khu e não o Khu no Khabs&#8217; ?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Agricultor</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-98858</link>
		<dc:creator>Agricultor</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 13:45:01 +0000</pubDate>
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		<description>Acho interessante um princípio descrito no livro &quot;A Cabala Mística&quot;, de Dion Fortune, no qual ela diz que &quot;nenhuma sephiroth pode ser descrita plenamente apenas por ela mesma&quot;. Malkuth (Homem Físico) só pode ser plenamente descrito através de Yesod, e Yesod só pode ser plenamente descrito através de Hod, e assim se caminha até chegarmos a Kether (&quot;Deus&quot;). Sempre de alguma forma, no mais hardcore dos materialismos, sempre faltará alguma coisa, um princípio, uma &quot;idéia&quot; para que aquele arranjo o qual está sendo estudado possa fazer algum sentido. E a partir do momento que voce invoca uma idéia para explicar algo, já está saindo do materialismo puro para tecer uma teia de raciocínios que pertence unicamente aos domínios da Consciência.

Acredito que achar uma solução A + B para o problema da consciência é, no mínimo, ingênuo. Associar livres sinapses provocadas por neurotransmissores químicos no cérebro com coisas do tipo, o Amor, está muito longe de ter apenas um único intermediário, por assim dizer. Infelizmente pra Ciência, a Navalha de Ockham se tornou o argumento absoluto, como se na economia material a Natureza também apresentasse um princípio de &quot;economia espiritual&quot;...

&lt;strong&gt;@raph - Sir John Eccles, neurologista vencedor do prêmio Nobel de medicina de 1963, foi talvez o mais ilustre cientista a argumentar em favor da separação entre a mente, a consciência (no caso, um processo da mente) e o cérebro. Ele dizia:
&quot;Nós, como pessoas que experienciam, não aceitamos tudo o que nos é fornecido por nosso instrumento, a máquina neuronal de nosso sistema sensorial e o cérebro, nós selecionamos tudo o que nos é fornecido de acordo com o interesse e a atenção, e modificamos as ações do cérebro, através do &#039;eu&#039;&quot; - em suma, Eccles apenas defendia uma característica até mesmo óbvia que surpreendentemente escapou ao olhar atento de muitos cientistas (e ainda escapa): que alguma coisa em nós faz escolhas, simples e complexas, e que não sabemos exatamente onde esse &#039;eu&#039; está fisicamente no cérebro (se é que está lá, ou apenas lá).&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho interessante um princípio descrito no livro &#8220;A Cabala Mística&#8221;, de Dion Fortune, no qual ela diz que &#8220;nenhuma sephiroth pode ser descrita plenamente apenas por ela mesma&#8221;. Malkuth (Homem Físico) só pode ser plenamente descrito através de Yesod, e Yesod só pode ser plenamente descrito através de Hod, e assim se caminha até chegarmos a Kether (&#8220;Deus&#8221;). Sempre de alguma forma, no mais hardcore dos materialismos, sempre faltará alguma coisa, um princípio, uma &#8220;idéia&#8221; para que aquele arranjo o qual está sendo estudado possa fazer algum sentido. E a partir do momento que voce invoca uma idéia para explicar algo, já está saindo do materialismo puro para tecer uma teia de raciocínios que pertence unicamente aos domínios da Consciência.</p>
<p>Acredito que achar uma solução A + B para o problema da consciência é, no mínimo, ingênuo. Associar livres sinapses provocadas por neurotransmissores químicos no cérebro com coisas do tipo, o Amor, está muito longe de ter apenas um único intermediário, por assim dizer. Infelizmente pra Ciência, a Navalha de Ockham se tornou o argumento absoluto, como se na economia material a Natureza também apresentasse um princípio de &#8220;economia espiritual&#8221;&#8230;</p>
<p><strong>@raph &#8211; Sir John Eccles, neurologista vencedor do prêmio Nobel de medicina de 1963, foi talvez o mais ilustre cientista a argumentar em favor da separação entre a mente, a consciência (no caso, um processo da mente) e o cérebro. Ele dizia:<br />
&#8220;Nós, como pessoas que experienciam, não aceitamos tudo o que nos é fornecido por nosso instrumento, a máquina neuronal de nosso sistema sensorial e o cérebro, nós selecionamos tudo o que nos é fornecido de acordo com o interesse e a atenção, e modificamos as ações do cérebro, através do &#8216;eu&#8217;&#8221; &#8211; em suma, Eccles apenas defendia uma característica até mesmo óbvia que surpreendentemente escapou ao olhar atento de muitos cientistas (e ainda escapa): que alguma coisa em nós faz escolhas, simples e complexas, e que não sabemos exatamente onde esse &#8216;eu&#8217; está fisicamente no cérebro (se é que está lá, ou apenas lá).</strong></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fabio Almeida</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-98846</link>
		<dc:creator>Fabio Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 12:51:48 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente convite pra filosofar... e olha que dá muito o que pensar!
Não é a toa que a discussão de vocês rendeu um livro.

&quot; Da mesma forma, não é capaz de criar máquinas que interpretem informações, que falem sobre a “vermelhidão” do vermelho, que expliquem por meio de algoritmos porque gostaram mais de uma poesia do que da outra, que determinem o exato valor com que aquela menina ama seu cachorrinho…&quot;

Deixando minha contribuição musical no assunto...

...como uma música pode nos trazer emoções tão fortes, lembrança de momentos especiais ou tristes, amor, ódio, vontade de chorar ou até mesmo ficar indiferente ao estímulo...

Abraços

&lt;strong&gt;@raph - Para quem gosta de neurologia e música, vale a pena ler os livros de Oliver Sacks (um &quot;cientista romântico&quot;, como ele gosta de auto-intitular), com descrições de casos clínicos das mais variadas deficiências mentais, e onde o tratamento pela música quase sempre rende frutos inesperados... Recomendo particularmente: &quot;Um antropólogo em Marte&quot;, &quot;O homem que confundiu sua mulher com um chapéu&quot;, e &quot;Alucinações musicais&quot;... Todos pela Cia. das Letras.&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente convite pra filosofar&#8230; e olha que dá muito o que pensar!<br />
Não é a toa que a discussão de vocês rendeu um livro.</p>
<p>&#8221; Da mesma forma, não é capaz de criar máquinas que interpretem informações, que falem sobre a “vermelhidão” do vermelho, que expliquem por meio de algoritmos porque gostaram mais de uma poesia do que da outra, que determinem o exato valor com que aquela menina ama seu cachorrinho…&#8221;</p>
<p>Deixando minha contribuição musical no assunto&#8230;</p>
<p>&#8230;como uma música pode nos trazer emoções tão fortes, lembrança de momentos especiais ou tristes, amor, ódio, vontade de chorar ou até mesmo ficar indiferente ao estímulo&#8230;</p>
<p>Abraços</p>
<p><strong>@raph &#8211; Para quem gosta de neurologia e música, vale a pena ler os livros de Oliver Sacks (um &#8220;cientista romântico&#8221;, como ele gosta de auto-intitular), com descrições de casos clínicos das mais variadas deficiências mentais, e onde o tratamento pela música quase sempre rende frutos inesperados&#8230; Recomendo particularmente: &#8220;Um antropólogo em Marte&#8221;, &#8220;O homem que confundiu sua mulher com um chapéu&#8221;, e &#8220;Alucinações musicais&#8221;&#8230; Todos pela Cia. das Letras.</strong></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Andreas</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-98767</link>
		<dc:creator>Andreas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 03:30:49 +0000</pubDate>
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		<description>Meu palpite é que não há um &quot;ponto fixo&quot; que une o Espírito e o corpo. Penso que cada átomo do nosso corpo físico tem um elo fundamental com o que se chama Espírito (ou corpo astral). Na teosofia se diz que somos algo como aquela boneca holandesa, com corpos &quot;dentro&quot; de corpos, cada vez mais sutis, pensando dessa maneira outras perguntas surgem: como o corpo astral se une ao duplo etérico? ou como o corpo mental se une ao corpo astral?
Pode ser só uma questão de afinidade, de vibração talvez. Quem sabe eles não estejam nem &quot;unidos&quot;, só &quot;muito próximos&quot;, à ponto de a fronteira se tornar imperceptível.
Li em algum lugar que não é a alma que reside no corpo, mas o corpo que reside na alma, é só uma questão de percepção.

Pensar sobre essa pergunta é legal! não precisa nem achar a resposta, só o ato de pensar em várias possibilidades, caminhos e modelos já mexe umas engrenagens empoeiradas lá no sótão...

&lt;strong&gt;@raph - Pois é, não foi a toa que o tópico chegou a mais de 15 mil respostas :)&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu palpite é que não há um &#8220;ponto fixo&#8221; que une o Espírito e o corpo. Penso que cada átomo do nosso corpo físico tem um elo fundamental com o que se chama Espírito (ou corpo astral). Na teosofia se diz que somos algo como aquela boneca holandesa, com corpos &#8220;dentro&#8221; de corpos, cada vez mais sutis, pensando dessa maneira outras perguntas surgem: como o corpo astral se une ao duplo etérico? ou como o corpo mental se une ao corpo astral?<br />
Pode ser só uma questão de afinidade, de vibração talvez. Quem sabe eles não estejam nem &#8220;unidos&#8221;, só &#8220;muito próximos&#8221;, à ponto de a fronteira se tornar imperceptível.<br />
Li em algum lugar que não é a alma que reside no corpo, mas o corpo que reside na alma, é só uma questão de percepção.</p>
<p>Pensar sobre essa pergunta é legal! não precisa nem achar a resposta, só o ato de pensar em várias possibilidades, caminhos e modelos já mexe umas engrenagens empoeiradas lá no sótão&#8230;</p>
<p><strong>@raph &#8211; Pois é, não foi a toa que o tópico chegou a mais de 15 mil respostas :)</strong></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Igor</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-98699</link>
		<dc:creator>Igor</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 21:10:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.deldebbio.com.br/?p=6118#comment-98699</guid>
		<description>Na verdade, já temos, sim, explicações para a consciência. Não para tudo sobre ela, evidentemente, mas para várias coisas. A psicologia evolucionária explica de forma convincente as questões do altruísmo e da moralidade, entre outras. O livro &quot;The Moral Animal&quot; é uma boa introdução ao assunto.

&lt;strong&gt;@raph - Explicações para várias questões da consciência temos muitas, na ciência e fora dela, e algumas são até mesmo &quot;algo mais do que teorias&quot;, pois já estão sendo testadas experimentalmente a anos (vide a interface cérebro-máquina que Miguel Nicolelis estão pesquisando, talvez o &quot;assunto do momento&quot; nessa área, pelo menos no Brasil)... Mas o chamado Problema Difícil da Consciência ainda está muito, muito longe de ser resolvido: http://en.wikipedia.org/wiki/Hard_problem_of_consciousness&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na verdade, já temos, sim, explicações para a consciência. Não para tudo sobre ela, evidentemente, mas para várias coisas. A psicologia evolucionária explica de forma convincente as questões do altruísmo e da moralidade, entre outras. O livro &#8220;The Moral Animal&#8221; é uma boa introdução ao assunto.</p>
<p><strong>@raph &#8211; Explicações para várias questões da consciência temos muitas, na ciência e fora dela, e algumas são até mesmo &#8220;algo mais do que teorias&#8221;, pois já estão sendo testadas experimentalmente a anos (vide a interface cérebro-máquina que Miguel Nicolelis estão pesquisando, talvez o &#8220;assunto do momento&#8221; nessa área, pelo menos no Brasil)&#8230; Mas o chamado Problema Difícil da Consciência ainda está muito, muito longe de ser resolvido: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hard_problem_of_consciousness" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/Hard_problem_of_consciousness</a></strong></p>
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		<title>Por: Mario</title>
		<link>http://www.deldebbio.com.br/2011/07/27/a-pergunta-de-aristoteles/comment-page-1/#comment-98688</link>
		<dc:creator>Mario</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 20:47:05 +0000</pubDate>
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		<description>a pergunta q eu me faço todo dia é pra que diabos a gente ta aki agora?..rs</description>
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