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A Memória da Água

deldebbio | 12 de fevereiro de 2012

Finalmente, pesquisas científicas estão cada vez mais próximas de demonstrar que a água é capaz de guardar “memória” de plantas e outros campos energéticos que entram em contato com ela, mesmo em frações muito diminutas.

Categorias
Ciência
Tags
Água
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« O Evangelho do Agnóstico Energia e Realidade »

24 Responses to “A Memória da Água”

  1. Guilherme Faria disse:
    13 de fevereiro de 2012 às 0:27

    Lembra o trabalho do Emoto… só que o próprio Emoto diz que o trabalho dele é muito mais artístico que científico.

    Esse vídeo ainda está muito superficial e não soa mto científico. Será que isso foi publicado com mais detalhes em algum lugar?

    Responder
  2. Ricardo disse:
    13 de fevereiro de 2012 às 10:33

    O vídeo não é “científico” pq ele foi feito visando o grande público. O trabalho dos cientistas, com certeza, seguiu o método científico.

    Responder
  3. raph disse:
    13 de fevereiro de 2012 às 10:40

    Essa pesquisa, mesmo nessa análise “por alto”, me parece MUITO mais importante que a do Emoto, a começar pelo fato de a experiência ser muito facilmente replicável, e o autor provavelmente permitir que ela seja acompanhada por “observadores de fora”, coisa que o Emoto infelizmente não deixa (*). É muito simples para um cético combater o “argumento Emoto”, mas essa pesquisa, se replicada por outras fontes, vai ser bem mais difícil de se combater.

    Além disso, são cientistas alemães dentro de laboratórios alemães, já estão “dentro da Academia”.. Gostaria muito de ver o prosseguimento disso :)

    (*) aparentemente ele não deixa “observadores de fora” acompanharem suas experiências, e esse também é o motivo pelo qual elas nunca foram replicadas por ninguém mais, apesar de nada impedir a priori que pudessem ser conduzidas e replicadas por qualquer outro pesquisador no mundo.. enquanto Emoto “guardar para si” seu experimento, não será levado a sério, pelo menos não pelos céticos.

    Responder
    • kk disse:
      13 de fevereiro de 2012 às 14:17

      Acredito que o problema seja o preconceito e a crença que há na comunidade científica. Acontecia isto na Inglaterra, na Academia Real: Os “cientistas” sempre analisavam acontecimentos ditos “místicos” e outros acontecimentos que hoje são recorrentes ( quem diria que é possível passar informação através da luz em uma fibra ótica ? ) de uma forma completamente preconceituosa de forma a provar que nada além do palpável exista, não de forma verdadeiramente crítica aceitando a possibilidade. Claro que é preciso abrir o experimento para ter credibilidade, mas um experimento como o de Emoto pode ser replicado se houver os instrumentos necessários. Por que não fazem um experimento independente e alheio para ver se é real ? Outro problema é o conflito entre a empiria e a emoção. Como se prova que alguém emanou “amor” e não “ódio” para um copo de água ? Meramente através de palavras pejorativas ?

      Responder
  4. aspirante a mago disse:
    13 de fevereiro de 2012 às 11:01

    Provavelmente o meu comentário vai ser censurado, mas aqui vai:
    Isso nao prova nada.
    Diferentes plantas largam diferentes quimícos, a única constante é mudança.
    Onde está a seriedade da pesquisa?
    Só por ai dá para duvidar do resto da pesquisa.

    @MDD – E diferentes pessoas pegando as seringas de agua largam diferentes “o que” na água?, se não tem contato físico com a água?

    Responder
    • Alexandre Teles disse:
      1 de março de 2012 às 12:31

      Não há maneira de existir interferência por contato considerando que a seringa é um sistema quase fechado, com uma abertura minúscula o suficiente para evitar contaminação do experimento por alguém ter tocado o seu conteúdo interno.

      Se formos observar atentamente, a única forma de uma pessoa interferir no experimento é através de algum mecanismo que não envolva contato, já que tudo é feito em ambiente controlado e com o método sendo estritamente observado.

      Deste jeito, a interferência deve se dar por meio de algum campo ou onda (conhecido ou não). Entende agora por não confere esse seu comentário?

      Responder
  5. kk disse:
    13 de fevereiro de 2012 às 12:39

    Nos videos relacionados, tem este video aqui http://www.youtube.com/watch?v=9oSePXRbW9o&feature=related

    Talvez o Fabio Almeida ou outro colunista ache interessante e verifique se é plausível, se é correto, porque interessante já é.

    Responder
  6. cmateus disse:
    13 de fevereiro de 2012 às 14:35

    Sempre duvidei desse tópico, desde o filme, recomento a leitura do link que dá um contra ponto bem interessante.

    Abs

    http://dragaodagaragem.blogspot.com/2006/11/o-guia-ctico-para-assistir-what-bleep.html

    Responder
  7. Mariana Nobre disse:
    13 de fevereiro de 2012 às 15:18

    O vídeo realmente é bem superficial, levando em conta o quanto eles podiam ter esmiuçado mais (o que não dá pra fazer em 2:50 min). Mas acho que dá para os céticos tentarem, com boa vontade, entender o que são poções e água benta.

    Responder
  8. Moscavich disse:
    13 de fevereiro de 2012 às 22:29

    Agora, imaginem aquele garrafão de água mineral de 20 litros que você compra. Armazenado em um local, muitas vezes, inadequado. Viajando nas costas de um motoboy estressado. Transito caótico. Passando de mão em mão por trabalhadores muitas vezes não muito cuidadosos com higiene e, falando em espiritualidade, não sei nem o que esperar.
    Lembre-se que a água também esta presente nos alimentos. Se eu fosse entrar nesse detalhe ninguém mais comeria em qualquer restaurante.

    Responder
    • Mariana disse:
      14 de fevereiro de 2012 às 13:10

      Ok, fiquei preocupada agora.

      Responder
    • Mariana Nobre disse:
      14 de fevereiro de 2012 às 15:43

      Não precisa nem ir tão longe … a comida que preparamos em casa é um exemplo, o ato de cozinhar … não é à toa que se aconselha evitar carnes antes de rituais.

      Responder
      • Luiz Gustavo disse:
        15 de fevereiro de 2012 às 13:08

        Por isso o ato de cozinhar deve ser um ato de amor, e geralmente achamos a comida que nossas mães preparam a melhor .-.”

        Responder
    • Alexandre Teles disse:
      1 de março de 2012 às 12:33

      Agora pense na sua água encanada viajando a cidade inteira, por vezes, mais de uma cidade :)

      Responder
  9. Luíz Gustavo disse:
    14 de fevereiro de 2012 às 21:36

    Que ótimo, mais um “cientista” querendo pegar a rebarba do Emoto.

    Nem precisa comentar de novo não é? Onde estão os benditos testes duplo-cegos desses “inexplicáveis” experimentos? É muito fácil pegar os resultados certos para inúmeras figuras que podem se formar na água quando você “sabe” quais devem ser encontradas. Será que se misturássemos as gotas dá água, sem saber quem “tocou” em qual gota, o Dr.Fantástico aí saberia dizer quais vieram do msm experimentador? Eu dúvido muito, e dúvido ainda mais por algo assim nunca sair numa revista científica atestando a veracidade do fato, mas sim em uma vídeo random da internet de 2 minutos e 50 segundos, quanta credibilidade!

    Como disse meu professor certa vez: “papel em branco e internet aceitam qualquer coisa”. Mas é claro, se está na Internet(quem dirá no Youtube), deve ser verdade msm.

    Porém a gota d’água msm(com todo respeito do trocadilho), foi quando o cara disse que a forma de “uma flor” apareceu na água depois dele jogar uma flor nela(essa foi de matar), quer dizer então que se eu der uma flor pra um ET a cara dele vai aparecer na água? E porque a cara das pessoas não “apareceu” nas gotas que os experimentadores pegaram antes? Quanta informação inconstante não? Ou será que foi pelo motivo mais óbvio de que o cientista em questão quis fotografar o momento da água mais parecido com uma flor? Oh meu Deus que não existe, realmente, só uma crença sobrenatural para explicar algo assim.
    Pareidolia: enganando a humanidade há mais de 6.000 anos…

    Daqui a poko esse cara vai começar a fazer que nem o Emoto e vender as “águas memorizadas” dele por mais de 30 dólares o copo. E eu aqui perdendo o meu tempo estudando numa faculdade pública pra tentar ter uma vida um pouco mais confortável.

    Parafraseando o cara do comentário acima: se nossos pensamentos e emoções afetassem alguma coisa, tava meio mundo de gente morrendo por “envenenamento astral” pelo que comesse por aí na rua.

    @MDD – e nao estao?

    Responder
    • Luiz Gustavo disse:
      15 de fevereiro de 2012 às 13:09

      O problema MDD é que só encherga quem quer ver… Tem gente que sequer percebe que está envenenado pelos próprios pensamentos… Imagina o dos outros (:

      Responder
    • Alexandre Teles disse:
      1 de março de 2012 às 12:41

      Se o vídeo não configura evidência científica, procure na Scielo os inúmeros trabalhos sobre ciências noéticas e como pensamentos são capazes de transpor barreiras físicas. Assim como, uma “mente coletiva” é capaz de alterar, por exemplo, resultados de um sorteio aleatório em uma determinada região (um bar por exemplo). Existem vários estudos, a maioria é visto como charlatanismo porque envolve algo que a maior parte dos materialistas de plantão na comunidade científica considera “espiritual” demais para levar crédito. Mas verdade seja dita, estudos existem aos montes, corroboram SIM que o pensamento influencia INCLUSIVE experimentos (e, obviamente, observações quânticas).

      Boa sorte nas pesquisas!

      Responder
  10. Luíz Gustavo disse:
    14 de fevereiro de 2012 às 22:23

    Não na cidade onde eu moro.

    Responder
  11. Luíz Gustavo disse:
    16 de fevereiro de 2012 às 15:02

    Poxa que “coincidência”, cá estou eu sentado quando vejo outro “Luíz Gustavo” postando na msm coluna que eu, é muita “coincidência” msm(pra não dizer falta de personalidade) nesse mundo.

    Responder
    • Luiz Gustavo disse:
      28 de fevereiro de 2012 às 21:09

      Perdoe-me mas Luiz Gustavo é meu nome de fato. Falta de personalidade é estar inconsciente do seu eu verdadeiro, e navegar por águas (se me permite o trocadilho) onde a massificação impera. É vivenciar o modismo barato, o lixo midiático que estamos afogados, os realities, os programas de auditório, futebol, e também os programas apelativos dos pseudo-sacerdotes-imbuídos-por-deus. Agora… Se não me engano buscar a sua própria essência é de fato um dos mais antigos caminhos para a própria libertação. Então se você se sente sem personalidade… Então recomendo desde já, ir atrás de quem você é. Pois sei quem sou… Não preciso da confirmação de ninguém :)

      Boa Sorte meu caro Homônimo.

      Responder
  12. Celino disse:
    17 de fevereiro de 2012 às 0:32

    Isso me lembra o filme do Harry Potter, onde colocam lembranças em uma pia de água, depois mergulham dentro dela.

    Responder
    • Alexandre Teles disse:
      1 de março de 2012 às 12:36

      Esta pia se chama Pensadeira, e ninguém “mergulha” nela. Só colocam o rosto :p

      Responder
  13. Padre Judas disse:
    18 de fevereiro de 2012 às 10:17

    Pergunta básica de um leigo: ferver a água remove miasmas astrais? Ou energias físicas não exercem influência sobre o astral?

    @MDD – ferver a água, até onde eu sei, não remove miasmas per se. Algumas ondas físicas afetam o astral, sim (sino tibetano, mantras, por exemplo) bem como plantas, incensos específicos e até mesmo os banhos, mas ferver a água serve apenas para auxiliar a preparação dos banhos/chás/poçoes.

    Responder
  14. César disse:
    19 de fevereiro de 2012 às 5:57

    Cara, vou viajar aqui agora, mas acabei de ler sobre a teoria dos “Campos morfogênicos”. A teoria aponta uma possível explicação sobre o porquê de algo aprendido por um animal em um ponto isolado da Terra aumenta a probabilidade de outros animais da mesma espécie “adquirirem” esse conhecimento.

    Agora viajando: e se o conhecimento de um ser para outro da mesma espécie (ou sistema) fosse propagado pela memória da água em vez de campos magnéticos invisíveis ?

    Se algo assim fosse possível então a associação Agua/Éter seria mais interessante ainda !

    Sobre a teoria:
    http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2007/06/campos_morfogeneticos.html

    Responder

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