Bram Stoker Pertenceu à Golden Dawn?
deldebbio | 8 de novembro de 2012Por Shirlei Massapust.
Hoje é lugar comum dizer que «Stoker pertencia à famosa ordem secreta da Golden Dawn (Aurora Dourada), em companhia de escritores fantásticos como Arthur Machen e Algernon Blackwood.» Tal afirmação, retirada da introdução de uma coletânea de quadrinhos de Drácula da década de 70, deriva de uma teoria sustentada por diversos estudiosos de vampirismo. Contudo, nem todos estão de acordo. Não há registros conhecidos de obras ou anotações pessoais de Stoker mencionando o nome da ordem, da mesma forma que parece não haver também testemunhos de membros sobre a filiação de Stoker. Segundo Carlos Raposo, «o melhor e mais confiável documento a respeito da historia da GD é o The Magicians of the GD, por Ellic Howe [que não cita o nome de Stoker]. Tudo indica que esse boato sobre a suposta participação dele nessa Ordem tenha vindo do best-seller O Despertar dos Magos, da dupla Bergier e Pauwels, onde eles afirmam isso, sem citar fonte alguma.» (Mail para a Illuminati, 1997).
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Nascido em Garanhuns, Pernambuco, em 28.06.1917, talvez tenha sido o médium que maiores serviços prestou ao Movimento Umbandista, durante seus 50 anos de mediunismo. Não há dúvidas hoje, após 7 anos de sua passagem para outras dimensões da vida, que suas 9 obras escritas constituem as bases e os fundamentos mais avançados do puro e real Umbandismo.
Hoje, 24 de Junho, é dia de São João Batista.
O início dos anos setenta é guardado com imenso carinho por aqueles que os viveram intensamente, formando a romântica juventude daquele tumultuado período.
Inicialmente, valerá dizer que ainda não são muitas as fontes a propiciarem dados de boa qualidade e confiáveis a respeito de Carl Kellner. Seja observado que, atualmente, essa carência de documentação nos leva a duas perspectivas bem distintas. A primeira delas é a proliferação de um certo monturo de informações, cuja finalidade principal é construir e reforçar a imagem Kellner ora como fundador ora como “pai espiritual” da Ordo Templi Orientis. Já a segunda, bem menos comprometida com construções meramente ideológicas e proselitistas, simplesmente aponta para um campo aberto da história do ocultismo mundial, praticamente inexplorado. É com essa última perspectiva que o presente texto está alinhado. Por conseguinte, aqui pretendo apenas traçar, a partir de material selecionado com cuidado (ver Bibliografia), um brevíssimo esboço biográfico de Carl Kellner, visando apresentá-lo de um modo mais apropriado, não sob o ponto de vista mítico, mas sim histórico.



































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