Os Sete Níveis
deldebbio | 10 de agosto de 2008Nos anos 60, quando os Beatles visitaram os EUA, eles fizeram questão de conhecer seu ídolo Bob Dylan. E, num quarto de hotel, eles se reuniram pra tocar, filosofar e partilhar suas experiências. Além disso, foi com Dylan que eles conheceram, pela primeira vez, a maconha. Seria a primeira vez, seguida de milhares de outras, em que John, Paul, George e Ringo ficariam chapados.
Todo mundo ficou muito doido, e foi nesta noite que Paul McCartney descobriu “o sentido da vida”.
No meio da “viagem”, Paul pede a um roadie pra anotar num pedaço de papel sua descoberta. E aí ele ditou a sua “mensagem para o Universo”. “Guarde-a”, ele diz num sussurro, como se confiasse a alguém um tesouro.
Na manhã seguinte, o roadie dá a Paul a anotação, da qual ele provavelmente já nem lembrava mais. Ela continha uma única frase: “Existem sete níveis“. Uau.
Paul não estava longe da Verdade. Algum véu se rompeu em sua mente e ele pôde acessar (mas não compreender) um dos mistérios que rondam o número sete.
Sete é o número que mais aparece em citações de todas as obras místicas, na magia, no ocultismo em geral, na Bíblia e em todos os livros sagrados. Tudo o que enxergamos ou percebemos como um imenso degradê geralmente acaba subdividido em sete pra facilitar. Sete notas musicais, sete cores do arco-íris, sete dias da semana… Se alguém nos perguntar: “Diga um número de 1 a 10″, o sete será o número preferido. Assim, não é difícil imaginar que o sete apareça sempre que tentamos expandir nossa consciência para além do véu da Maya. Particularmente, acredito que o sete seja um subproduto do 1, da Unidade, assim com o 3. Um, digamos, firewall da Matrix contra curiosos e hackers, pra preservar seu núcleo/essência. Talvez esteja adentrando o terreno cabalístico ou hermético, portanto não vou me alongar no que não entendo de fato. Mas é interessante notar que uma das propriedades interessantes que tem o número sete é ser o resultado da divisão de qualquer inteiro não múltiplo de 7, por 7.
A mitologia Hindu define quatorze mundos (não confundir com planetas) divididos em um par de 7: Sete mundos superiores (céus) e sete inferiores (infernos). A terra é considerada o mais baixo dos sete mundos superiores. Todos esses mundos, a exceção da Terra, são usados como lugares temporários de permanência: se a pessoa morre na Terra, o deus de morte (oficialmente chamado ‘Yama Dharma Raajaa, ou Yama, o senhor de justiça) avalia as ações boas/más (assim como Anubis, deus egípcio) da pessoa em vida e decide se aquela alma vai para o céu e/ou inferno, por quanto tempo, e em que capacidade. A alma adquire um corpo apropriado para o mundo no qual ela vai habitar, e ao término do tempo da alma nesse mundo, volta à Terra (é renascido como uma forma de vida na Terra). Os hindus acreditam que só na Terra, na condição humana, a alma alcance a salvação suprema, livre do ciclo de nascimento e morte, para além dos quatorze mundos.
Fico pensando que talvez resida aí a importância e curiosidade que os alienígenas têm por nós. Será que nós, em nossa condição humana, somos “especiais” por estarmos participando de um grande “provão cósmico”? Será que eles vêm nos monitorar exatamente porque HÁ ESPÍRITOS DE SEUS ANTEPASSADOS entre nós?
Na Teosofia, os Sete princípios do Homem são os veículos que ele possui para manifestar-se nos diversos planos. Em seu conjunto formam a constituição setenária do Homem. Juntando essa teoria da Teosofia, junto com a dos mundos da mitologia hindu (que não são planetas, e sim planos de existência) e com os universos paralelos dos físicos teóricos, e teremos um modelo onde as individualidades como a conhecemos simplesmente não existem. Cada pessoa na terra seria um aspecto de um ser multi-dimensional (multi-universal seria mais correto), cuja consciência vai estar fragmentada entre esses mundos todos (sete? quatorze? não importa). Você já se sonhou levando uma vida extremamente normal em outro mundo? Eu já. Nunca achei uma explicação boa pro fato de eu não estranhar a outra realidade (afinal, se eu, acostumado aqui com a terra, me projetasse pra outro plano/planeta eu ficaria embasbacado o tempo todo, e no entanto eu tomava um trem futurista (com cara de ter sido bastante usado) e acompanhava entediado a paisagem de uma cidade que (ainda) não existe.
Especulo que haja uma comunicação constante (e velada) entre nossos “eus” espalhados por aí, que podem não ser 7, nem 14, e sim infinitos “eus”, que podem abranger a totalidade de toda a vida no universo (e nos outros universos). Como um jogo de espelhos, onde não conseguimos divisar a fonte emissora, apenas o resultado fragmentário. Ou de forma inversa, como a internet P2P, onde os dados provém das mais diversas pessoas, de forma fragmentária, e são reunidos no destino final de quem solicitou a informação completa. Não somos pessoas. Creio que não somos pessoas, e sim “veículos de idéias”. Idéias que se materializaram e acham que são indivíduos.
É a “queda dos anjos”. É o pecado original.
Texto do Acid, do
http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2007/11/sete_niveis.html













“Mas é interessante notar que uma das propriedades interessantes que tem o número sete é ser o resultado da divisão de qualquer inteiro não múltiplo de 7, por 7.”
hein??? rs
Isso me faz lembrar daquela teoria de sete corpos fragmentados…..
Bois morrendo e a humanidade ficando cada vez pior por causa do numero de carne bovina consumida……
taí Habib, tb ñ entendi…
dá pra desenhar?
“Mas é interessante notar que uma das propriedades interessantes que tem o número sete é ser o resultado da divisão de qualquer inteiro não múltiplo de 7, por 7.”
Sem me ater ao caráter matemático do negócio, pegue qualquer número que satisfaça a condição do problema (por exemplo, 15) e divida por 7. A dízima periódica, nesse exemplo, é 2,142857142857… .
O que eu acho que ele quis dizer é que o número 7 APARECE no resultado da divisão de qualquer inteiro não múltiplo de 7, por 7.
Eu estou especulando… Vou tentar montar a prova dessa hipótese, aí eu posto novamente.
Massa! Um copo de água do oceano!
777
Reparem nesta sequência “142857″:
1 -> 0,1428571428571428571428571428571428571429
2 -> 0,2857142857142857142857142857142857142857
3 -> 0,428571428571428571428571428571428571
4 -> 0,571428571428571428571428571428571428
5 -> 0,7142857142857142857142857142857142857143
6 -> 0,8571428571428571428571428571428571428571
8 -> 1,14285714285714285714285714285714285714
9 -> 1,28571428571428571428571428571428571429
10 -> 1,42857142857142857142857142857142857143
…
25784583 -> 3683511,85714285714285714285714285714286
Olá pessoal, passei só para avisar que o novo site
da Loja Teosófica Liberdade está no ar.
Versando sobre Teosofia, Ciência e Religião.
Deêm uma olhadinha! Um Grande abraço!
http://www.teosofia-liberdade.org.br
“Não somos pessoas. Creio que não somos pessoas, e sim “veículos de idéias”. Idéias que se materializaram e acham que são indivíduos.
É a “queda dos anjos”. É o pecado original.”
Conclusão curiosa.
Marcelo bem que você poderia fazer alguns comentarios nos posts!!!!
Att
Não compreendi/não concordei…
Meio viajado o texto hein? Ou pelo menos confuso/mal fundamentado. =/
nao consigo achar uma “individualidade absoluta” em nós…
essa teoria que somos idéias é a que mais completa, pelo que eu senti e refleti.
até agora o que eu achei mais importante é adquirir consciência, a chave da liberdade, para percebemos quantas inumeras caracteristicas podemos adotar, descondicionar atitudes tipicamente “humanas”…
é facil perceber que tomamos mts medidas semelhantes e que somos mto parecidos…mesmo que simples, complexos
[...] – parte II – Os Quatro Grandes Pilares do Conhecimento – Elementais, os Espíritos da Natureza – Os sete Níveis – Grandes iniciados – Allan Moore – O mito da [...]
Mas o numeroda besta é 666…
Cadé o 7?
Creio que não somos pessoas, e sim “veículos de idéias”. Idéias que se materializaram e acham que são indivíduos.
SENSACIONAL… pra mim ficou explicado o texto todo apenas nesta frase.
somos espíritos num estágio menor de vibração, por isso estamos aqui, para evoluir espiritualmente, ou seja, nossas idéias!
Abraço fera!
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666 dividido por 7 = 95.142857 …eis o 7
Marcelo o que vc acha da eubiose, é séria?
@MDD – Sim.