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Moral e Dogma

deldebbio | 30 de setembro de 2008

A Maçonaria possui em sua filosofia um ensinamento que pode ser expresso num simples ditame: “Proteja os oprimidos dos opressores; e dedique-se a honra e aos interesses de seu País“. Maçonaria não é especulativa nem teórica, mas experimental, não sentimental, mas prática. Ela requer renúncia e autocontrole. Ela apresenta uma face severa aos vícios do homem e interfere em muitos de nossos objetivos e prazeres. Penetra além da região do pensamento vago; além das regiões em que moralizadores e filósofos teceram suas belas teorias e elaboraram suas esplendidas máximas, alcançando as profundezas do coração, repreendendo-nos por nossa mesquinhez, acusando-nos de nossos preconceitos e paixões e guerreando contra nossos vícios.É uma luta contra paixões que brotam do seio dos mais puros sentimentos, um mundo onde preconceitos admiráveis contrastam com práticas viciosas, de bons ditados e más ações; onde paixões abjetas não são apenas refreadas pelos costumes e pelos cerimoniais, mas se escondem por trás de um véu de bonitos sentimentos.

Este solecismo tem existido por todas as épocas. O sentimentalismo católico tem muitas vezes acobertados a infidelidade e o vício. A retidão dos protestantes apregoa, freqüentemente, a espiritualidade e a fé, mas negligencia a verdade simples, a candura e a generosidade; e a sofisticação do racionalismo ultraliberal em muitas ocasiões conduz ao céu em seus sonhos, mas chafurda na lama de suas ações.

Por mais que exista um mundo de sentimentos maçônicos, ainda assim ele pode ser um mundo onde ela esta ausente. Ainda que haja um sentimento vago de caridade maçônica, generosidade e desprendimento, falta a pratica ativa da virtude, da bondade, do altruísmo e da liberalidade. A Maçonaria assemelha-se aí às luzes frias, embora brilhantes.Há clarões ocasionais de sentimentos generosos e viris, um esplendor fugaz de pensamentos nobres e elevados, que iluminam a imaginação de alguns. Mas não há o calor vital em seus corações.

Boa parte dos homens tem sentimentos, mas não princípios. Os sentimentos são sensações temporárias, enquanto os princípios são como virtudes permanentemente impressas na alma para seu controle. Os sentimentos são vagos e involuntários; não ascendem ao nível da virtude. Todos os têm. Mas os princípios são regras de conduta que moldam e controlam nossas ações. Pois é justamente neles que a Maçonaria insiste.

Nós aprovamos o que é certo, mas geralmente fazemos o que é errado; esta é a velha história das deficiências humanas. Ninguém encoraja e aplaude injustiça, fraude, opressão, ambição, vingança, inveja ou calúnia; ainda assim, quantos dos que condenam essas coisas são culpados delas, eles mesmos.Já nos foi dito: “Homem, quem quer que sejas, se julgas, para ti não há desculpa, porque te condenas a ti mesmo, uma vez que fazes exatamente as mesmas coisas.”É surpreendente ver como os homens falam das virtudes e da honra e não pautam suas vidas nem por uma nem por outra. A boca exprime o que o coração deveria ter em abundância, mas quase sempre é o reverso do que o homem pratica.

Os homens podem realmente, de um certo modo, interessar-se pela Maçonaria, mesmo que muitos deficientes em virtudes. Um homem pode ser bom em geral e muito mau em particular: bom na Loja e ruim no mundo profano, bom em público e mau para com a família.Muitos desejam sinceramente ser bons Maçons. Mas é preciso que resistam a certos estímulos, que sacrifiquem certos caprichos. Como é ingrato aquele que morre medíocre, sem nada fazer que o glorifique para os Céus. Sua vida é como árvore estéril, que vive, cresce, exaure o solo e ainda assim não deixa uma semente, nenhum bom trabalho que possa deixar outro depois dele! Nem todos podem deixar alguma coisa para a posteridade, mas todos podem deixar alguma coisa, de acordo com suas possibilidades e condições.

Quem pretender alçar-se aos Céus, sozinho dificilmente encontrará o caminho.A operosidade jamais é infrutífera. Senão trouxer alegria com o lucro, ao menos, por mantê-lo ocupado, evitará outros males. Têm-se liberdade para fazer qualquer coisa, devemos encara-la como uma dádiva dos Céus; têm-se a predisposição de usar bem esta liberdade, então é uma dádiva da Divindade.

Maçonaria é ação, não inércia. Ela exige de seus iniciados que trabalhem, ativa e zelosamente, para o benefício de seus Irmãos, de seu país e da Humanidade. É a defensora dos oprimidos, do mesmo modo que consola e conforta os desafortunados.

Frente a ela é muito mais honroso ser o instrumento do progresso e da reforma do que se deliciar nos títulos pomposos e nos autos cargos que ela confere. A maçonaria advoga pelo homem comum no que envolve os melhores interesses da Humanidade. Ela odeia o poder insolente e a usurpação desavergonhada. Apieda-se do pobre, dos que sofrem, dos aflitos; e trabalha para elevar o ignorante, os que caíram e os desafortunados. A fidelidade à sua missão será medida pela extensão de seus esforços e pelos meios que empregar para melhorar as condições dos povos. Um povo inteligente, informado de seus direitos, logo saberá do poder que tem e não será oprimido. Uma nação nunca estará segura se descansar no colo da ignorância. Melhorar a massa do povo é a grade garantia da liberdade popular.

Se isto for negligenciado, todo o refinamento, a cortesia e o conhecimento acumulado nas classes superiores perecerão mais dia menos dia, tal como capim seco no fogo da fúria popular.Não é a missão da Maçonaria engajar-se em tramas e conspirações contra o governo civil. Ela não faz propaganda fanática de qualquer credo ou teoria; nem se proclama inimiga de governos. Ela é o apostolo da liberdade, da igualdade e da fraternidade. Não faz pactos com seitas de teóricos, utopistas ou filósofos. Não reconhece como seus iniciados aqueles que afrontam a ordem civil e a autoridade legal, nem aqueles que se propõem a negar aos moribundos o consolo da religião. Ela se coloca à parte de todas as seitas e credos, em sua dignidade calma e simples, sempre a mesma sob qualquer governo.

A maçonaria reconhece como verdade que a necessidade, assim como o direito abstrato e a justiça ideal devem ter sua participação na elaboração das leis, na administração dos afazeres públicos e na regulamentação das relações da sociedade. Sabe o quanto à necessidade tem por prioridade nas lidas humanas.

A maçonaria espera e anseia pelo dia em que todos os povos, mesmo os mais retrógrados, se elevem e se qualifiquem para a liberdade política, quando, como todos os males que afligem a terra, a pobreza, a servidão e a dependência abjeta não mais existirão. Onde quer que um povo se capacite à liberdade e a governar-se a si próprio, ai residem as simpatias da Maçonaria.A Maçonaria jamais será instrumento de tolerância para com a maldade, de enfraquecimento moral ou de depravação e brutalização do espírito humano. O medo da punição jamais fará do maçom um cúmplice para corromper seus compatriotas nem um instrumento de depravação e barbarismo. O

nde quer que seja, como já aconteceu, se um tirano mandar prender um crítico mordaz para que seja julgado e punido, caso um maçom faça parte do júri cabe a ele defende-lo, ainda que à vista do cadafalso e das baionetas do tirano.O maçom prefere passar sua vida oculto no recesso da penumbra, alimentando o espírito com visões de boas e nobres ações, do que ser colocado no mais resplandecente dos tronos e ser impedido de realizar o que deve. Se ele tiver dado o menor impulso que seja a qualquer intento nobre; se ele tiver acalmado ânimos e consciências, aliviado o jugo da pobreza e da dependência ou socorrido homens dignos do grilhão da opressão; se ele tiver ajudado seus compatriotas a obter paz, a mais preciosa das possessões; se ele cooperou para reconciliar partes conflitantes e para ensinar aos cidadãos a buscar a proteção das leis de seu país; se ele fez sua parte, junto aos melhores e pautou-se pelas mais nobres ações, ele pode descansar, porque não viveu em vão.

A Maçonaria ensina que todo poder é delegado para o bem e não para o mal do povo. A resistência ao poder usurpado não é meramente um dever que homem deve a si próprio e a seu semelhante, mas uma obrigação que ele deve a Deus para restabelecer e manter a posição que Ele lhe confiou na criação. O maçom sábio e bem informado dedicar-se-á à Liberdade e a Justiça. Estará sempre pronto a lutar em sua defesa, onde quer que elas existam. Não será nunca indiferente a ele quando a Liberdade, a sua ou a de outro homem de mérito, estiver ameaçada.

O verdadeiro maçom identifica a honra de seu país como a sua própria. Nada conduz mais à glória e à beleza de um país do que ter a justiça administrada a todos de igual modo, a ninguém negada, vendida ou preterida.Não se esqueçam, pois daquilo a que você devotou quando entrou na Maçonaria: defenda o fraco contra o truculento, o destituído contra o poderoso, o oprimido contra o agressor! Mantenha-se vigilante quanto aos interesses e à honra de teu país! E possa o Grande Arquiteto do Universo dar-lhe a força e a sabedoria para mantê-lo firme em seus altos propósitos.

Por Albert Pike

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24 Responses to “Moral e Dogma”

  1. Seo Delaqua says:
    30 de setembro de 2008 às 17:54

    Marcelo, parabéns pela sua coluna no S&H e também por agregar os bons textos que vemos por aqui. Seu projeto de caridade intelectual é muito bem sucedido.

    Fugindo um pouco sobre o assunto do post, tenho visto pela internet bastante previsões sobre o próximo dia 14 de outubro. Você tem algum comentário, ou material, pertinente a este tema?

    Um abraço!

    Reply
  2. Marx says:
    30 de setembro de 2008 às 20:21

    Marcelo, como eu faço para ingressar na maçonaria?
    Sou membro da AMORC
    Paz profunda

    Marx’.’

    Reply
  3. 32 Papas e uma garrafa de Rum - parte II says:
    1 de outubro de 2008 às 20:10

    [...] Moral e Dogma, por Albert Pike – Por dentro da Igreja Universal – Religião: você precisa ter uma? – Grandes Iniciados: [...]

    Reply
  4. Raphael says:
    1 de outubro de 2008 às 20:33

    Marcelo eu tenho umas duvidas a respeito de algumas praticas como artes marciais, e terapia chinesa de cura, mas atualmente a pouco mais de 6 meses estou estudando junto com a rosacruz , queria uma luz ou uma opinião sua pois pelo que eu entendi certas coisas meio que atrapalham a percorrer o caminho da escola, gostaria de uma opinião sua a respeito disso, ja que eu vi no seu perfil que voce tem praticas semelhantes as minhas como chi-kung .
    Obrigado.

    Reply
  5. Maurão. says:
    2 de outubro de 2008 às 18:48

    Fiquei emocionado com o Texto….

    Parabéns pelo Blog Marcelo. Parabéns pela iniciativa de levar, a nós gados, a luz. Essa é a primeira vez que escrevo, mas já leio suas colunas a um bom tempo.
    Aos poucos as coisas vão ficando claras para um homem cheio de vícios e defeitos como eu. Obrigado, você contribui para que eu pudesse dar o 1º passo em direção a minha evolução e mudança. Essa é a força da Egrégora!

    Paz.

    Reply
  6. henrique says:
    3 de outubro de 2008 às 14:42

    A Maçonaria já não é mais a mesma. Antigamente seus membros eram escolidos pelo caráter e retidão. Hoje qualquer sem moral faz parte desta sociedade. Mudou o tempo, mudou os valores.

    @MDD – infelizmente tenho de concordar com voce… mas há sempre a maçonaria dentro da maçonaria… algumas lojas são mais sérias do que outras.

    Reply
  7. Rodrigo says:
    3 de outubro de 2008 às 15:09

    Texto muito bem escrito, mas nao vejo muita diferenca entre seguir as regras da igreja ou seguir as regras da maconaria…claro que em conteudo de estudo metodo etc as duas sao mto distintas..mas em essencia eh a mesma coisa, vc fica sugeito a certos padroes de comportamento e crenca e tem que obedecer para fazer parte do grupo…na minha opiniao isso aprisiona e limita.
    hoje mais do que nunca os conhecimentos estao escancarados para quem quiser eh so ter boa vontade e disciplina para aprender e evoluir…
    Paz

    Reply
  8. Padre Judas says:
    3 de outubro de 2008 às 23:50

    É. O infame “Albert Pike” que posta de vez em quando (embora ele agora esteja sumido) lá no Sedentário nunca deve ter lido este texto (ou qualquer outro do sujeito) – ou não diria tantas besteiras.

    Reply
  9. Construtores de Templos – parte III | Sedentário & Hiperativo says:
    8 de outubro de 2008 às 23:05

    [...] o Arcano do Louco – Três amores: Ágape, Philos e Eros – o significado Espiritual do Yom Kippur – Moral e Dogma, por Albert Pike – Por dentro da Igreja Universal – Religião: você precisa ter uma? – Grandes Iniciados: [...]

    Reply
  10. Zeitgeist Addendum | Sedentário & Hiperativo says:
    16 de outubro de 2008 às 20:39

    [...] o Arcano do Louco – Três amores: Ágape, Philos e Eros – o significado Espiritual do Yom Kippur – Moral e Dogma, por Albert Pike – Por dentro da Igreja Universal – Religião: você precisa ter [...]

    Reply
  11. Zeitgeist Addendum « Teoria da Conspiração says:
    17 de outubro de 2008 às 21:16

    [...] o Arcano do Louco – Três amores: Ágape, Philos e Eros – o significado Espiritual do Yom Kippur – Moral e Dogma, por Albert Pike – Por dentro da Igreja Universal – Religião: você precisa ter [...]

    Reply
  12. Questionador says:
    27 de outubro de 2008 às 16:59

    Caro Marcelo

    Estou com uma duvida respeito do que o Albert pike escreveu, se ele acreditou nisso que escreveu , ou elel é um embuste ou um grande tumultuador, pois ele foi o fundador da ku klux klan , e não era nada virtuoso.
    e e falando em maçonaria , o que voCê me diz da familia dos Rothschild????? maçons que detem trilhões de dolares e que geram toda a miséria, guerras e pobresa do nosso mundo, até fianaciaram a
    nossa indepêndencia, insitaram a guerra do paraguai , que também financiaram, a guerra do pacifico entreo Chile e o Peru e todas as guerras desde que conhecemos inclusive as grandes guerras mundiais. Esses são os virtuosos maçons .

    Reply
  13. The Corporation | Sedentário & Hiperativo says:
    26 de novembro de 2008 às 21:44

    [...] Templários – A Igreja Católica e a Maçonaria – Os Pobres Cavaleiros de Cristo – Os Templários – Moral e Dogma – Os Templários e o [...]

    Reply
  14. Lúcian Ferris says:
    29 de novembro de 2008 às 21:18

    gostei muito do texto

    Reply
  15. Moral e Dogma… « Teoria da Conspiração says:
    8 de janeiro de 2009 às 0:09

    [...] Continue lendo Moral e Dogma… [...]

    Reply
  16. Murilo R+C says:
    18 de março de 2009 às 10:10

    Você tem este livro traduzido para o português? sempre quis ler este livro, se o tiver pode mandar no meu e-mail? televendas_murilo@hotmail.com

    muito obrigado

    =]

    Reply
  17. Galvao says:
    11 de abril de 2009 às 19:57

    Gosataria de receber, em português, um exemplar do livro Moral e Dogma de Albert Pike. Por favor me mande dizer quanto custa, ou então onde conseguir. Obrigado, Galvão.

    Reply
  18. AD&D says:
    6 de agosto de 2009 às 19:44

    Acabo de ganhar uma imensa simpatia por Albert Pike, e agora com certeza quero entrar para a maçonaria, não sou ingênuo de pensar que tem muita gente que pense assim hoje dentro da maçonaria, mas é mais fácil encontrar lá dentro do que aqui fora, certo???!

    É bom saber que tem alguém que pense assim(mesmo que décadas atrás) e que consegue transcrever em palavras princípios/moral/virtudes nos quais sempre me norteei, de alguma forma me dá forças pra continuar de tal forma.

    Com certeza um dos textos que mais gostei de ler aqui até hoje, e nem é sobre ocultismo(não diretamente), agradeço muito por ter-lo postado DD. de verdade.

    Abraços

    Reply
  19. CMC .`. says:
    27 de agosto de 2009 às 2:11

    Estou tentando achar Moral e Dogma – Pike, encontrei versão francês e inglês mas não consegui ainda encontrar versão em português. Existe a literatura aqui no Brasil? Abç.

    Reply
  20. vitor says:
    20 de outubro de 2009 às 16:13

    Esse é um livro bem interessante tirem suas proprias conclusões pelo que foi dito por albert pike “Para vocês, Soberanos Grandes Inspetores Gerais, nós dizemos isto, que vocês podem repetir para os irmãos dos graus 32, 31 e 30: A Religião Maçônica deve ser, por todos nós iniciados dos altos níveis, mantida na pureza da Doutrina Luciferiana”; “Sim, Lúcifer é Deus…”; “E a verdadeira e pura religião filosófica é a crença em Lúcifer, o igual de Adonai; Mas Lúcifer, Deus da luz e Deus do bem, está lutando pela humanidade contra Adonai, Deus da escuridão e do mal.” (Instruções aos 23 Conselhos Supremos do Mundo, Albert Pike, Grande Comandante, Soberano Pontífice da Maçonaria Universal, 14 de Julho, 1889)

    Reply
  21. JOENILDO says:
    24 de outubro de 2009 às 18:55

    Caro Marcelo,
    Trabalho polindo pedras e em meu tempo de descanso 12:00, procuro sempre ler, quanto mais agora que não tenho mais meu pai, a leitura em muito tem me dado sabedoria, força e ensinado a beleza da vida.
    Às vezes, busco luzes para governar meus passos, e por isto estou em busca do livro Moral e Dogma de ALBERT PIKE, se porventura o tiver, para enviá-lo ficarei grato.
    Um cordial aperto de mão
    Schroeder Joen

    @MDD – Não conheço uma versão traduzida. A versão em Inglês você consegue achar em pdf na net facilmente (Morals and Dogma).

    Reply
  22. JOENILDO says:
    24 de outubro de 2009 às 18:56

    Se possivel em portugues, pois ainda estou aprendendo a soletrar palavras em inglês.
    Schroeder Joen

    Reply
  23. MORAL E DOGMA says:
    29 de março de 2010 às 14:29

    Paz Profunda meus queridos IIr.’. , o livro Moral e Dogma em Português já se encontra a venda.

    Segue abaixo os links dos volumes.

    http://clubedeautores.com.br/book/7217–MORAL_E_DOGMA

    http://clubedeautores.com.br/book/14358–MORAL_E_DOGMA_II

    saudações fraternais

    Reply
  24. A Maçonaria (por Albert Pike) « Moral e Dogma says:
    20 de maio de 2010 às 12:29

    [...] http://www.deldebbio.com.br/index.php/2008/09/30/moral-e-dogma/ ▶ Sem Respostas /* 0) { jQuery('#comments').show('', change_location()); [...]

    Reply

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