Teoria da Conspiração

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Qual é o coletivo de pensamentos?

deldebbio | 9 de dezembro de 2008

“Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és.
Saiba eu com que te ocupas e saberei também no que te poderás tornar”

- Johann Wolfgang von Goethe

Egrégora. Do grego “egregoroi”, do latim “gregariu”, do celta “egregor”, do francês “égrégor”, do alemão “eggregore”, do finlandês “egregoi”…
O senhor está acompanhando, seu zero-cinco?

Comecei este texto com uma brincadeira com o filme “Tropa de Elite” porque ele exemplifica bem o que é uma egrégora. Tanto o treinamento realizado pelos soldados do verdadeiro Bope quanto a capacidade que o filme teve de mexer com o inconsciente coletivo aqui no Brasil.
Mas… o que é uma Egrégora?

Uma Egrégora representa o conjunto de formas-pensamento de duas ou mais pessoas, voltado para uma determinada finalidade. O conhecimento a respeito de Egrégoras talvez seja uma das coisas mais importantes dentro do ocultismo. A Egrégora forma o coração e o espírito de todas as Ordens Iniciáticas e profanas. É ela quem protege e auxilia os magistas em seus trabalhos.

Mas vamos por partes.
Em primeiro lugar: o que vem a ser uma “forma-pensamento”?
Conforme eu havia explicado nestas colunas AQUI e AQUI, existem dimensões físicas fora do que chamamos “plano material”, que os ocultistas dominam há séculos mas que os cientistas ortodoxos ainda estão engatinhando em suas experiências. Nestas outras faixas vibratórias residem os pensamentos, emoções e conceitos, além dos chamados “fantasmas” ou “espíritos”. O plano sutil mais próximo do Plano Material é o Plano Astral.

Eu já comecei a falar sobre o Plano Astral nas colunas anteriores, mas como este assunto é demasiadamente extenso, com certeza voltaremos a ele ainda muitas vezes nas proximas colunas.
Por estarmos mergulhados neste oceano de vibrações eletromagnéticas sutis, nossos corpos de carne (que, como demonstrei na matéria sobre os Chakras, são verdadeiras transmissores e receptores eletromagnéticos) estão constantemente em ressonância com estas vibrações externas que se manifestam ao nosso redor.
Colocando em palavras mais simples: pensamentos, emoções e intenções são capazes de afetar diretamente as pessoas através destas ressonâncias. Podemos fazer uma analogia dos seres humanos como transmissores/receptores eletromagnéticos, cujos pensamentos afetam e são afetados pelo ambiente que nos cerca.
Podemos emitir determinadas vibrações através da vontade e do pensamento, mas também estamos sujeitos a receber e absorver emanações que estejam ao nosso redor.

Da mesma maneira que podemos interagir com o mundo físico através dos nossos sentidos objetivos (segurando uma caneta com nossas mãos, por exemplo), todos nós somos capazes de interagir e realizar ações no Plano Astral.

Para entender melhor, vamos fazer um exercício simples de visualização: Imagine uma taça de vinho tinto repousando ao lado do teclado. Mas não “pense” na taça… “visualize” esta taça… relaxe… respire calmamente, concentre sua mente e veja todos os detalhes da textura do vidro, a cor, o brilho, a transparência do copo, o reflexo da luz, a cor característica do vinho, imagine o cheiro delicioso… afaste todos os outros pensamentos e concentre-se apenas nessa taça. Imagine sua mão pegando esta taça, o aspecto liso e frio do vidro em contato com seus dedos, o líquido mexendo dentro da taça enquanto você a ergue no ar. Observe o vinho contra a luz… Dê um gole imaginário nesta taça e sinta o gosto do vinho na sua boca, o sabor adocicado enquanto o líquido preenche sua boca e o cheiro do bouquet invade suas narinas… se você fez direitinho, pode até mesmo estar com água na boca neste momento. E, durante um curto espaço de tempo, você acaba de criar uma forma-pensamento. Basta que, nesse momento, TODA a sua concentração estivesse voltada para esta criação.

wine2.jpg

Esta taça de vinho que você acaba de criar é tão sólida quanto qualquer objeto “real”, apenas existe em outra dimensão mais sutil e, portanto, a princípio, não interage com o plano físico. Em alguns instantes, ela será dissolvida e retornará ao que chamamos de “fluído astral”. Dependendo da emoção e da quantidade de tempo que você se dedicar a esta construção astral, ela acaba se cristalizando e passa a ficar ali, diante do computador, no exato local onde você a visualizou.
Saber como trabalhar estas construções astrais é algo importantíssimo, pois delas dependem os círculos de proteção, os rituais de banimento e de conjuração, gárgulas, templos astrais, defesas psíquicas, proteção contra vampiros energéticos e um campo aberto para facilitar suas projeções. Por esta razão, os exercícios de visualização e concentração que eu passei AQUI precisam estar dominados. A imaginação e a visualização devem fazer parte do arsenal básico de qualquer estudante de ocultismo.

Já uma egrégora é o conjunto de formas-pensamento criadas por um grupo, com uma mesma finalidade. Como disse aquele mago famoso da bíblia, “Onde dois ou mais se reunirem em meu nome, eu estarei entre eles”. Ou seja: quando duas ou mais pessoas se reúnem ao redor de um único objetivo, estas formas-pensamento se somam e geram algo maior, mais dinâmico. E quanto mais concentrados, intensos e constantes forem estes pensamentos, maior o campo de atuação desta egrégora. Aqui está o segredo e a base da Ritualística, ou seja, da repetição.
Aliás, a título de curiosidade, “ritual” vem do grego “Arithmos” (Número) da qual surge também a palavra “Aritmética” e “ritmo”, mostrando que matemática, música e magia sempre andaram de mãos dadas.

Para tentar explicar melhor o que seria “poluição mental” em contraparte a “egrégora”, eu fiz estes dois desenhos no photoshop. O primeiro mostra uma reunião de profanos/adormecidos, no qual cada um está tentando colaborar em uma reunião. Por mais interessados que estejam, a falta de disciplina e concentração faz com que a mente objetiva fique divagando entre problemas alheios ao grupo ao invés de dar vazão à mente intuitiva, ou superior.

egregora-01

Já em uma reunião onde se tenha estabelecido uma Egrégora (normalmente através de uma ritualística), todos os envolvidos estão empenhados em realizar um trabalho justo e perfeito e suas mentes fluem como uma única potência.

Quanto mais se repete a ritualística, maior e mais forte é a Egrégora; Quanto mais concentração se coloca nos pensamentos, maior e mais forte é a Egrégora; quanto mais emoção se coloca nesta ritualística, mais forte é a Egrégora. Em algum tempo, este verdadeiro colosso de energia mental/emocional/espiritual adquire “vida própria” e passa a auxiliar a causa para qual aquele grupo trabalha.
É bom notar que não apenas pessoas no Plano Material colaboram com a Egrégora, mas também as Pessoas que estiverem no Plano Astral (é extremamente comum que antigos mestres que já faleceram continuem a participar de reuniões dentro das ordens e instituições que faziam parte).
Por causa da Egrégora, Grupos Iniciáticos costumam se reunir sempre nos mesmos dias e horários da semana. Desta maneira, mesmo se um membro não puder comparecer, ele pode emanar pensamentos para colaborar na Grande Obra. O simples fato dele se posicionar mentalmente dentro do templo durante o período de trabalho já o coloca em sintonia com a egrégora que estiver ativada.

Abrindo e Fechando as Egrégoras
Muita gente sempre me pergunta como é que eu consigo fazer parte de uma dúzia de ordens iniciáticas sem ficar louco. A resposta para isso é simples: todo trabalho e operação ocultista é composta de três partes: a “Abertura dos Trabalhos”, o “Trabalho” e o “Fechamento dos Trabalhos”.
Fazendo uma analogia, pode-se imaginar a egrégora como sendo uma piscina (ou lago, ou mar, dependendo da egrégora). Quando vou nadar, eu me aproximo da piscina, retiro minhas roupas profanas, coloco paramentos adequados (shorts, maiôs, sungas, biquínis, pés de pato, snorquels, prancha de surf, bóias, etc… ), passo meu protetor solar e somente depois de todo o “ritual” é que estou preparado para nadar. Da mesma forma, quando saio da piscina, eu me enxugo, tiro a água do corpo, limpo o protetor solar, tomo um banho, visto minhas roupas e somente depois volto ao mundo profano. Ninguém entra na água de terno e gravata nem sai por ai andando de maiô no meio da avenida Paulista. Fazendo os trabalhos de abertura e fechamento de Egrégora corretamente, é possível freqüentar palestras na Rosacruz Áurea na quarta-feira, realizar um Esbath Wiccan na quinta-feira, visitar um Terreiro de Umbanda na sexta feira, participar de um ritual budista no sábado, de uma missa cátara/templária no domingo e de uma loja maçônica na segunda-feira sem ficar maluco. E, antes que alguém pergunte, este exemplo NÃO foi hipotético…

freemason2.jpg

E esta ritualística de abrir e fechar egrégoras se repete em absolutamente todos os lugares: desde os maçons, rosacruzes e demolays que se paramentam para seus trabalhos até patricinhas e dançarinas de bailes funk que se vestem e se maquiam antes de sair para a balada, passando por médicos, bombeiros, policiais, professores, cientistas, trabalhadores que “batem cartão”, padres com suas batinas rezando uma missa, pais-de-santo com suas roupas brancas, médiuns kardecistas com seus aventais, sacerdotes e sacerdotisas wiccans com seus mantos (ou sem roupas), torcedores de times de futebol que vestem a camisa de sua torcida antes de irem ao jogo, lutadores que vestem seus kimonos antes de praticarem seus treinos e assim por diante. TUDO o que envolver estar “no mundo profano”, uma transição para um ato e um posterior retorno ao mundo profano está ligado diretamente a uma Egrégora. Assistir passivamente uma novela é pertencer a uma egrégora. O problema é selecionar quais delas você quer participar…

E qual a importância de fechar uma Egrégora?
Quando você abre os trabalhos em uma Egrégora, você se coloca em um estado mental compatível com as vibrações desta egrégora. Quando você retorna ao mundo exterior sem fechar os trabalhos, a egrégora continua exercendo influência sobre as suas ações e pensamentos. O problema com isso é que, dependendo do tipo e poder desta egrégora, a pessoa acaba sendo literalmente DOMINADA por estes pensamentos e emoções.
Vou dar alguns exemplos simples, mas bastante importantes:

Todo mundo deve conhecer pessoas que gostam de, no domingo, vestir a camisa do seu time, sentar na frente da TV, assistir uma partida de futebol e depois voltar aos seus afazeres normais. Times de futebol são egrégoras. Uma partida de futebol é um ritual de confronto entre duas egrégoras adversárias. Ao final dos “trabalhos”, os obreiros (torcedores) retornam às suas vidas normais, fechando as portas destas egrégoras. Por outro lado, todo mundo deve conhecer pessoas que não são capazes de se desligar disso, tornando-se literalmente escravas de seus times. Tatuam o símbolo do time no próprio corpo, agridem pessoas de outras egrégoras, gastam tempo e energia propagando ódio em emails, piadas, xingamentos, brigas e discussões com pessoas ligadas a outros times, passam a semana inteira gastando horas de pensamento preocupadas se o time está na zona de rebaixamento ou não ao invés de tomarem o controle das suas próprias vidas. Em pouco tempo, a vida desta pessoa está completamente dominada por esta egrégora. Um perfeito zumbi.
Vemos casos como este todos os dias nos noticiários.

torcida.jpg

Aliás, times de futebol são exemplos maravilhosos de egrégoras e do controle que elas podem exercer sobre as criaturas. Quando as pessoas se conectam a estas egrégoras, seus corpos se tornam unos com a idéia; alguns chegam até mesmo a morrer de ataques cardíacos durante finais de campeonato. Só quem já esteve em um estádio de futebol sabe o que é sentir esta energia fluindo e como a torcida faz diferença em uma partida de futebol.
Uma egrégora PODE desviar uma bola para que ela bata na trave ao invés de fazer um gol, PODE fazer um jogador se contundir no meio da partida, errar um pênalti ou acertar um chute impossível… a egrégora influencia, mas não decide. Como disse certa vez o comentarista João Saldanha: “Se macumba ganhasse jogo, campeonato baiano terminava sempre empatado”.

Outro exemplo interessante são os fumantes: a egrégora do cigarro é absurdamente poderosa. Quando alguém pensa em abandoná-la, ela toma providencias para manter a mente da pessoa acorrentada. Some-se isso ao fato de que, cada vez que se acende um cigarro, alguma entidade astral “gruda” na pessoa para usufruir desta energia e com isto temos uma explicação muito precisa do por quê é tão difícil largar o vício.
Por outro lado, pode-se combater uma egrégora com outra egrégora. Quando um alcoólatra passa a freqüentar uma AA, ele passa a se conectar com OUTRA egrégora, que por sua vez é antagônica à egrégora da bebida. Uma pessoa que esteja ligada à AA possui MUITO mais chances de abandonar e vencer um vício do que uma pessoa que está tentando sozinha, pois sua força de vontade passa a ser acrescida do poder desta outra egrégora.
Mas, independente da guerra astral que está sendo travada, o ser humano vai ter a última palavra. Lembram que eu falei ali em cima que nosso corpo é um transmissor/receptor eletromagnético? Pois bem… serão as atitudes da pessoa que permitirão a influência da egrégora X ou Y, que determinarão se ela conseguirá sobrepujar o vício ou não. Existe uma máxima ocultista que diz “É impossível ajudar quem não quer ser ajudado” ou ainda “Não entregue pérolas aos porcos”.
Se o nível mental da pessoa é baixo, ela vai ser dominada por toda a sua vida.

E claro que as “otoridades” sabem disso. Aliás, acham isto maravilhoso. As grandes companhias adoram estes conceitos. Os clientes vestindo suas marcas e repetindo seus slogans como se fossem bordões. As religiões caça-níqueis AMAM estes conceitos, e pode apostar que elas utilizam-se de todos eles para manter seus fiéis aprisionados.

Aprendendo a fechar as Egrégoras
Como vocês podem estar imaginando, a partir do momento que se tem consciência de como estas energias funcionam, torna-se simples. “Um horário para cada coisa e cada coisa no seu horário e local”. Sabendo trabalhar estas energias mentais, você perceberá que seus trabalhos renderão mais e seu nível de stress diminuirá consideravelmente.
Acostume-se a limitar os seus horários de trabalho. Quando estiver no seu horário de lazer, não pense no trabalho; quando estiver no trabalho, não pense no seu lazer. Concentre-se APENAS no que estiver fazendo, e faça direito.

Qual a relação de um iniciado com uma egrégora?
Muita gente perguntou na coluna passada o que representa ser um iniciado. A resposta está ligada à coluna de hoje. Um iniciado é alguém que foi ACOLHIDO por uma egrégora. Quando eu falo em uma Iniciação dentro da pirâmide ou de um círculo de pedra, ou de um batismo, quero dizer que o iniciado está entrando em contato com as chaves astrais que vão permitir a ele acessar estas egrégoras mais poderosas.

initiation1.jpg

Em um momento de dificuldade, o iniciado pode resgatar energias desta reserva para auxiliá-lo no que precisar (e estiver de acordo com os preceitos da egrégora, claro).

Exercício Prático: Como ir melhor na escola.
Estabeleça um grupo de estudos. Faça com que todos leiam esta coluna para se familiarizarem com o conceito de egrégora. Reúna os amigos que precisam estudar para uma prova (mas também funciona sozinho, embora como vimos acima, mais mentes significam mais vibrações no mesmo objetivo – ou mais gente te atrapalhando, então escolha direito seus colegas de estudo). Estabeleça um horário fixo. Neste horário, acenda um incenso e diga em voz alta: “Eu, fulano de tal, declaro abertos os trabalhos com a finalidade de estudar para a prova X pelas próximas horas. Que a partir deste momento, nada possa nos distrair ou perturbar”. Claro que você terá desligado celulares, TV, i-pods e o que quer que possa distraí-los neste tempo. Quando acabar, feche os livros e diga em voz alta “Eu, fulano de tal, declaro encerrados os estudos para a prova X no dia de hoje”. Faça isso nos dias que for estudar… aliás, tente estabelecer o mesmo horário sempre.
Na hora da prova, apenas diga para você mesmo “eu, fulano de tal, desejo acessar os conhecimentos arquivados nos meus períodos de estudo” (mas você precisa dizer estas frases… não vale só pensar… o VERBO é necessário para trazer estas chaves da nossa pequena egrégora do plano metal para o físico).
Depois você me diz como foi na prova…

O mesmo vale para qualquer tipo de trabalho, estudo ou reunião. Antes de começar, abra os trabalhos definindo exatamente o que você pretende fazer, quando terminar, feche os trabalhos. Você perceberá como tudo na sua vida irá render mais…

Até a semana que vem, crianças…
Enquanto isso, meditem na pergunta abaixo:
Você é mesmo dono dos seus pensamentos?
Ou alguém está pensando por você?

Categorias
Plano Astral, S&H
Tags
Magia Prática, Plano Astral
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32 Responses to “Qual é o coletivo de pensamentos?”

  1. Khael says:
    9 de dezembro de 2008 às 13:56

    e eu justamente estou precisando tirar boas notas na escola.
    cada vez mais eu me divirto com as “coincidências” da vida.
    agora com licença, que eu vou estudar hehehe =)

    Reply
  2. luiz says:
    9 de dezembro de 2008 às 14:20

    Interessante .. minha professora da sétima série fez uma egrégora com a gente então, estou com 23 anos agora, fazem 9 anos que isso aconteceu, mas lembro mais ou menos o que ela pediu pra fazermos. Antes de começar a aula ela pediu pra classe toda fechar os olhos e imaginar um campo todo verde, a gente passeando por esse campo, depois passava por flores e as cheirava (teve gente que conseguiu sentir o cheiro), respiramos fundo algumas vezes e depois abrimos os olhos.
    Muita gente deu risada, claro, mas como sou espírita desde pequeno sabia que isso não era brincadeira e que nos ajudava mesmo no desempenho das atividades. Estou certo Marcelo?
    Abraço! Admiro vc.

    Reply
  3. Raphael (-,-)zZ says:
    9 de dezembro de 2008 às 14:31

    Oi Mdd!
    Eu estava lendo o Livro “Iniciação ao hermetismo” de Franz Bardon. Ele também trabalha com esses conceitos (obviamente) mas algumas nomenclaturas não são iguais.
    Ele descreve no livro apenas 3 planos (material, atral e mental) e explica que em cada um deles pode haver uma criação de acordo com a vontade humana.
    A minha duvida está na nomenclatura dessas criações:
    No plano astral ele informa que basicamente existem três tipos de seres: Os elementais, as larvas e os mortos (Desencarnados).
    No plano mental ele fala de outras três criações: As formas-pensamento, os desencarnados que ja desfizeram-se do corpo astral e os ELEMENTARES.

    Nas próprias palavras do autor sobre os ELEMENTARES:
    “Além disso a esfera mental é também a esfera dos elementares, que são seres criados consciente ou inconscientemente pelos homens, em função de um pensamento intenso a constantemente repetido. O ser elementar ainda não é suficientemente denso a ponto de poder construir ou assumir um invólucro astral. Sua atuação portanto limita-se à esfera espiritual.
    A diferença entre uma forma pensamento a um elementar é que a forma pensamento possui uma ou várias idéias como origem, enquanto que o elementar é constituído de uma certa porção de consciência a portanto de um impulso de auto-preservação. Mas no restante ele não se diferencia muito dos outros seres vivos mentais a pode até ter o mesmo formato da forma pensamento. O iniciado utiliza-se desses seres elementares de várias maneiras.”

    Tem como vc explicar melhor sobre esses seres ‘Elementares”?

    previamente grato!

    Reply
  4. Tiago+1 says:
    9 de dezembro de 2008 às 14:56

    Palmas.
    Quando eu li a frase “mas você precisa dizer estas frases… não vale só pensar… o VERBO é necessário para trazer estas chaves da nossa pequena egrégora do plano metal para o físico” na hora lembrei das vezes em q estava na igreja, das passagens na Biblia sobre a Palavra de Deus… o Verbo… lembrei também da historia do Sopro Divino, o Alento da Vida… a criacao das coisas pela Palavra.
    Realmente, a palavra tem poder, quando dita com clareza de pensamento, clareza de intenção e força de vontade grandes.
    Minha alma anseia por fazer parte das Egrégoras antigas das Ordens Iniciaticas que vc cita, Marcelo… mas ainda não consigo viver sozinho, sem alguem comigo, sem a minha companheira. Digo isso pq foi o q vc disse em outro post seu… q para fazer parte dessas Egrégoras é necessario renunciar à união, aos relacionamentos amorosos… e sinceramente, isso é algo que não estou preparado para abandonar.
    Abraço !

    Reply
  5. thomaZ says:
    9 de dezembro de 2008 às 21:03

    Verdade sr. Del Debbio, eu “bato cartão”. É uma sensação única de começar e terminar o dia de trabalho ou a hora de almoço. Por exemplo, aos sábados que eu ia trabalhar e não batia cartão era como se eu tivesse esperando algo acontecer pra começar, ficava vago. Eu presto atenção nas pessoas, aflitas para bater o cartão, preocupadas com o ponto diário, aquilo é um ritual que nos encaminha pra dentro ou fora do ambiente de trabalho. Ainda não tinha pensado dessa forma. Obrigado.

    Reply
  6. ricardo yukio says:
    9 de dezembro de 2008 às 23:14

    Tio DD tenho uma dúvida a respeito de um acontecimento que me ocorreu ano passado no dia 20 de outubro.
    Estava eu meditando no pátio de minha casa e tava tendo um samádhi quando vejo uma coisa parecida com uma pipa mas de um dourado brilhante que emanava luz.
    Exatamente um ano depois ,depois de muito sofrimento, no meio de uma meditação(de novo) começo a ver muitos pontos brilhantes caindo do teto de minha sala.
    A minha pergunta é:Eu fui iniciado em alguma coisa?
    A resposta que obtive em meio às minhas pesquisas foi que aquela pipa de luz era o espírito santo.Será que isso não é um caso de batismo no espírito santo e fogo (sofrimento) que João Batista disse que Jesus faria?
    Se fui iniciado em uma egrégora que egrégora é essa?

    @MDD – não… não foi iniciado em nada. Felizmente, uma iniciação é algo bem mais complexo e intenso do que isso, que envolve algumas coisas que comentarei em um post que estou escrevendo.

    Reply
  7. Carlos Gomes says:
    9 de dezembro de 2008 às 23:22

    O comentário do Luis fez-me lembrar de uma professora de inglês, que tive há uns 4 anos. Ela mandava-nos fechar os olhos e imaginar objectos nas mãos. Às vezes pedia para fazermos uma bola de problemas e tinhamos que esmaga-la ‘fisicamente’.
    Wow, agora somando os factos… ela era um bocado diferente.
    lol da última vez que me viu, disse-me para não desistir dos meus sonhos, que eu tinha bons ideais e um bom sentido crítico. Até parecia a oráculo a falar com o Neo XD

    Mais uma bela matéria, DD.

    (Nós, todos os que seguimos as suas colunas, também formamos uma egrégora, por assim dizer?)

    Reply
  8. ricardo yukio says:
    9 de dezembro de 2008 às 23:30

    Tio me diz onde posso saber mais sobre o que eu estou passando porque sinto que depois de um ano depois desta experiência eu mudei muito mas muito mesmo!

    Reply
  9. Que fim levaram os Apóstolos? | Sedentário & Hiperativo says:
    9 de dezembro de 2008 às 23:54

    [...] Egrégora, o Coletivo de Pensamentos – Arcano 5 – Hierofante – Vav – Bruxaria, Paganismo e Magia Sexual – Hieros Gamos e Magia Sexual – [...]

    Reply
  10. Lucas says:
    10 de dezembro de 2008 às 0:46

    Estava em casa me preparando pra sair, pois iria visitar um amigo que morava próximo ao colégio onde eu estudei, que fica quase no centro de Porto Alegre. Quando toca o telefone, atendi e um cara perguntou se eu estava em casa, disse que sim, que estava falando comigo. Então ele disse:
    - Tu conhece a fulana?
    Disse que sim, era a mãe de uma amiga minha que não via há um ano.
    - Então me diz. Tu ta transando com ela? Tu comeu ela? Sai de perto dela! Vou te pegar cara!
    Eu me assustei, disse que não via ela nem a filha há um ano. Mas o cara desligou. Eu fiquei preocupado, pensei em ligar pra elas, mas pensei também que o cara podia estar lá, se ele atendesse podia ser pior. Fiquei bem perdido, sem saber o que fazer. Estava saindo de casa com a cabeça a mil, quando minha mãe me diz que ela poderia dar carona de carro até a avenida cavalhada, pois estava saindo também. Explicando, onde eu moro só passa um ônibus que vai para a rua que eu queria, na avenida há uma infinidade de ônibus até lá.
    Aceitei, não falei nada com ela, me deixou lá e fiquei esperando algum ônibus. A parada que eu ia descer era a mesma do meu colégio, ou seja, fiquei 5 anos pegando ônibus para lá, sabia quais que levavam até lá. Veio o COHAB e pensei: “Esse passa lá”. Me veio na cabeça até a imagem de eu esperando o ônibus na parada que eu estava indo e o COHAB passando. Entrei nele me sentei, mas depois de ter pagado e sentado eu lembrei que ele não vai pra rua que eu estava querendo, vai até o centro por outro caminho. Pensei: “Bom, já era, vou até o centro e lá eu pego outro ônibus para a rua que eu quero”. Segui a viagem não me preocupando com isso, estava pensando no cara que me ligou, se eu ligava pra minha amiga pra saber o que aconteceu, se procurava um amigo mais próximo dela pra ver o que estava acontecendo. Foi quando o ônibus parou e quase dei um pulo no banco, ME SOBE A MINHA AMIGA NO ÔNIBUS, que eu não via desde o fim do colégio. Aí não teve jeito, contei a situação pra ela, e ela me disse: “Bah, ele te ligou então, nem te preocupa, é o ex da minha mãe, ele é meio louco, roubou a agenda lá de casa e ligou pra todo mundo dela, nem te preocupa.”
    Nem preciso dizer que tirou um peso das minhas costas, desde a ligação eu fiquei numa paranóia, tinha sido acusado e ameaçado por algo que não tinha feito.
    Sabendo que a situação não era comigo fiquei mais aliviado.
    Tudo bem, foi a história, mas ela me deixou bem pensativo, eu acredito que coincidências acontecem, mas isso:
    - Ligarem me ameaçando.
    - Quando fui sair de casa ter a carona.
    - Pegar um ônibus errado para um lugar que eu fiquei 5 anos da minha vida indo para lá.
    - Subir minha amiga, que não via há um ano, no ônibus que peguei errado.
    Tudo começou e foi resolvido entre uma e duas horas. E a probabilidade de tudo isso acontecer, coincidências somadas a erros muito improváveis de acontecer e tudo tão rápido, achei muito estranho e gostaria de saber se alguém tem alguma explicação para isso.

    Reply
  11. Beto says:
    10 de dezembro de 2008 às 2:24

    Que tal escrever sobre o tal ano de “2012″? Seria uma boa idéia?

    Reply
  12. luiz says:
    10 de dezembro de 2008 às 14:01

    dois artigos da Folha Espírita muito interessantes

    http://www.folhaespirita.com.br/show.php?not=662
    (Garoto russo lembra de reencarnações em Marte)

    http://www.folhaespirita.com.br/show.php?not=691
    (Maias previram, para 2012, fim de ciclo na Terra)

    o primeiro fala de um garoto q comenta de diversas coisas, até de Lemúria.

    o segundo fala das profecias maias para o ano de 2012 e tem ainda uma entrevista muito esclarecedora com Fernando Malkun.

    Reply
  13. Eduardo says:
    10 de dezembro de 2008 às 16:37

    Del Debbio, sei que vc disse que frequenta tembém o candomblé, me diz uma coisa. O que você acha das amarrações? Na sua visão, como essas coisas funcionam? Obrigado

    Reply
  14. Iago Medeiros says:
    10 de dezembro de 2008 às 17:52

    E ai DD como vai?
    Nossa eu esava revisando os seus posts e vi uma
    pergunta sobre o bolero de ravel. Depois resolvi
    fazer um teste: liguei a música, me deitei e
    concentrei apenas no som, poxa senti uma grande
    atividade nos chakras principalmente no
    Muladhara e Anahata(acho que sao esses mesmo).
    Depois de um tempo de música eu me senti como se
    estivesse afundando(entrando em alfa né?). Só
    queria compartilhar essa experiencia mesmo, e
    estou a espera de um post sobre como a música
    nos afeta…
    Abração, e desejo muita sorte com a coluna, que
    ela cresça mais ainda…

    Reply
  15. GUS7AVO says:
    10 de dezembro de 2008 às 23:03

    tem um smile camuflado no template do seu blog! =D

    (mais alguém já percebeu isso?)

    Reply
  16. Anderson Roberto says:
    11 de dezembro de 2008 às 6:29

    Marcelo, vc comentou sobre curas atraves das mãos em posts anteriores, em um evento da biblia em que ele está no meio de uma multidão que diz que Jesus sente
    poder saindo dele qual seria a relação ? o ato de cura pelo que vc diz é um ato cociente e com controle e precisaria supostamente de muita concentração como pode ter isso acontecido ?
    obrigado pela atenção

    Reply
  17. Vinicius says:
    11 de dezembro de 2008 às 13:35

    Marcelo, não sei se você ja assistiu o seriado “Lost”, mas essa questão de egrégoras estaria relacionada com a ilha e tudo mais? E que outros aspectos ocultistas são possíveis evidenciar na série (se que existem)?

    Reply
  18. Pedro says:
    11 de dezembro de 2008 às 14:43

    Eu já havia percebido esse smile tb Gus7avo

    Reply
  19. RED says:
    11 de dezembro de 2008 às 18:15

    Olá Marcelo.

    Sempre que eu entro em contato com algum tipo de egrégora com a qual não tenho afinidade acabo tendo algum tipo de experiencia Astral desagradável. (ex. sou praticante do culto A e vou fazer uma visitinha no culto B). É como se a egrégora “A” estivesse tentando me impedir de entrar em contato com a egrégora “B”.

    Isto acontece mesmo ou é coisa da minha cabeça? Tem alguma dica?

    Tnks!

    Reply
  20. Rafael says:
    12 de dezembro de 2008 às 16:14

    Acho que perdi essa parte de viver sozinho que foi comentado acima, quando foi falado isso, qual texto.

    parabens pelo texto

    sucesso!!!

    Reply
  21. Perguntas e Respostas - Egrégoras | Sedentário & Hiperativo says:
    12 de janeiro de 2009 às 19:54

    [...] do “Segredo” – As Habitações do Planeta Júpiter – Presente Mitológico de Final de Ano – Qual é o coletivo de Pensamentos? – Arcano 5 – O Hierofante – [...]

    Reply
  22. Qual é o coletivo de pensamentos? « Teoria da Conspiração says:
    24 de janeiro de 2009 às 17:35

    [...] Continue lendo sobre Qual é o Coletivo de Pensamentos? [...]

    Reply
  23. Kamila says:
    14 de julho de 2009 às 14:43

    Bem, resolvi reler esse antigo post e escrever para tirar uma dúvida que estou tendo em relação a acontecimentos atuais em minha vida.
    Um casal, em que um deles faz parte da egrégora de uma ordem, enquanto o outro faz parte de outra egrégora, pode vir a ter problemas de entendimento por influencia indireta dessas diferentes egrégoras e/ou por choque entre as elas?

    @MDD – Depende de quais egrégoras… mas sim, poderia. Se um for umbandista e o outro evangélico, um exemplo simples…

    Reply
  24. H says:
    7 de agosto de 2009 às 15:54

    Marcelo,

    o assunto que quero falar não tem a ver com o tema, mas queria ver se poderia tirar essa dúvida com vc.É possivel alguém fazer mal a outra pessoa sem querer? tipo x fez mal a y que ficou irado mas não descontou e sabe que não é correto vingar-se, mas continuou irado mas sem intenção nenhuma de fazer o mal.2 dias depois y sabe que x sofreu um acidente de natureza…leve, y ficou preocupado pois essa não foi a primeira vez que y “fez” isso entende???

    @MDD – Não existe essa de “sem intenção de fazer o mal”… se há o pensamento de ira, há a projeção deste pensamento, sorry. E se acontece alguma coisa por conta desta projeção, ainda é responsabilidade da pessoa, especialmente se for um magista que sabe como estas coisas funcionam.

    Reply
  25. H says:
    9 de agosto de 2009 às 19:38

    Foi o que pensei =( sei que um momento de ira é capaz de coisas terríveis….Como faço para tipo reverter..tenho esse grande defeito quando fico irada e vejo já foi, entendi o que vc explicou com Não existe essa de “sem intenção de fazer o mal”… mas quando a razão volta..não foi o que eu quiz.E agora o que posso fazer,.

    Reply
  26. B... says:
    10 de agosto de 2009 às 13:03

    @H…

    Eis a alquimia desejada… deixar de ter esse momentos de ira, não pela razão mas sim pela “sabedoria” (não sei qual é a palavra a se usar), deve haver alguma forma que faça internalizar um conhecimento. A racionalidade pode ser uma forma, mas nem sempre é a melhor forma. Tipo vc pode se forçar a tentar não pensar em ira, ou desejar mal à alguém (treinamento da mente), mas o ideal é conseguir ver a vida de uma forma que não gere tais desejos que vc considera errado.

    Já que tá tentando melhorar, começa pelas tradicionais desculpas, mesmo depois, já é alguma coisa.

    O estudo de ocultismo, magia, alquimia e afins, são auxilios para trabalharmos e tentar dominar esses tipo de situações, transmutar energias, mas a transformação é uma visão interior que muda, não tem “mandinga” que ajude, a descoberta do “Amor” tem que ser pessoal.

    Reply
  27. H says:
    11 de agosto de 2009 às 14:07

    @B…

    Valeu B pela força vc tem razão, mas infelizmente não tenho como pedir desculpas p ele cara a cara, como vou explicar o que aconteceu?Mas em minhas preces todo os dias peço pelo bem dele.Já venho me policiado muito por causa dessa minha ira e sei que tenho que continuar trabalhando nisso dia a dia…é meu desafio diário vencer a ira e tudo que envolve ela…desenvolver o perdão, a tolerância, compaixão…em fim…mas vou me esforçar mais ainda.

    Obrigada pela luz

    Reply
  28. Draidel says:
    22 de outubro de 2009 às 23:26

    Hey MDD,
    Por acaso a invocação do anjo certo para a tarefa que será realizada pode fortalecer a egrégora criada?Se sim,qual anjo poderia ser invocado para ajudar nos estudos?

    Reply
  29. Brasileiro says:
    15 de novembro de 2009 às 19:33

    Caro MDD,

    Faz cerca de um ano que entrei em contato com o TdC – e com este texto especificamente – e garanto que foi um dos que mais me impressionou por sua simplicidade e lógica. Contudo, apesar de considerar esse conceito uma ferramenta extraordinária, empenhei-me pouco em aplicar isso nesse período, por isso não obtive resultados.

    Há alguns dias, contudo, venho me empenhado em limitar meus horários e, em especial, abrir e fechar trabalhos. Algumas vezes parece que funciona. Não que pensamentos dispersores, sem relação com a tarefa que estou executando no momento, não apareçam, mas perdem muita força. Por outro lado, os pensamentos úteis à atividade ficaram fortalecidos e a concentração mais fácil.

    Algumas vezes, porém, ainda acontece de, mesmo fazendo tudo certo, eu ser tomado por um turbilhão de pensamentos que torna extremamente difícil focar no que estou fazendo. Esses “vôos” são uma caracterísitica muito forte da minha personalidade e é muito difícil para que eu me mantenha focado no que estou fazendo sem “viajar” bastante.

    Existe mais alguma forma de eu controlar isso ou é só eu buscar insistir na abertura e fechamento de egrégoras?

    Esse aspecto que eu descrevi é algo comum em quem tem sol e mercúrio em aquário? Algum direcionamento especial para esse signo?

    Abs

    Reply
  30. Felipe says:
    3 de dezembro de 2009 às 18:53

    Tava lendo na Super do mês passado… Sobre superdrogas que aumentam a concentração. Levando isso em consideração, elas têm alguma relação com o que Jesus bebeu ?

    E elas poderiam ajudar a manter a concentração, como por exemplo, criar objetos em outro plano ?

    @MDD – Não vi a matéria, mas alguma coisa me diz que duvido muito que elas ajudem nesse sentido.

    Reply
  31. guilherme says:
    4 de maio de 2010 às 17:04

    Acho que não tem nada a ver muito com o poster , mais essa definição esta certa: O Akasha é o princípio original, espaço cósmico, o éter dos antigos, o quinto elemento cósmico (quintessência), a quinta ponta do pentagrama.

    É o substrato espiritual primordial, aquele que pode se diferenciar. Segundo a teosofia relaciona-se com uma força chamada Kundalini. Eliphas Levi o chamou de luz astral.

    No paganismo, o Akasha, também chamado de Princípio Etérico, corresponde ao espírito, à força dos Deuses. É representado no Hermetismo, segundo Franz Bardon, pelo Ovo negro, sendo um dos cinco Tattwas constituintes do Universo
    agradeço!

    Reply
  32. Egrégoras » Instituto ECO says:
    23 de julho de 2010 às 1:53

    [...] Fonte: Teoria da Conspiração [...]

    Reply

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