Teoria da Conspiração

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O Círculo Mágico

deldebbio | 11 de fevereiro de 2009

Todos autores de livros que lidam com magia cerimonial que dão relatos sobre conjuração e invocação de seres de qualquer espécie apontam que o círculo mágico tem nisto o mais importante papel. Centenas de instruções podem ser encontradas de como fazer círculos mágicos para alcançar os mais variados objetivos, por exemplo com Albertus Magnus, na Clavícula Salomonis, na Goethia, em Agripa, na Magia Naturalis, na Magia Naturalis de Fausto e nos velhos grimórios. É dito em todos lugares que quando invocando ou chamando um ser, deve-se ficar dentro do círculo mágico. Mas uma explicação do simbolismo esotérico do círculo mágico é raramente dada. Conseqüentemente eu tenho a intenção de dar ao estudioso e ao mago impaciente uma descrição completa e satisfatória do círculo mágico de acordo com as leis e analogias universais.

Um verdadeiro círculo mágico representa o layout simbólico do macrocosmo e do microcosmo, ou seja, do homem perfeito. Ele fica para o início e o fim como para o alfa e o Omega, assim como para a eternidade, que não tem início nem fim. O círculo mágico, conseqüentemente, é um diagrama simbólico do infinito, da divindade em todos seus aspectos, e pode ser compreendida pelo microcosmo, i. e. pelo adepto verdadeiro, o perfeito mago.

Desenhar um círculo mágico significa simbolizar o divino na sua perfeição, para obter contato com ele. Acontece, acima de tudo , no momento que o mago está no centro do círculo mágico, pois por este ato o contato com a divindade está demonstrada graficamente. É o contato do mago com o microcosmo em seu “maior passo” de consciência Conseqüentemente, do ponto de vista da magia verdadeira, é muito lógico que ficar no centro do círculo mágico é equivalente a ser, na consciência de quem fica, em unidade com a divindade universal. Disto pode-se ver claramente que um círculo mágico não é somente um diagrama para proteção de influências negativas não desejadas, mas segurança e inviolabilidade são trazidas através desta consciência e contato espiritual com o altíssimo.

O mago que fica no centro do círculo mágico é protegido de qualquer influência, não importa que seja má ou boa, pois ele próprio está, de fato, simbolizando o divino no universo. Adicionalmente, por permanecer no centro do círculo mágico, o mago também representa a divindade no microcosmo e controla e governa os seres do universo em um modo totalitário.

A essência esotérica do mago que permanece no centro do círculo mágico é, conseqüentemente, muito diferente da qual os livros de evocação usualmente mantém. Se um mago que está no centro do círculo mágico não estiver consciente do fato que ele está, no momento, simbolizando Deus, o divino e o infinito, ele não estará apto a praticar qualquer influência em qualquer ser de qualquer espécie. O mago é, naquele momento, uma perfeita autoridade mágica a quem todos poderes e seres devem obedecer de modo inquestionável, definitivo e completo.

Sua vontade e as ordens que ele dá a seres e poderes são equivalentes à vontade e ordens do infinito, do Divino, e devem conseqüentemente ser incondicionalmente respeitada por todos os seres e poderes que o mago conjurou.

Se o mago, durante tais operações, não tiver a atitude correta sobre seus atos, ele degrada a si mesmo para um feiticeiro, um charlatão, que simplesmente gesticula e não tem contato verdadeiro com o mais elevado. A autoridade do mago, em tal caso, seria certamente duvidosa.

Além disto, ele estaria em perigo de perder seu controle sobre tais seres e poderes, ou , o que seria pior, ser zombado por eles, não falando das outras surpresas não desejadas e previstas e dos fenômenos acompanhantes que ele estaria exposto, principalmente se forças negativas estiverem envolvidas. O modo no qual o círculo mágico é formado depende do grau de maturidade e da atitude individual do mago. O diagrama, que é o desenho pelo qual a divindade é expressa no círculo, é sujeito aos conceitos religiosos do Mago.

O procedimento seguido por um mago oriental quando forma um círculo mágico não tem utilidade para um mago ocidental, porque suas idéias de divino e infinito são bem diferentes daquelas de um mago do Oeste. Se um iniciado ocidental desenha um círculo mágico de acordo com instruções orientais, com todos nomes divinos correlatos a este sistema, se tornaria inefetivo e completamente deficiente de seu propósito.

Um mago cristão nunca deve desenhar um círculo mágico de acordo com os indianos ou quaisquer outras religiões se ele quer salvar a si mesmo de um esforço desnecessário. A construção do círculo mágico depende, desde o princípio, das idéias e crenças individuais e da concepção individual das qualidades da Divindade, que deve ser simbolizada graficamente por este círculo. Este é o motivo pelo qual um mago autêntico nunca desenhará um círculo, procederá com rituais, ou seguirá instruções sobre magia cerimonial com as quais ele próprio não esteja identificado em sua prática individual. Isto seria semelhante a vestir roupas orientais no ocidente.

Conduzindo-se com estes fatos em mente, torna-se natural que o círculo mágico deve ser desenhado em completa concordância com os pontos de vista e maturidade do mago. O iniciado que está consciente da harmonia do universo e sua hierarquia exata irá, certamente, fazer uso de seu conhecimento quando estiver desenhando o círculo mágico.

Tal mago pode, se desejar, e se a circunstancia permitir, desenhar dentro de seu círculo mágico diagramas representando a inteira hierarquia do universo e assim entrar em contato (acordando sua consciência do fato) com o universo muito mais rapidamente.

Ele é livre para desenhar, se necessário, muitos círculos a uma certa distância um do outro de modo a usá-lo para representar a hierarquia do universo na forma dos nomes divinos, gênios, príncipes, anjos e outras potências.

Deve-se, com certeza, meditar apropriadamente e levar o conceito dos aspectos divinos em questão na consideração quando do desenho do círculo. O mago verdadeiro deve conhecer que os nomes divinos são designações simbólicas das qualidades e poderes divinos.

Isto é devido ao motivo de que enquanto desenha o círculo e entra os nomes divinos o mago deve também considerar as analogias correspondentes ao poder em questão, tais como cor, número e direção, se ele não quiser permitir que uma brecha em sua consciência venha à existência devido a ele não apresentar o universo em sua completa analogia.

Cada círculo mágico, não importando se um desenho simples ou um complicado, sempre servirá ao seu propósito, dependendo, claro, na faculdade do mago de trazer sua consciência individual em completa concordância com a universal, à consciência cósmica. Mesmo um largo barril de madeira faria o trabalho, com a condição de o mago ser capaz de encontrar o relevante estado mental e estar completamente convencido que o círculo em cujo centro ele está permanecendo representa o universo, o qual é em conseqüência, uma representação de Deus.

O mago irá perceber que quanto mais extensas suas leituras, maior sua capacidade intelectual e maior sua bagagem de conhecimento será, mais complicado seu ritual e seu círculo mágico será de modo a construir o suporte suficiente para sua consciência espiritual, a qual então tornará possível uma conexão mais facilitada do microcosmo e do macrocosmo no centro do círculo. Para os círculos propriamente ditos, eles podem ser desenhados de vários modos para adequar-se às circunstancias, à situação prevaleceste, ao propósito, as possibilidades, não importando se eles são simples ou se eles seguem um complicado sistema hierárquico.

Quando trabalhando ao ar livre, uma arma mágica, adaga ou espada deve ser usada para desenhar o círculo no chão. Quando trabalhando em uma sala, o círculo pode ser desenhado no chão com um pedaço de giz. Uma grande folha de papel pode ser usada para o círculo. O circulo mais ideal, entretanto, é o bordado ou costurado em um pedaço de tecido, flanela ou seda, pois tal círculo pode ser posto no chão de uma sala ou fora da casa. Os círculos desenhados em papel tem a desvantagem que o papel logo irá gastar-se e rasgar-se em pedaços.

De qualquer modo, o círculo deve ser largo o suficiente para habilitar o mago mover-se nele livremente.

Quando desenhar o círculo, o estado mental apropriado e completa concentração são essenciais. Se um círculo fosse desenhado sem a concentração necessária, o resultado seria um círculo sem dúvida, mas não seria mágico.

O círculo mágico que foi feito em um pedaço de tecido ou seda deve ser redesenhado simbolicamente com o dedo ou bastão mágico, ou com outra arma mágica; não esquecendo a necessária concentração, meditação e estado mental. O mago deve, em tal caso, estar totalmente consciente do fato que não é a arma mágica em uso que desenha o círculo, mas as faculdades divinas simbolizadas por aquele instrumento mágico. Além disso, ele deve estar ciente que não é ele que está desenhando o círculo mágico no momento de concentração, mas o Espírito Divino que está realmente guiando sua mão e instrumento para desenhar o círculo.

Entretanto, antes de desenhar o círculo mágico, um contato consciente com o todo poderoso, com o infinito, tem de ser trazido à tona pelo auxílio da meditação e identificação.

O mago treinado, tendo um comando através dos exercícios práticos da primeira carta de taro, como explicado em meu primeiro trabalho “Iniciação ao hermetismo”, aprendeu durante os passos daquele livro como se tornar totalmente consciente do espírito e como agir conscientemente como um espírito.

Não é difícil para ele imaginar que não foi ele, mas o espírito divino em todos seus aspectos elevados que está realmente desenhando o círculo mágico que ele deseja ter. O mago tem conseqüentemente aprendido também que no mundo do invisível não é o mesmo embora duas pessoas possam estar fazendo fisicamente o mesmo, pois um feiticeiro, que não possui a maturidade necessária, nunca estará apta a desenhar um verdadeiro círculo mágico.

O mago que está também familiarizado com Cabala pode desenhar outro círculo assemelhado a uma cobra dentro do círculo interior e dividi-lo em 72 campos, dando a cada um destes o nome de um gênio. Estes nomes de gênios, juntamente com suas analogias, deve ser desenhado magicamente através da pronúncia correta.

Se estiver trabalhando com um círculo bordado em um pedaço de tecido, os nomes inseridos nos vários campos devem também estar em latin ou hebreu. Eu deverei dar detalhes exatos sobre os gênios e suas analogias, uso e efeito no meu próximo trabalho chamado “A chave para a verdadeira cabala”.

Um círculo bordado tem a vantagem de que pode ser facilmente estendido e dobrado novamente sem ter que ser desenhado e carregado novamente cada vez que deve ser usado.

A cobra presente no centro não é somente a cópia de um círculo interior, mas acima disto, é o símbolo da sabedoria. Além disto, outros significados podem ser atribuídos a este símbolo da cobra, por exemplo, a força de uma cobra, o poder da imaginação, etc. Não é possível dar uma completa descrição disto, pois iria muito além do objetivo deste livro. Um mago budista desenhando sua mandala, colocando suas cinco deidades na forma de figuras ou diagramas no topo da emanação relevante, está, no momento, meditando sobre cada deidade única cuja influência ele está tentando evocar. Esta cerimônia mágica é também em nossa opinião equivalente ao desenhar um círculo mágico, embora realmente seja uma oração autêntica às divindades budistas.

Dizer mais sobre este assunto neste livro é certamente desnecessário pois material suficiente já foi publicado na literatura oriental sobre este tipo de práticas mágicas, tanto em manuscritos exotéricos ou secretos.

Um círculo mágico pode servir a muitos propósitos. Pode ser utilizado para evocações de seres ou como meio protetivo contra influências invisíveis. Não é necessário em todos os casos que seja desenhado ou posto no chão. Pode ser desenhado no ar com uma arma mágica, como a espada mágica ou bastão mágico, sobre a condição de que o mago esteja completamente consciente da qualidade universal de proteção, etc. Se nenhuma arma mágica estiver à mão, o círculo pode também ser efetuado com o dedo ou com a mão somente, considerando que isto é feito com o espírito reto, em concordância com Deus. É mesmo possível formar um círculo mágico através da mera imaginação.

O efeito de tal círculo no plano mental ou astral, indiretamente e também neste mundo material depende, neste caso, no grau e força de tal imaginação. A força agregante do círculo é geralmente conhecida na magia magnética. Além disso, um círculo mágico pode ser produzido pela acumulação de elementos ou pela condensação de luz. Quando praticando evocação ou invocação de seres, é desejável desenhar dentro do círculo em que se deve ficar outro círculo menor ou pentagrama com uma de suas pontas para cima, o símbolo que representa o homem. Isto é então o simbolismo do pequeno mundo, do homem como mago autêntico.

Os livros que lidam com a construção do círculo mágico claramente sustentam que durante o ato de invocação o mago nunca deve deixar o círculo, o qual, em seu senso mágico, significa nada mais do que a consciência ou contato com o Absoluto (i. e . o macrocosmo) não deve ser interrompida.

Desnecessário dizer que o mago, durante sua operação mágica com o auxílio do círculo mágico e com os seres ficando em pé em sua frente, não deve pisar fora do círculo com seu corpo físico ao menos que ele tenha terminado seu experimento e dispensado o ser relevante.

Tudo isto claramente mostra que o verdadeiro círculo mágico é realmente o melhor para praticar magia cerimonial. O mago irá sempre descobrir que o círculo mágico é, em cada aspecto particular, o mais elevado símbolo à mão.

É dificilmente necessário mencionar que o specimen de um círculo mágico, desde que cada mago irá agora saber do que o que eu disse acima como ele tem que proceder, e é agora por sua conta fazer uso das instruções dadas aqui.

Ainda ele nunca deve esquecer o principal, que é a orientação que ele precisa quando trabalha com um círculo mágico, pois somente se ele alcançou o contato cósmico necessário através da meditação e imaginação, i.e. a conexão pessoal com seu deus, estará ele qualificado para entrar no círculo e começar a trabalhar dentro dele.

Franz Bardon

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40 Responses to “O Círculo Mágico”

  1. AlEx says:
    11 de fevereiro de 2009 às 23:18

    Marcelo, aproveitando o assunto sobre seres, energia, uma dúvida que nunca souberam explicar: Se a natureza dos seres tendem a bondade, porque para o progresso existem guerras, escravidão, manipulação? Um exemplo, seria a soberania Iluminati, experimentos e quase obsessões aos humanos. Ok, existe livre arbítrio, mas quem criou a energia oposta, diante de uma energia única, vital, e que está ligada a tudo e todos? Se nossa fonte é um Deus, quem é a fonte deles? E se Deus é único e total, de onde vem isso? Ajudem-me a sanar tal questão. Grato e Luz a todos.

    OBS: Não tenho como intenção a crítica, é uma dúvida sincera.

    @MDD – “soberania illuminati”??? hehehehhe você anda lendo muitos panfletos evangélicos. Illuminati é o grau mais alto da RC, eles estão beeeeemmm longe de querer “dominar ” qualquer coisa que seja. É um exemplo de como a propaganda da Igreja afeta subliminarmente as pessoas o tempo todo.

    Reply
  2. V. says:
    11 de fevereiro de 2009 às 23:44

    o del debbio esqueceu de abordar apolônio de tiana e o incêndio de 1666 na coluna do s&h?

    Reply
  3. NS says:
    12 de fevereiro de 2009 às 1:13

    Salve DD!

    Explicar que que o controle das suas vontades e sua conexão com “seu Deus” deve anteceder qualquer cerimonial ou procedimento. Estar alinhado tão importante como qualquer conhecimento “dos livros”.
    Meus parabéns pelo site, está ficando cada vez melhor, está realmente criando uma nova casa.

    Reply
  4. oanonimo says:
    12 de fevereiro de 2009 às 2:44

    Alex,
    Acho que você perguntou coisa que ele não conseguem responder porque ainda não chegou a esse segredo. E aí utilizou do mais fácil argumento, não responder e criticar.
    Eu posso te falar que existem segredos acima de segredos, isso é fato. Quando achamos que temos o conhecimento, voltamos a ser o derradeiro. ;) Eu vivo em Sydney e posso te afirmar que eles tem o poder aqui, basta uma simples caminhada na rua para identificar que os lugares publicos são repletos de simbolos, mas quem sou eu para afirmar o que é bom ou ruim, em qualquer sociedade existem os comandados e os camandantes, eu sigo o meu caminho sozinho, mas não isolado!

    Reply
  5. Raul says:
    12 de fevereiro de 2009 às 10:34

    Bom dia Marcelo !
    Sobre o Circulo Iniciatico de Hermes e seus materiais são bons ?
    Os ensinamentos são corretos ?
    Segue o site deles http://www.cih.org.br/

    @MDD – sim, são sérios.

    Reply
  6. AlEx says:
    12 de fevereiro de 2009 às 11:19

    Marcelo, diante deste julgamento, discordo, já que não leio isso e creio mais no que vc coloca aqui como informação. =)

    Não creio em igrejas, sou apenas alguém querendo buscar informações decentes para uma boa evolução. Como disse, tenho dúvidas, não críticas. Mas, agradeço a explicação sobre iluminati. Sobre isso, é verdade que eles tem formas de repteis e assim se apresentam em espírito? E porque associam eles a progresso tirano, torturas, manipulações? Outra DÚVIDA, no terrorstorm, o que leva o poder do homem a estas manipulações, mentiras, genocídios? Esta seria a questão que não me explicam…se somos interligados pela energia pura do Universo, de onde vem a origem da energia negativa? Como no espiritismo, o Umbral, se ele existe devido a mente do ser humano naquele estado vibracional, de onde vem tal vibração?

    Espero bons comentários. Obrigado.

    @MDD – O mal é a ignorância aliada ao livre-arbítrio. E não existem reptilianos.

    Reply
  7. edujanu says:
    12 de fevereiro de 2009 às 11:20

    38 reais bem investidos
    http://www.ground.com.br/ground/det_livro.php?livro=117-5

    Reply
  8. Israel says:
    12 de fevereiro de 2009 às 12:01

    Alex

    Algumas de suas respostas estão contidas no Livros dos Espíritos de Allan Kardec.
    Deste livro você pode tirar muitas informações boas sobre os homens e a humanidade.
    Tire conclusões você mesmo.

    O Abraço e muita paz.

    Reply
  9. Pedro Padilha says:
    12 de fevereiro de 2009 às 12:37

    Marcelo,
    Comecei a me interessar por círculos lendo Jung, a abordagem feita por ele a presença dos círculos no conciente e inconsciente humano é fascinante.

    Mas tenho uma curiosidade…

    Quando invocado, um ser do invisível torna-se visível no círculo? Ou é tudo questão de imaginação ativa?

    @MDD – Depende do seu grau de vidência. Já vi os dois casos, mas em 99% das vezes, você os vê com os olhos da mente. É como se fosse um sonho lúcido (ou “imaginação ativa”), com a diferença que, depois, a memória daquela visão é tão nítida quanto qualquer memória comum sua. Poderia ser confundida com uma alucinação, se não fosse presenciada por 5, 6 pessoas ao mesmo tempo com as mesmas imagens/caracteristicas. Em boa parte das invocações, o ser incorpora algum dos magistas para se manifestar (como acontece nas casas de umbanda/candomblé/kardecistas/celtas).

    Reply
  10. Triunvirat says:
    12 de fevereiro de 2009 às 13:47

    Sempre tive uma dúvida em um posicionamento do Franz Bardon e (oh! que coincidência hehehehe), vc posta um trecho do livro dele. Bom vejamos se vc pode me ajudar. Ao explicar o magneto quadripolar, ele diz que no destro o lado direito é elétrico-ativo e o esquerdo magnético-passivo, ao passo que no canhoto ocorre o inverso. O que ocorre então quando uma pessoa, por exemplo, é destra nos membros superiores e canhota nos inferiores? Curto-circuito!!!?

    @MDD – Não. Isso só vale para a palma das mãos, que são os chakras de imposição. Os plantares são chakras de absorção (de energia telúrica, não prana), e não faz a menor diferença se você chuta com a perna direita ou esquerda.

    Reply
  11. Valentim says:
    12 de fevereiro de 2009 às 16:24

    Marcelo, vc não tem noção de como eu tenho vontade de participar de um ritual mágico desses !!! Esse post só instigou mais.
    Abraços Fraternos.
    VALENTIM

    @MDD – Você é maçom de potência regular, não? No Equinocio, vamos fazer uma sessão ritualística à céu aberto, em uma fazenda isolada, em um templo pitagórico, com toda a ritualística do REAA original. Se você for de SP, entra em contato pelo meu email (marcelo (at) daemon.com.br).

    Reply
  12. Evandro Ricardo says:
    12 de fevereiro de 2009 às 17:53

    Olá Marcelo!
    Diga-me se for possível quanto ao uso de alucinógenos de qualquer espécie, ajuda ou atrapalha no momento em que alguém busca essas visões? Sabendo que eles são apenas mais um instrumento para a magia em si. E quais seriam os mais indicados para á prática de qualquer magia, se é que não estou falando bobagem…rs.
    Grato.

    @MDD – uso de enteógenos em rituais é só para quem sabe o que está fazendo… sem círculos, sem guardiões e sem uma egrégora forte, o infeliz só vai abrir as portas pra todo tipo de lixo que estiver por perto aproveitar para causar uma “bad trip”.

    Obs: Como eu faço pra colocar uma imagem nos comentários… hehehe

    @MDD – Não tem. Posta a imagem em algum lugar e manda o link. Se eu libero você, eu tenho de liberar os evangélicos, e ninguém merece spam de “ele morreu por nós” que infesta o Orkut.

    Reply
  13. Rafael says:
    12 de fevereiro de 2009 às 20:40

    A imagem do post de alguma maneira me lembra o Homem Vitruviano.

    Reply
  14. Fernando says:
    12 de fevereiro de 2009 às 22:14

    qual é o significado do q tá escrito em hebreu dentro do circulo da imagem no começo do texto???

    @MDD – quatro nomes de Deus (YHVH, Adonai, Elheieh e AGLA), são usados no Ritual Menor do Pentagrama, que o tio Marcelo ensinará para vocês em breve… por enquanto, vão treinando o exercício dos chakras, da vela e aquele de imaginar os 4 pentagramas que eu passei no S&H.

    Reply
  15. Evandro Ricardo says:
    13 de fevereiro de 2009 às 0:05

    Ah beleza muito obrigado!
    Em relação a imagem eu entendi, mas eu estava falando dessa aqui do lado mesmo, essa foto 3×4 que aparece “sem imagem”. desculpe acho que não me expressei corretamente!

    Reply
  16. Marone Moraes says:
    13 de fevereiro de 2009 às 7:39

    Marcelo,

    Teria algum problema o mago pintar(fixo) um círculo no chão?

    @MDD – nenhum.

    Reply
  17. PChesini says:
    13 de fevereiro de 2009 às 9:59

    YHVH, Adonai, Elheieh e AGLA esses são os nomes dados a kether nos diferentes planos, não?

    Reply
  18. Vinicius Lira says:
    13 de fevereiro de 2009 às 16:10

    No caso desses rituais de magia, você falou desse ser. Já vi também você mencionando a denominação de entidades de outras religiões (exu, etc). A impressão que dá é como se houvesse uma hierarquia (não necessariamente nos moldes humanos) das entidades do outro mundo. Você poderia falar melhor sobre esse assunto? Como é que funciona isso?

    @MDD – sim, há uma hierarquia. Mas é complexa demais para explicar em um comment. Farei um post sobre isso mais pra frente.

    Reply
  19. José de Arimatéia says:
    13 de fevereiro de 2009 às 16:31

    @MDD – “soberania illuminati”??? hehehehhe você anda lendo muitos panfletos evangélicos. Illuminati é o grau mais alto da RC, eles estão beeeeemmm longe de querer “dominar ” qualquer coisa que seja. É um exemplo de como a propaganda da Igreja afeta subliminarmente as pessoas o tempo todo.

    mas e essa página :
    http://www.grandorient.org/
    ela se proclama ordem illuminati… é fake?

    @MDD – PELAMORDOSDEUSES… nunca vi uma página tão picareta quanto essa… e olhe que eu já vi MUITAS páginas picaretas pseudo-maçônicas por ai… mas esta é um primor. Pagando 160,00 você entra no “grau zero neofito”, mas se quiser pagar 460,00 você já entra como “Illuminati grau 1″ (e ainda dividem em 2 ou 3 parcelas)… hauahauahau… sério… se algum de vocês der dinheiro pra esses sujeitos, você MERECEU ser roubado.

    Reply
  20. Daniela Reis says:
    15 de fevereiro de 2009 às 1:50

    Olá novamente Marcelo, venho acompanhando recentemente sua coluna e devo agradeçer pelas informações aqui contidas.

    Reply
  21. Daniela Reis says:
    16 de fevereiro de 2009 às 2:02

    Marcelo me tira uma duvida, o que acha desse blog http://noticiautil.wordpress.com/2008/10/29/serie-iniciacao-ao-hermetismo/ ? o encontrei a pouco e gostaria de saber se é serio o trabalho do rapaz.

    @MDD – sim, são os textos do franz Bardon. Mas recomendo ler os 3 livros básicos do Alan Kardec ANTES de ler Bardon, você irá entender melhor os textos do Franz.

    Reply
  22. AD&D says:
    18 de fevereiro de 2009 às 0:19

    Olá DD
    que bom que está postando texto mais “oculto”
    aqui neste site.. estava sentindo falta disso no S&H
    ..conheci seus textos em meados do ano passado e já que alcancei os posts de lá a algum tempo atrás pretendo ler, ou até reler os postados aqui.

    forte abraço

    Reply
  23. Fotos do I Concurso Teoria da Conspiração | Sedentário & Hiperativo says:
    27 de fevereiro de 2009 às 3:13

    [...] – A Sombra e a Luz – A Inquisição Protestante – A História de Gilgamesh – História da Umbanda – O Círculo Mágico – Raul Seixas, Paulo Coelho e a Sociedade Alternativa – Pai Nosso em Aramaico – o Bode na [...]

    Reply
  24. Felipe says:
    2 de março de 2009 às 1:40

    Marcelo, com o seu notório envolvimento com RPGs, acredito que possa ter familiaridade com o filosófo e estudioso Johan Huizinga. Este, em seu livro, “Homo Ludens”, utiliza-se do termo circulo mágico para designar um atributo de diversas atividades lúdicas (inclusive rituais religiosos – que não são subestimados nesse estudo).
    Caso tenha lido o livro gostaria que me dissesse o que pensa a respeito dessa abordagem. E caso não tenha lido, recomendo imensamente que leia, poderá acrescentar muito em sua busca por conhecimento!

    (Obs. tenho um interesse “acadêmico” em sua resposta, pois sou estudante de Design de Games, e como projeto de TCC, estou fazendo um jogo que aborda a Alquimia entre outros temas que lhe são familiares!)

    @MDD – Ainda não li, mas já marquei na lista para próximas compras. Parece bem interessante mesmo. Mas concordo com o círculo também estar presente em várias atividades lúdicas, do gira-gira até cantigas de roda, danças, passa-anel, telefone-sem-fio e muitas outras brincadeiras antigas.

    Reply
  25. O Santo Graal e a Linhagem Sagrada | Sedentário & Hiperativo says:
    5 de março de 2009 às 1:57

    [...] – A História de Gilgamesh – Belém institui o “Dia do Dizimista” – História da Umbanda – O Círculo Mágico – Raul Seixas, Paulo Coelho e a Sociedade Alternativa – Arcano 13 – a Morte – Pai Nosso em [...]

    Reply
  26. Vanda-las us says:
    7 de março de 2009 às 23:41

    Cede uns cents a cade a eira!! Aqui temos letrados, gente que sabe!! a reguagitação não! Eu não digo nada com merdumia, é porca temportam. se tu não foste preparto, tentaram me abortar!! Se se, se, se , se, até lá, eles não nos escapam, só nostradamus. Chamem o polvo, para sermos felizes!!! Mator- me aqui!!!

    Reply
  27. Vencedores do I Concurso TdC | Sedentário & Hiperativo says:
    16 de março de 2009 às 23:27

    [...] – A História de Gilgamesh – Belém institui o “Dia do Dizimista” – História da Umbanda – O Círculo Mágico – Raul Seixas, Paulo Coelho e a Sociedade Alternativa [...]

    Reply
  28. Referências Ocultistas em Watchmen | Sedentário & Hiperativo says:
    17 de março de 2009 às 0:00

    [...] – A História de Gilgamesh – Belém institui o “Dia do Dizimista” – História da Umbanda – O Círculo Mágico – Raul Seixas, Paulo Coelho e a Sociedade Alternativa – Arcano 13 – a Morte – Pai Nosso em [...]

    Reply
  29. Merlin, José de Arimatéia e o bardo Taliesin | Sedentário & Hiperativo says:
    24 de março de 2009 às 2:36

    [...] Tarot, a Kabbalah e a Alquimia – Os Illuminati – A História de Gilgamesh – História da Umbanda – O Círculo Mágico – Raul Seixas, Paulo Coelho e a Sociedade Alternativa – Pai Nosso em Aramaico [...]

    Reply
  30. Jucizinha says:
    25 de março de 2009 às 15:37

    Ontem 24/03/2009 a china anunciou a possivel criação de Uma moeda mundial, bem ao estilo dos 13 pontos dos illuminati, http://www.grandorient.org/trezepontos.html ?

    As profecias estão se cumprindo!

    Serio!

    Reply
  31. Daniel Osuna fernandes says:
    15 de maio de 2009 às 14:04

    Olha,eu adorei achar mais coisas sobre magia,bruxaria,rituais de qualquer tipo,até os de exorcismo!!!
    E os rituais de abertura do cpirculo mágico são muito bons mesmo,já fiz duas a três versões que deram certo,uma delas é versão minha(só versão mesmo!!!Tá?)e quero continuar aprendendo pra sempre!!!!!!!
    Vc me ajuda?

    Reply
  32. Ralph Ellis says:
    31 de julho de 2009 às 4:56

    Sakura Cardcaptor olhe bem em baixo da menina.Sucesso Marcelo!!!

    Reply
  33. André Junior says:
    1 de setembro de 2009 às 12:34

    Bom dia Marcelo gostaria de trocar e-mails com você a respeito de atitudes tomadas no plano astral tenho muitas dúvidas e vivo em um ambiente cristão moda antiga,não pertenço a nenhuma ordem,mas gostaria da sua ajuda se possível.

    @MDD – manda a dúvida pro meu email. marcelo@daemon.com.br

    Reply
  34. Renato says:
    2 de setembro de 2009 às 22:09

    Existe realmente necessidade de invocar entidades para evoluirmos? Essas invocações teriam como objetivo pedir favores para as entidades? Em caso afirmativo isso não teria um preço a ser cobrado mais tarde? Quais os perigos?
    Muito obrigado

    @MDD – Existe tanto risco quanto procurar uma pessoa encarnada… No meu caso, alguns campos de estudo eu não consigo mais conversar com pessoas vivas… para avançar nos estudos, preciso buscar informações em entidades astrais que tem um conhecimento maior sobre magia ou kabbalah ou ritualística. Também pode-se pedir favores, que podem ser pagos ou não; pode-se realizar favores, que podem ser cobrados ou não… não há diferença entre seres físicos e astrais; não é porque você morreu que vai ficar mais malvado ou bonzinho…

    Reply
  35. Padre Judas says:
    5 de setembro de 2009 às 18:39

    Que tipo de favor uma entidade mais poderosa, por assim dizer, poderia obter de um simples encarnado?

    Eu imagino que alguns espíritos ainda ligados à matéria possam cobrar coisas como incorporar em um corpo para sentir os “prazeres carnais” novamente, mas o que um dos seres mais afastados deste plano poderiam cobrar?

    @MDD – O que entidades extremamente poderosas podem pedir de favor para um mago? expansão da egrégora onde trabalham, por exemplo… tipo o mago montar um blog e divulgar coisas que precisam ser divulgadas para preparar um número muito maior de pessoas para magia do que ela conseguiria no astral.

    Reply
  36. Melkisedeq says:
    30 de setembro de 2009 às 23:39

    Sua resposta ao Padre Judas, é mesmo piada inglesa…hehehhe. Rimos, mas a graça tem lá suas verdades, ou a verdade lá suas graças… Enfim, cai na egrégora da entidade, pois estou indo nesse rumo. Por enquanto, tá bom…

    Luz.

    Reply
  37. Nicolas says:
    20 de outubro de 2009 às 2:34

    UMA egregora? pq, no caso de o mago fazer parte de várias egregoras, estas poderiam pedir (ou as entidades delas) “por coicidência” a mesma coisa? ex.: tentar tirar o gado da matrix?

    @MDD – poderiam, oras…

    Reply
  38. marcia says:
    30 de novembro de 2009 às 4:01

    como possa fazer um circulo magico ensina me por favor

    @MDD – Procura pelo Ritual Menor do Pentagrama nos exercícios.

    Reply
  39. Dan says:
    9 de março de 2010 às 20:09

    Tio, andei lendo Hellblazer e fiquei na dúvida: o que aconteceria se eu me projetasse a Yesod e fisesse la uma evocaçao goétia? Seria perigoso?
    E a propósito, de onde vem o cheiro de enxofre relacionado às presenças demoníacas? Nao tem nada a ver com o enxofre alquimico neh?

    Reply
  40. Mário Amorim says:
    24 de maio de 2010 às 15:56

    Olá Marcelo.

    Vou te mandar um e-mail fazendo uma pergunta, e gostaria que você me

    repondesse.

    Obrigado.

    Reply

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