Mapa Astral do Victor Hugo
deldebbio | 26 de fevereiro de 2010
Filho de Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet, nasceu em Besançon, no Doubs, mas passou a infância em Paris. Estadas em Nápoles e na Espanha acabaram por influenciar profundamente sua obra. Funda com os seus irmãos em 1819 uma revista, o Conservateur littéraire (Conservador literário), que já chama a atenção para o seu talento. No mesmo ano, ganha o concurso da Académie des Jeux Floraux.
O seu primeiro recolhimento de poemas, Odes, é publicado em 1822: tem então vinte anos. Com Cromwell, publicado em 1827, alcança o sucesso. No prefácio deste drama em versos, que não foi encenado enquanto esteve vivo, opõe-se às convenções clássicas, em especial à unidade de tempo e à unidade de lugar.
Tem, até uma idade avançada, diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento que lhe dedica a sua vida, e a quem ele escreve numerosos poemas. Ambos passavam juntos o aniversário do seu encontro e preenchiam, nesta ocasião, ano após ano, um caderno comum que nomeavam o Livro do aniversário.
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Nascido em Garanhuns, Pernambuco, em 28.06.1917, talvez tenha sido o médium que maiores serviços prestou ao Movimento Umbandista, durante seus 50 anos de mediunismo. Não há dúvidas hoje, após 7 anos de sua passagem para outras dimensões da vida, que suas 9 obras escritas constituem as bases e os fundamentos mais avançados do puro e real Umbandismo.
Inicialmente, valerá dizer que ainda não são muitas as fontes a propiciarem dados de boa qualidade e confiáveis a respeito de Carl Kellner. Seja observado que, atualmente, essa carência de documentação nos leva a duas perspectivas bem distintas. A primeira delas é a proliferação de um certo monturo de informações, cuja finalidade principal é construir e reforçar a imagem Kellner ora como fundador ora como “pai espiritual” da Ordo Templi Orientis. Já a segunda, bem menos comprometida com construções meramente ideológicas e proselitistas, simplesmente aponta para um campo aberto da história do ocultismo mundial, praticamente inexplorado. É com essa última perspectiva que o presente texto está alinhado. Por conseguinte, aqui pretendo apenas traçar, a partir de material selecionado com cuidado (ver Bibliografia), um brevíssimo esboço biográfico de Carl Kellner, visando apresentá-lo de um modo mais apropriado, não sob o ponto de vista mítico, mas sim histórico.






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