Aos 14 Xamãs.
Djaysel Pessôa | 9 de novembro de 2011
O som… distante; de um avião. Passa sorrateiro e longe, pontos vermelhos e azuis, num céu completo. Este participa de mim, do que sou, do que fora naquele instante.
Na memória diálogos acirrados em discussões sobre métodos e formas, tantas formas. Enquadrando os laços.
Meu corpo cansado enquanto levito em perspectivas antes debatidas de forma rápida durante o dia. Falei que o desejo é passível de ser desmerecido e portanto substituído pelo simples ato. Do ato de ser somente tal ato.
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