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    Autoconhecer é Autodestruir

    admin | 25 de janeiro de 2013

    “A melhor maneira de alcançar o autoconhecimento não é pela contemplação, mas pela ação.” – Goethe

    Adentrar no universo do autoconhecimento parece ser algo fácil. “Basta comprar uns livros de auto-ajuda, acender alguns incensos, meditar por algumas horas por dia e está tudo certo” dizem alguns… Ledo engano, digo eu. Mergulhar no âmago de si mesmo é um processo árduo, e sou capaz de afirmar que em 99,99% das vezes é uma tarefa dolorosa, desanimadora, deprimente e, em muitos casos, dura pouquíssimo tempo.

    Espera aí, você vem falando todo esse tempo sobre autoconhecimento e agora joga esse balde de água fria?

    Muito pelo contrário! O que acontece é que muito se fala de autoconhecimento como se fosse uma coisa fácil de se fazer. Como se revirando o baú interior você só encontrasse boas lembranças, qualidades e oportunidades quando, na maioria das vezes, o que se encontra é justamente aquilo que você insiste em esconder: seus defeitos, pontos fracos, negativismos…

    É claro que não é só isso. Autoconhecer-se é também saber quais são suas habilidades, especialidades e apender como utiliza-las a seu benefício. Conhecer as ferramentas que você possui e aprender a utilizá-las a seu favor. Mas essa é a parte ”fácil”, o complicado é retirar os esqueletos do armário e coloca-los para dançar.

    Hmmm… Entendi. Então você quer dizer que é muito mais do que ler o mapa astral?

    De longe! Astrologia é uma das ferramentas existentes para isso, pois escancara muito daquilo que acontece sem você perceber, mas o desafio é saber interpretar o mapa com isenção e de forma correta, sem se perder nos arquétipos e suas oitavas, e não assumir como seu um comportamento que pode ou não ser tendência no seu mapa.

    Buscar o autoconhecimento apenas fora de si mesmo é um erro crasso. Acreditar que uma pessoa além de você mesmo pode lhe dar as respostas que você precisa é pura ilusão. É claro que a visão que os outros possuem de você pode lhe ajudar a refletir em como você se apresenta para o mundo, mas reconhecer sua essência e aprender a dosá-la, em sua grande maioria, é um processo solitário, que exige dedicação, resistência e perseverança, pois a estrada é longa e sinuosa.

    O que costumamos ver daqueles que dizem trilhar este caminho é uma exaltação de suas virtudes, escondendo de si mesmo todos os vícios e distorções do seu caminho. Na luz tudo é mais claro e de fácil visualização, muito diferente da escuridão, onde os monstros interiores se escondem e nem todos são fáceis de encontrar. A facilidade de uma leitura superficial ao invés de um mergulho na lama põe muito a perder nesse processo de busca interior… Não é a toa que a preguiça é o primeiro dos 7 “Pecados Capitais”.

    Não exagere no otimismo e na superficialidade. Não caia na ilusão de que “o inferno são os outros”, e você é um incompreendido trilhando um caminho de iluminação. Também não busques mestres além do que seus próprios erros e acertos. Não espere que os outros evidenciam seus pontos negativos, pois geralmente o que eles veem são a sua casca, aquilo que você mostra para eles, e quem gosta de mostrar uma casa mal arrumada?

    Também não seja pessimista. Utilize suas virtudes a seu favor já na hora de chafurdar na lama e domar seus medos e vícios. Já que elas são mais evidentes, aproveite-as como isca para pescar os tubarões.

    Não há segredo senão a busca pelo equilíbrio.

    “Busco-me e não me encontro. Pertenço a horas crisântemos, nítidas em alongamentos de jarros. Deus fez da minha alma uma coisa decorativa.” – Fernando Pessoa

    Namastê!

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    23 Responses to “Autoconhecer é Autodestruir”

    1. Daniela disse:
      25 de janeiro de 2013 às 13:30

      Peterson, esse texto caiu como uma luva para o que eu estou passando. Tenho ainda um pequeno receio em me autodestruir, porém compreendi a necessidade de fazer tal ato para que eu consiga trilhar o caminho do Autoconhecimento.

      Muito agradecida pela mensagem… Namastê! :)

      Peterson: Como dizem por aí, quando o discípulo esta pronto, o mestre (ou a mensagem) aparece. É a sincronicidade trabalhando a nosso favor! Fico feliz em ajudá-la!

      Saravá!

      Responder
    2. Marcos.Bs418 disse:
      25 de janeiro de 2013 às 15:21

      Otimo texto, assim como a Daniela eu estava precisando ler isso.

      Se tiver alguns textos que vc possa me indicar para melhor fazer esse trabalh de autoconhecimento ficaria muito grato.

      Responder
    3. Fabio disse:
      25 de janeiro de 2013 às 16:43

      Antes de se autodestruir, aconselho ter uma boa base antes. Quando mais novo fiz estes exercícios sem sequer saber que eram exercícios, sem livros, sem “guias”, sem nada. Começou com uma criança filosofando, adentrando em si mesmo, e hoje luto para me construir novamente.

      Extremamente necessário desconstruir, mas tenha em mente que alguns de seus “pilares” de sustentação podem ruir, e é bom que tenha algo para apoiar-se caso isso aconteça, como foi o meu caso.

      Abraços

      Responder
      • Carol disse:
        22 de junho de 2013 às 7:20

        É muito complicado,não sei se as pessoas vão conseguir se apoiar em algo, todo mundo é mt errante e frágil… no meu caso tive que ir no fundo do poço mesmo mas me considero muito nova e estou feliz e confiante que consiguirei retomar minhar missão, seja ela qual for,

        Responder
    4. Ingrid Schepis disse:
      25 de janeiro de 2013 às 16:46

      Realmente, acredito que o caminho do meio não é “estar morno” como muitos podem afirmar, essa comparação não cabe aqui, só estando com uma mente equilibrada, sem conceitos radicais tanto pra mal quanto pro bem, é que podemos observar as coisas tal como elas são, sem ilusões, com serenidade, humildade e mansidão… O caminho é estreito sim, por que exige proatividade e disposição em detrimento da preguiça mental, mas é mais recompensador pois foi trilhado pelo nosso próprio mérito com resultados que foram “digeridos”, realizados, e isso é honestidade, usar com sabedoria o livre arbítrio. Preguiça é querer deixar que os guros e salvadores façam o que você deve fazer, assim fica fácil…

      Responder
    5. wilson disse:
      25 de janeiro de 2013 às 17:47

      Concordo com a postagem,é dificílimo termos autoconhecimento, a cada descoberta encoberta varias derrapagens, não podemos ver uma casca de banana no chão que logo pisamos nela, temos que praticar diariamente para com o tempo termos as
      virtudes necessárias para nos melhoramos até lá haja alfinetes.
      Wilson

      Responder
    6. Carlos disse:
      26 de janeiro de 2013 às 3:09

      Peterson, excelente mensagem esta, nunca relacionei autoconhecimento e autodestruição num mesmo pensamento, realmente engrandecedor e cabe perfeitamente em minha situação atual de vida, pois parece que quando achamos que temos tudo, espada e escudo, nosso coração adormece e somente em tempos difíceis acordamos para o que tem real valor em nossas vidas.

      Ótimo texto, aliás sempre que os leio acabo tirando conclusões bastante enriquecedoras. Parabéns.

      Responder
    7. Guilherme disse:
      26 de janeiro de 2013 às 17:01

      Belo texto!

      Chegou no momento certo pra mim.

      Responder
    8. Mozart disse:
      26 de janeiro de 2013 às 22:17

      Sou do Rio e conheci o DD em 2008, de la pra cá trilhei o meu caminho do autoconhecimento e sei o quanto é difícil. As renuncias, os sacrifícios e as dificuldades, mas posso afirmar que valeu muito a pena. Por conta desse contato vez por outra o DD me encaminha alguém do Rio que por meio da coluna procura ele pedindo ajuda. Vejo hoje como é difícil prestar esse auxilio, como é difícil as pessoas saírem de sua zona de conforto e como é difícil compreenderem o básico, a mudança é lenta e demorada mas no final bem prazerosa.
      Peterson parabéns pelo texto, sintetiza muito do que tento passar a essas pessoas.

      Responder
    9. Gustavo Telles Jacinto disse:
      27 de janeiro de 2013 às 8:56

      Geburah :)

      Responder
    10. Anibal disse:
      28 de janeiro de 2013 às 20:34

      Eu fico muito feliz em ler esse texto.
      As respostas realmente vem do interior.
      E são as coisas ruins, feias e chocantes dentro de nós mesmos as mais importantes e que trazem os maiores aprendizados.
      Nada externo a nós realmente pode mudar a nossa própria vida.
      A astrologia me ajudou a descobrir um caminho próprio. Foi por meio da astrologia que eu comecei a fazer psicoterapia, e é o que mais tem me ajudado!
      O ser humano é um mistério para si mesmo.

      Responder
    11. Ricardo Thomé disse:
      28 de janeiro de 2013 às 23:13

      É normal se identificar com este texto, pois tem um sentimento muito comum a todos, atingindo uma maioria que ainda não alcançou sua auto-compreensão plena. Curti muito o texto, ótimo! E claro, sempre nos dando a sensação de não estarmos nos dando 100% em nossas vidas, como uma auto crítica que fere o ego e mostra o que é importante no fim de tudo.

      Responder
    12. Lúcio disse:
      29 de janeiro de 2013 às 12:48

      Muito bom o texto! Gosto do estilo da sua escrita, em que os textos
      são intercalados por perguntas, acentuando assim o diálogo com
      o leitor e tornando a leitura, de certa forma, engraçada.
      “Espera aí, você vem falando todo esse tempo sobre autoconhecimento e agora joga esse balde de água fria?”
      E esse trecho então eu não pude deixar de soltar prazerosas risadas: “Conhecer as ferramentas que você possui e aprender a utilizá-las a seu favor. Mas essa é a parte ”fácil”, o complicado é retirar os esqueletos do armário e coloca-los para dançar.”
      Achei muito interessante os pontos que você tocou referentes a busca pelo autoconhecimento. É necessário que aquele que trilha este caminho não busque
      uma certa afirmação do seu ego ou de tudo de bom que essa pessoa possui.
      Mas principalmente é importantíssimo que todos que buscam o autoconhecimento encarem os seus monstros.
      As outras pessoas podem nos ajudar a nos conhecermos, mas muitas vezes elas projetam os seus próprios defeitos e monstros na gente, então nem tudo
      o que os outros falam da gente deve ser encarado como realidade.
      “Quando João fala de Pedro, ficamos sabendo mais sobre João do que de Pedro”.
      A leitura desse texto venho num momento bastante oportuno da minha vida, e tenho que concordar com você que o caminho pela busca do autoconhecimento é
      bastante dolorosa, desanimadora e deprimente. Mas acho que isso pode ser
      causado principalmente pela autonegação de nós mesmos: quando começamos
      a reconhecer e a aceitar quem nós realmente somos, uma parte dessa tristeza e
      dor “incompreensíveis” começam a cessar.
      Um grande abraço e boa jornada a todos :)

      Responder
      • Carol disse:
        22 de junho de 2013 às 7:22

        Eu sempre levo do pouco que eu ouvi do Brahma Kumaris: Quem aceita uma ofença ou crítica destrutiva é pq não tem clareza de quem realmente é. É esclarecedor e motivador.

        Responder
    13. Thomas disse:
      29 de janeiro de 2013 às 14:42

      Incrível como eu encontrei na rua, outro dia, um graveto num formato PERFEITO de um tridente, agora eu entro aqui e encontro esse texto.

      Responder
    14. Daniel disse:
      29 de janeiro de 2013 às 19:49

      Tudo que eu precisava ler agora. Obrigado!

      Responder
    15. Gabriel Nagib disse:
      4 de fevereiro de 2013 às 0:17

      Em A Game Of Thrones, Tyron Lannister, ou the “Imp”, fala para Jon, que é um bastardo, que ele nunca deve se esquecer que é um bastardo, pois os outros não esquecerão. Mas ele deve tornar isso sua virtude, armar-se com isto e usar como sua defesa e ataque, assim ninguém poderá utilizar isto contra ele, e ninguém o ofenderá. E é precisamente o que Tyron faz durante todos os livros. Antever seus próprios erros para evitá-los.

      Responder
    16. Tathiane Navarro van der Straeten disse:
      13 de fevereiro de 2013 às 3:33

      Qualidades e defeitos todos têm. Acredito que o ato de se ocupar mais com as suas qualidades bota em quarentena muitos de seus defeitos – que a maior parte podem ser bobos, gerados justamente por falta de reconhecimento das próprias virtudes. Amém? Hahahahahaha

      @Peterson: Falarei sobre virtudes e qualidades no próximo texto, mas acreditar que o inimigo está do lado de forma é uma excelente artimanha para nos desviar do autoconhecimento, não acha?

      Namastê!

      Responder
    17. Mazzarin disse:
      29 de abril de 2013 às 10:44

      Belissimo texto, mas comparando, a teoria do Caos seria isso neh?

      Responder
    18. Mazzarin disse:
      29 de abril de 2013 às 10:45

      e uma coisa “off-topic”, o que significa Sarava? se quiser pode responder soh no meu e-mail.

      Abraços fraternos. Pax et Lux erga omnes.

      @Peterson: Saravá é uma saudação semelhante ao namastê utilizado no hinduísmo.

      Responder
    19. Carol disse:
      22 de junho de 2013 às 7:16

      Difícil, longo, beirando o insuportável. Fui no inferno e tô tentando voltar. Depois de dois anos, quase 3, consigo ver a luz e os meus pontos positivos. E o auto-conhecimento nunca acaba pq vc tá sempre modificando, tendo atitudes que mts vezes nem se dá conta aí só vai refletir em uma dor de cabeça no futuro. Se ler, se ter consciencia, pelo menos pra mim, tá sendo através de mt disciplina, força de vontade, motivação q vem sei lá da onde e às vezes tristeza e decepção. Sei q sou pessimista e depressiva em recuperação mas acredito e tenho fé na minha própria percepção da realidade e consigo ver o quanto já consegui evoluir em tão pouco tempo de enfretamento. Choque de ego não é para todos, a maioria não está preparada. Me sinto muito agradecida por deus, todos os dias, por ter essa clareza e oportunidade, inclusive de agora, poder recomeçar. Muito obrigado pelo site! Estarei assídua.

      Responder
    20. Uigue S. disse:
      4 de outubro de 2013 às 22:41

      meu problema nem é ver os defeitos pq esses eu conheço bem, o problema é ver as qualidades.

      Responder
    21. Ricardo Sato disse:
      10 de janeiro de 2016 às 10:20

      No meu ver nós só temos direito de existir quando possuímos virtudes que gerem essa existência e por isso o autoconhecimento é tão difícil porque ela meche com toda a sua realidade exterior a partir do interior.

      Responder

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