Teoria da Conspiração

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    Conversa entre Adeptus – 14 – “De Frente” com Seu Tranca

    admin | 27 de fevereiro de 2013


    O podcast Conversa entre Adeptus tem como objetivo ser uma conversa descontraída entre estudantes e praticantes espiritualistas, onde nela são abordados temas e assuntos que geralmente trazem curiosidade e dúvidas àqueles que estão iniciando sua caminhada nesta senda. O projeto tem como membros fixos os estudantes PH Alves, autor do Diário do Adeptu, Peterson Danda, autor da coluna e do blog Autoconhecimento & Liberdade e Emerson Luiz, autor da coluna Espiritismo Sob a Luz do Universal também no Autoconhecimento & Liberdade.

    Como diz um famoso ponto de Umbanda “Sem Exu não se faz nada“, e nós, Adeptus, respeitamos muito essa premissa. Nosso primeiro podcast falou sobre os Guardiões, e agora, com muita honra, temos um representante direto destes executores da Lei Maior conversando conosco!

    Desta vez, foi o Sr. Tranca Rua das Almas, Guardião da Lei Maior (e aspirante a Cavaleiro) quem veio responder as perguntas enviadas por nossos ouvintes e também nossos próprios questionamentos. Com ele, além da sua médium, a Sacerdotisa Gladys Camorim, tivemos também o auxílio dos “Cambones” Paulo e do Elton Francisco.

    Curioso para saber como um Exu usa as novas tecnologias? Então ouça este descontraído e elucidativo podcast!

    Exu é Mojubá!

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    Ajude-nos a divulgar esse conhecimento!

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    « Dançando o Sagrado Feminino por Shakty Shala AA – Arcanum Arcanorum – 28-Fevereiro-2013 »

    39 Responses to “Conversa entre Adeptus – 14 – “De Frente” com Seu Tranca”

    1. Rafael Granado disse:
      27 de fevereiro de 2013 às 14:30

      Nem ouvi ainda, mas já curti muito.

      Responder
    2. plaz disse:
      27 de fevereiro de 2013 às 15:03

      Poxa estava já ansioso por esse post e quero aqui deixar meus agradecimentos à equipe do podcast por essa espetacular viagem ao oculto de forma descontraida e simples.

      Sois Grato!

      Responder
      • PH Alves disse:
        28 de fevereiro de 2013 às 10:13

        Salve…Gratidão irmão…vamos buscar sempre levar algo de bom para todos. Namastê _/\_

        Responder
    3. Diogo Mendes disse:
      27 de fevereiro de 2013 às 15:34

      Demorou mas chegou :)

      Salve Seu Tranca! Meu protetor, meu guia, meu mestre!

      Responder
    4. Diogo Mendes disse:
      27 de fevereiro de 2013 às 15:34

      Que saudade dos tempos de terreiro… :’O

      Responder
    5. Diogo Mendes disse:
      27 de fevereiro de 2013 às 16:06

      Uma coisa meu caro, qual seria o problema de beber conhaque ou cerveja?
      No terreiro que frequentava a dona Padilha bebia e fumava toda a sessão e o cavalo já era uma senhora de idade e não teve problemas…

      @Peterson: Nenhum problema Diogo. Pelo que entendemos, foi uma opção da médium devido ao excesso de tempo que ela permanece incorporada com o Exu. Foi uma opção pessoa.

      Responder
    6. Eduardo disse:
      27 de fevereiro de 2013 às 18:12

      Cara sensacional, o seu tranca é um cara muito jovial e bem humorado. Gostaria que tivesse mais podcasts assim.

      Responder
      • PH Alves disse:
        28 de fevereiro de 2013 às 10:14

        Assim que possível vamos fazer mais e mais irmão :)

        Namastê _/\_

        Responder
    7. João Alberto disse:
      27 de fevereiro de 2013 às 19:17

      Até que enfim!!! Estava muito querendo ouvir esse post, porém não estou conseguindo, o site está fora do ar? Há algum problema? ou só eu não estou conseguindo ter acesso….

      Responder
    8. Ana disse:
      27 de fevereiro de 2013 às 23:33

      Ouvi, ri junto e aprendi demais, muito bom. E faço coro para que essa experiência se repita em breve. Parabéns!

      Responder
    9. Aline disse:
      27 de fevereiro de 2013 às 23:37

      Boa noite!!

      Eu acabei de ouvir o podcast e sinceramente, SENSACIONAL!! Seu Tranca Rua se adaptou muito bem à tecnologia!! E às nossas gírias também (“redondo” foi hilário)!! =]

      Eu fiquei apenas com uma dúvida sobre quando foram mencionadas as encruzilhadas e os pontos de força. Seu Tranca Rua disse que cada encruzilhada representa ou está ligada a um ponto de força no outro plano. Mas, assim… É a construção de uma encruzilhada que cria um ponto de força ou os engenheiros (ou sei lá quem faz o planejamento urbano) que são “induzidos” a criarem uma encruzilhada onde já tem um ponto de força?!

      Alguém aí sabe responder?!

      Responder
    10. Guilherme disse:
      28 de fevereiro de 2013 às 1:08

      Desculpe Peterson, mas discordo que Exu Tranca Ruas vá fazer esse papel de ficar em radios falando,etc.

      Essa mãe de santo não sabe de nada dizendo que a Umbanda vem da África, e não percebe que tranca rua é só um nome de guerra para vários dele.
      E se esse fosse o tranca mesmo, seria uma deles e não ele mesmo, mas ta mais pra um Zambeteiro do que pra Guardião.

      Cuidado!

      Responder
      • Nilson disse:
        28 de fevereiro de 2013 às 13:09

        Qual o problema de passar conhecimento em uma radio? Qual a diferença de se escrever um livro ou falar em uma radio? Nenhuma!

        Exu Tranca Rua é Exu da vibração de Ogum.

        Ele se denomina Tranca Ruas por estar trabalhando nessa vibração, assim como esse Tranca Rua, existe uma quantidade enorme de entidades trabalhando nessa vibraçao.

        @Peterson: Nem adianta tentar explicar, já falei sobre isso no post de Pombagira. O problema dele é não querer entender mesmo.

        Responder
        • Alex Pereira Costa disse:
          28 de fevereiro de 2013 às 14:19

          Ouvi ontem o podcast e está fantástico! Há um tempo que já ouvia o programa na Rádio Toques de Aruanda.

          Sr. Tranca Ruas sempre nos esclarecendo com suas palavras. E para aqueles que ainda ele não passa de um zombeteiro, reveja seus valores. Não é por conta dessas críticas que ele deixará de fazer o papel dele no mundo: esclarecer.

          Talvez esse seja o motivo dele usar esse veículo de informação e atingir vários, desmistificar e ampliar a mente de todos.

          Parabéns pessoal do podcast, vocês estão de parabéns!

          Axé.

          Responder
        • Frater Francisco disse:
          1 de março de 2013 às 11:07

          Eu queria 5 minutos dele em nossa casa, conversando com Sr. Tatá Caveira ou com o Sr. Tranca Rua das Almas… só isso, depois falaríamos…

          Todos têm seu processo, o dele está bem devagar mesmo…

          Responder
      • Inominado disse:
        1 de março de 2013 às 13:27

        Ah vá! Então não escuta Guilherme, vai lá para o teu terreiro a lá Matta…dentro da sua mente.

        “Cada terreiro tem sua ciência”, como um bom umbandista me disse. Sem falar que como Kardec já dizia, espíritos não são pilhas voltaicas, e que isso fique evidente como mostra da sua ignorância. Você nem é médium e nem trabalha, que moral você tem para discordar?

        Responder
    11. Nando disse:
      28 de fevereiro de 2013 às 10:18

      FANTÁSTICO. Seu Tranca deu respostas muito lúcidas e concretas e ainda dismistificou a figura padrão que se tinha de exus. Afinal, quem são eles se não nós depois???? ahhauahua….felicidades e um salve aí pro projeto de vcs que é excepcional. Grande abraço.

      Responder
    12. dilobo disse:
      28 de fevereiro de 2013 às 11:19

      Muito esclarecedor.

      Valeu mesmo…

      Responder
    13. AD&D disse:
      1 de março de 2013 às 0:50

      Um amigo me chamou a atenção para algo que achou estranho, quando ao final ele se despede com um “obrigadA”.
      Depois pensando sobre isso, fica bem claro que a entidade é masculina quando ela brinca com o “abraço e beijo para as mulheres bonitas”
      Normal essa confusão?

      O podcast foi muito interessante e esclarecedor.
      Abraços.

      @Peterson: Irmão, a incorporação é um processo semiconsciente. Há momentos em que há uma interação maior do médium e em outros praticamente nula. Talvez, nesse momento, até pelo avançado do tempo de incorporação, tenha se sobreposto a médium sob a entidade.

      Responder
      • Gustavo disse:
        1 de março de 2013 às 11:50

        Neste caso então, como alguém pode saber se houve mesmo incorporação em algum médium ou não? Através de perguntas?

        Abraços

        @Peterson: Pela manifestação, pela energia, pelas respostas… Há várias maneiras.

        Responder
    14. Ragnar disse:
      1 de março de 2013 às 2:41

      Eu gostei da entrevista e mas fiquei curioso sobre a coisa de virar cavaleiro… O que seria isso? E depois de ser cavaleiro o que viria?

      @Peterson: Ragnar, nem mesmo ele fala muito bem sobre isso… Eu tenho minhas desconfianças, mas seria indelicado comentar sem o aval do mesmo. =)

      Responder
    15. Thiago disse:
      1 de março de 2013 às 9:41

      Achei bem interessante, me pareceu um espirito evoluído, com boas intenções.

      Só fiquei com a pulga atras da orelha quando ele falou que se alguém desrespeitar o guardião de uma encruzilhada ele manda alguns eguns atras dessa pessoa. Nao penso que isso seja algo de alguém q bisca o bem.

      Ressalte se que tenho linhagem espirita, talvez essa a razão de eu nao ter entendido.

      Mas parabéns pelo ótimo trabalho

      @Peterson: Tiago, esse conceito de bem e mal é bastante abstrato. Eu consideraria que desrespeitar um ente astral apenas por pura diversão, em seu campo de força, é uma atitude nada aceitável e mereceria um corretivo, para que a pessoa tenha mais respeito com o que é Sagrado. Não vejo como uma atitude ruim, pelo contrário… Um puxão de orelha geralmente é corretivo e não maldoso.

      Porém, acho que o Seu Tranca estava de brincadeira no que falou.

      Obrigado pelos elogios!

      Axé!

      Responder
    16. Guilherme disse:
      2 de março de 2013 às 0:29

      @ inominado disse: Ah vá! Então não escuta Guilherme, vai lá para o teu terreiro a lá Matta…dentro da sua mente.

      “Cada terreiro tem sua ciência”, como um bom umbandista me disse. Sem falar que como Kardec já dizia, espíritos não são pilhas voltaicas, e que isso fique evidente como mostra da sua ignorância. Você nem é médium e nem trabalha, que moral você tem para discordar?

      Você conhece minha vida PRA AFIRMAR ISSO? já ando na “umbanda” desde os 13 anos. Desenvolvi e afasteime de terreiros por causa de fracasos dos médiuns e “pais de santos”.

      Sei muito bem o que é incorporar uma entidade, mas não por completo(inconsciênte).

      Tive um único “cruzo” que foi de Ogum, sai da casa em 2006 por causa do “pai de santo” decair na bebida alcólica e bagunças em terreiros. Ele faleceu em 2011 do coração.

      Estou afastado, mas graças ao Blog do MDD tenho esperanças em encontrar o LADO SÉRIO DA UMBANDA. TAMBÉM VIVA AO MATTA E SILVA.

      Outros terreiros que comecie a desenvolver e não quero me aprofundar nessa minha caminhada, lá era “umbandoblé”, com mistura de “santos” e cabloco. No último foi onde tive o “cruzo e parecia mais com Umbanda. Mas em agrupamento muito baixo de PLANO.

      Responder
    17. Guilherme disse:
      2 de março de 2013 às 0:43

      Todos os terreiros que andei até o momento em que “baixaram” o Traca Ruas das Almas, ele nunca veio com essas gargalhadas esquisitas.

      Acredito que Guardião não tem tempo pra ficar batendo papo em rádios. Quanta ignorância!

      Achei que voÇes eram estudiosos sérios de Umbanda e nunca pensei que chegariam a esse ponto. Em aceitar tudo e relativar demais.

      Sou sincero e se fosse algo sério eu diria PARABÉNS! MASssss não estou acredito isso de vocês…

      Ainda tem esssa galera que aceita tudo e diz que ta legal, etc.

      Será que não tem um que discorda? ou tenha algo a debater… “Santo Deus” !!!

      Responder
      • Inominado disse:
        2 de março de 2013 às 11:33

        Então como você pode condenar o trabalho alheio se você mesmo provou que não conheceu todos os trabalhos para poder julgar?!

        Como você pode duvidar da incorporação de uma entidade se você nem sabe incorporar completamente e, portanto, não tem EXPERIÊNCIA?

        Você não conhece todos os terreiros e linhas no país, só os de Fortaleza. Em Codó tem um a cada esquina, imagine no resto do país! Como pode então julgar o trabalho alheio?!

        Trata o Marcelo Del Debbio e o Matta como únicos especialistas no assunto, mas, como eu já lhe disse, eles não são unanimidade nem em umbanda, nem em magia, tampouco em ocultismo. Opinião deles frente a centenas de pais-de-santo, muitos dos quais não são conhecidos e que podem saber mais efetivamente de alguma coisa que os “famosos”.

        De tudo tu reclama: do terreiro, do médium, da entidade, do conhecimento alheio, do trabalho dos outros. Nada pra ti é verdadeiro, só o que tá na utopia dos livros do Matta ou das considerações do MDD. E nenhum deles vai incorporar e trabalhar no teu lugar!

        Se tu não tem com o quê contribuir ou alguma discordância com base em sensatez, melhor ficar calado. Te ajudaria mais.

        Responder
      • PH Alves disse:
        2 de março de 2013 às 17:32

        Salve,

        Irmão, não estamos aqui para provar e nem debater nada com ninguém, para aqueles que querem entender e aprender junto conosco é bem vindo, já para aqueles que querem trazer opiniões em que não vá agregar a nada, por favor se retire e pare de gastar sua rica energia vindo debater aqui, use-a para fazer o BEM a SI e ao PRÓXIMO, a porta é serventia da casa.

        Axé e que o manto divino lhe cubra de luz e discernimento.

        Namastê

        Responder
      • Matheus disse:
        4 de março de 2013 às 4:02

        “Seu Tranca Ruas é amigo, camarada,
        dando forte gargalhada, me livra de todo mal.”

        Responder
    18. Anderson Roberto disse:
      2 de março de 2013 às 16:36

      Será que rolá um parte 2 dessa conversa para as pessoas poderem mandar mais perguntas? tenho umas 3 aqui, e que só não enviei porque quando soube do episodio já tinha sido lançado, fora isso, ficou fodastico o programa, parabens.

      Responder
    19. Daniela disse:
      2 de março de 2013 às 16:59

      Salve Adeptus!
      Adorei a conversa, aprendi bastante, reaprendi outras coisas que já tinha ouvido falar, não sob a perspectiva da Umbanda porém a simplicidade com que o Seu Tranca respondendo as perguntas me encantou. Parabéns pelo trabalho que vocês vem desenvolvendo! :)

      Responder
    20. Hermano disse:
      3 de março de 2013 às 9:26

      Acho que analisar a forma ou as condições nas quais um espirito se manifesta é menos importante do que analisar o conteúdo daquilo que ele diz, porque no conteúdo da comunicação está a verdadeira a natureza do espírito. Afinal de contas, um espírito pode usar a vestimenta que ele quiser, e falar do jeito que ele quiser. Sem contar, que cada um tem sua personalidade e individualidade.

      Amigos, gostaria de uma explicação, na verdade algumas explicações. Quando o Seu Tranca utiliza o termo “trono” ele está se referindo exatamente ao que? Eu tenho um palpite, mas gostaria de ouvir a opinião de vocês.

      @Peterson: Tronos são a nomenclatura utilizada dentro da Umbanda Sagrada para referenciar as 7 emanações do Criador. São eles Trono da Fé, do Amor, Conhecimento, Justiça, Lei, Evolução e Geração. Cada Trono possui polaridades positivas e negativas, que são representadas na Umbanda pelos Orixás, mas também são representados por diversas divindades em distintas culturas. Ogum representa o trono da Lei, assim como Ares, Vishnu, Odin e por aí vai…

      E outra coisa. É algo que eu tenho uma certa dificuldade de compreender, mas que é conteúdo rotineiro aqui no blog. É esse conceito de verdadeira vontade, e essa ideia de espíritos ancestrais, supra-humanos, ou seja lá que nome se queira dar. Eu sempre achei que os espíritos eram criados simples e ignorantes, e que trilhavam um certo caminho, não exatamente igual, porém analógo em sua evolução, sendo submetido as provas no plano material.

      Porém, quando se fala em Orixas e Demônios da Goécia que nunca tiveram um corpo físico, mas que estão aí há muito tempo, eu me pergunto qual a verdadeira natureza desses espírito. Seriam eles seres a parte na criação que não seguem um caminho evolutivo como o nosso?

      @Peterson: Justamente. Existem diversos caminhos evolutivos que não necessitam da Encarnação como estágio. Antes mesmo de atingir a forma humana, estagiamos em outros níveis da criação, como o Mineral, Vegetal, Ígneo… É uma distorção disso que gera a ideia de que antes de sermos humanos fomos uma Samambaia ou um cachorro… Orixás são forças puras da natureza, amorfas. São seres Naturais com sua própria linha evolutiva que PODEM ou NÃO encarnar, porém, uma vez encarnados, deixam este estágio e assumem o estágio humano da evolução. Goécios são também “não nascidos”, mas desconheço a classificação dos mesmos.
      Todos seguem um caminho evolutivo, mas não necessariamente igual ao nosso.

      E como isso tudo se relaciona com o coceito de verdadeira vontade? Pois eu sempre entendi que nossa missão no planeta era específica de cada uma das nossas encarnações, mas sempre vejo o conceito de verdadeira vontade relacionado a missão que o espírito tem perante ao próprio Universo e ao Criador.

      @Peterson: Esse conceito pode variar de interpretação, mas eu creio que seja algo relacionado a essência do seu espírito e seu propósito enquanto no estágio encarnatório. Uma vez completa essa “fase”, fugimos da Samsara e avançamos para um novo estágio. Mas isso é só um palpite…

      É ai que minha cabeça dá um nó. Pois pensando em seres como os Exus, que já vi sendo chamados de agentes do karma, eu imagino se a VV deles se relaciona com ideia não só de proteger outros espíritos, como também punir aqueles que fazem o mal. E quando o Seu Tranca diz: “Uma vez exu, sempre exu.”, isso vai contra meu entendimento primário (veja bem, não estou dizendo que discordo, apenas que entendia de outra forma, e estou procurando entender essas novas ideias). Isso significaria que há espíritos não destinados a viver em planos de luz, orientando e auxiliando espiritos inferiores, mas sim trabalhar eternamente do outro lado, protegendo os “bons” ou que estão tentando melhorar, e “punindo” os “maus” ou os que fizeram besteira?

      @Peterson: Concordo com você. Meus estudos me levaram a crer que não existe estagnação de estágios, e, nesse ponto, discordo do Seu Tranca. Um Exu pode ascender nível até o ponto de avançar de Grau evolutivo, assumindo então, geralmente, a roupagem conhecida na Umbanda como a linha de Boiadeiros. Também creio que essa estagnação não se dê para espíritos em Graus de Luz, que, dependendo das suas ações, pode também cair na escala evolutiva. Ainda estou estudando sobre isso, mas até o momento minha visão é essa.

      Eu sei que é pergunta demais, mas adoraria escutar um podcast sobre isso. Desculpem o pequeno testamento! No mais, gostei muito do programa! Continuem o bom trabalho! Abraço!

      @Peterson: Obrigado pelas perguntas irmão! Se tiverem ficado ainda dúvidas pode enviar que tentarei responder dentro dos meus conhecimentos no momento.

      Axé!

      Responder
    21. Guilherme disse:
      4 de março de 2013 às 0:18

      @ inominado disse: Então como você pode condenar o trabalho alheio se você mesmo provou que não conheceu todos os trabalhos para poder julgar?!

      Como você pode duvidar da incorporação de uma entidade se você nem sabe incorporar completamente e, portanto, não tem EXPERIÊNCIA?

      GUi: Tenho meu direito de discordar e pronto. E não é só eu, mas vários “pais de santos” com mais de 50 anos de Umbanda discorda disso.

      Essa moça não incorpora completamente, seria semi-inconsciente.

      @inominado: Você não conhece todos os terreiros e linhas no país, só os de Fortaleza. Em Codó tem um a cada esquina, imagine no resto do país! Como pode então julgar o trabalho alheio?!

      Trata o Marcelo Del Debbio e o Matta como únicos especialistas no assunto, mas, como eu já lhe disse, eles não são unanimidade nem em umbanda, nem em magia, tampouco em ocultismo. Opinião deles frente a centenas de pais-de-santo, muitos dos quais não são conhecidos e que podem saber mais efetivamente de alguma coisa que os “famosos”.

      Gui: Como eu disse, posso discordar como qualquer assunto sobre ocultismo, magia etc. E o que eu julgo é a besteira que fazem em nome da Umbanda. Mas cada um está no seu agrupamento evolutivo.

      Da mesma forma que Nosso amigo Peterson segue o Rubens posso seguir o Matta. Questao de afinidades.

      @inominado: Se tu não tem com o quê contribuir ou alguma discordância com base em sensatez, melhor ficar calado. Te ajudaria mais.

      GUi: Posso ter errado em dizer que poderia ser um zombeteiro, então peço desculpas a todos. Mas discordo que possa ser o Tranca Rua. Pode ser outro guia simpático dela.

      @Peterson: Existem BILHÕES de Tranca Ruas. Só eu conheço uns 5 no mínimo… Semi-consciência não é sinal de mediunidade fraca, isso é mais uma das ignorâncias de sacerdotes sem estudo. A inconsciência é rara na Umbanda, isso é comum quando se fala de Orixá e culto de nação. O médium pode até não lembrar do que houve, mas a incorporação é basicamente uma junção de 70% entidade e 30% médium.

      Mas provavelmente você vai dizer que isso é coisa da “Nova Umbanda”, e que só a Umbanda antiga presta e blablabla… E como você é só um pseudo estudante perdido, que não incorpora e não se desenvolve, vai ficar achando que está certo, e deixando os guias que lhe acompanham cada vez mais desesperados, e os kiumbas que lhe afastam do caminho cada vez mais felizes…

      “Os escravos hão de servir.” – AL II 58

      E chega de teatro nas minhas postagens. Se quiser causar, crie seu próprio blog.

      Saravá!

      Responder
    22. Almeida disse:
      4 de março de 2013 às 14:34

      Senhores, me parece que o site esta fora do ar.

      Nao consigo acesso ao mesmo e também não consigo ouvir o podcast.

      @Peterson: Nosso servidor está com uma instabilidade. Acredito que até o final do dia já esteja solucionado.

      Responder
      • Almeida disse:
        6 de março de 2013 às 10:10

        Peterson, existe alguma maneira de falar com você sem ser por aqui?

        Tenho algumas duvidas e não encontrei ninguem que possa tira-las de maneira explicativa.

        É um assunto um tanto quanto pessoal, por isso gostaria de poder falar contigo por e-mail, acreidito que você possa elucidar essa minha duvida para que eu possa continuar crescendo espiritualmente.

        @Peterson: Claro irmão, pode enviar um e-mail para [email protected]. Esse e-mail também é o messenger e gtalk, ou pode me procurar no facebook com ele tb.

        Axé!

        Responder
    23. Guilherme disse:
      6 de março de 2013 às 0:39

      @Peterson: Existem BILHÕES de Tranca Ruas. Só eu conheço uns 5 no mínimo… Semi-consciência não é sinal de mediunidade fraca, isso é mais uma das ignorâncias de sacerdotes sem estudo. A inconsciência é rara na Umbanda, isso é comum quando se fala de Orixá e culto de nação. O médium pode até não lembrar do que houve, mas a incorporação é basicamente uma junção de 70% entidade e 30% médium.

      Mas provavelmente você vai dizer que isso é coisa da “Nova Umbanda”, e que só a Umbanda antiga presta e blablabla… E como você é só um pseudo estudante perdido, que não incorpora e não se desenvolve, vai ficar achando que está certo, e deixando os guias que lhe acompanham cada vez mais desesperados, e os kiumbas que lhe afastam do caminho cada vez mais felizes…

      “Os escravos hão de servir.” – AL II 58

      E chega de teatro nas minhas postagens. Se quiser causar, crie seu próprio blog.
      Saravá!

      Gui: Sr. Peterson, tu deves ter calma em expressar algo que eu não disse. Quando me referi sobre sobre que a Moça que era semi-consciente, etc. não era dizendo que era sinal de mediunidade fraca. E sim que era igual a minha quando eu incorporava. Pois o colega que debato, duvida dizendo que eu não sei “incorporavar’ todo, etc. Então disse que ela também era da mesma forma. Só isso.

      Se me lembro, Matta afirma também que o inconsciente é difícil hoje em dia e é uma modalidade inferior. Pois as vezes o médium seria totalmente passivo. E ainda estaria evoluindo, etc.

      Não foge de sua visão.

      Também já observei nos médiuns aqui onde moro que a modalidade inconsciente é raro, e que a maioria, são fracos em estudos e conhecimentos mágico, esotéricos e espíritas.
      E sempre foram” pegados” de supetão sem precisar desenvolver e andar em terreiros.

      Concordocom vc essa parte e não se precipite falando isso de mim. Pergunte ao Elton que ele sabe minha história.

      Saravá a sua Banda.Paz…

      Responder
    24. Mazzarin disse:
      14 de março de 2013 às 14:59

      Esse foi uns dos melhores e pioneiros podcast que ouvi, pioneiro no sentido de trazer para o mundo créu a voz do seu Exu, coisa que somente visitando um centro vc conseguiria. Creio que isso possa ajudar a mover algumas pessoas que sempre pensam em ir atras, mas tem medo do que iriam encontrar. Se for possivel e se o sr. Exu puder contar, gostaria que fosse contada a verdadeira historia do LUCIFER, pois talvez isso ajude a desmistificar muita coisa dita sobre ele, e quem sabe, possamos vibrar para esse irmão da maneira correta para ele conhecer o verdade caminho de DEUS. Agradeço muito por vcs fazerem e disponibilizarem um podcast como este.

      Abraços fraternos.

      Responder
    25. Pedro disse:
      24 de abril de 2013 às 22:41

      Oi, muito interessante o programa com o Seu Tranca, gostei muito ja estou escutando os outros programas da radio Toques de Aruanda.
      Estou muito interessado em conhecer um terreiro de umbanda, contudo, nao conheço nenhum e nao tenho ninguem que possa me indicar algum. Assim, gostaria de saber se vc pode me indicar algum terreiro de umbanda serio em Brasilia.

      Obrigado.

      Responder
    26. eristodemos disse:
      21 de agosto de 2013 às 13:22

      o álcool abre algum meio específico de incorporação ou semiconsciência? quando ocorre “incorporação” qual o sintoma físico, quais chacras se alteram, como posso manter a consciencia?
      alguma indicação de bibliografia específica de incorporação?

      abraço!

      @Peterson: Em certos trabalhos e ocasiões, principalmente nos trabalhos de esquerda, o álcool pode auxiliar na incorporação e dispersão de cargas energéticas do médium, mas não há relação com consciência ou não.
      Os sintomas físicos variam de médium e de linha de trabalho, há casos de taquicardia, sensação de calor, pressão na cabeça… Se você tiver sensibilidade, vai sentir principalmente a alteração no seu campo energético devido a aproximação da entidade.
      Chakras variam também de linha para linha, mas geralmente sentimos uma ativação no básico e no cardíaco. A consciência também varia de médium para médium, mas o normal é no início ficarmos extremamente conscientes, dando a impressão de nem estar incorporado.

      Sobre bibliografia, existem diversos relatos e alguns livros, mas nada substitui a experiência prática.

      Axé!

      Responder
    27. Souza disse:
      26 de setembro de 2014 às 17:49

      Interessantíssimo, vou ouvir todos os podcasts da turma agora. Obrigado pela disponibilização.

      Responder
    28. Costa disse:
      27 de setembro de 2014 às 7:19

      Se liguem no meu relato.

      Baixei o podcast e coloquei no ipod. Comecei a ouvir por volta das 1h no quarto sozinho deitado na cama. Super legal e bem humorada. Nenhum problema até então. Sentia que poderia dormir tranquilamente a qualquer momento, e que estar recebendo aquelas informações que envolvia realidades astrais algumas vezes pra pior logo antes de dormir em nada afetaria meu sono. Mas ocorre que lá pelos 30 min. finais eu já estou um pouco cambaleante na vigília, então, com fone de ouvido, aquela voz do Tranca Rua em pleno silêncio no quarto, coloca-me em um leve estado de hipnose. Daí que acaba a entrevista e eu tiro fone, programo o despertador para daqui a 8h e fecho os olhos. Existe uma resistência do meu corpo para desligar-se totalmente. Ele passa a recobrar a consciência tão logo adormece. E assim, sem razão aparente, me vejo acordando e dormindo a cada 2 min. Tenho nesses intervalos reflexões profundas sobre a composição da realidade e ligeira paranoia quanto a natureza da existência – o que já me ocorreu por volta de 10 vezes nos últimos 2-3 anos quando deixei os estudos de espiritismo e passei a estudar filosofia (à época do espiritismo esses momentos de estranheza se davam em viagens astrais e coisas do gênero). Pois bem, depois de 1h de tensão física e algum mal-estar, meu corpo adormece, mas mantenho consciência da realidade e penso como penso agora, totalmente lúcido. Sinto-me cada vez mais sobrecarregado e penso em coisas que não quero pensar como em Exus. Simultaneamente a isso, mantenho meu sarcasmo ao me acusar tão previsível e também despreparado. Minhas energias a essa altura são negativas. Não vejo nada, são só sensações, mas até ouço algumas coisas ininteligíveis, não são assustadoras em si, mas a sensação de que é algo que vem de fora de mim me deixa incomodado. Repentinamente me vejo rezando “o pai nosso” (o que nunca mais fiz desde os 14 anos), me sinto estúpido e robótico. Não surte efeito nenhum. Sei que preciso virar o jogo. Uso então meu trunfo (nota: desde que me entendo por gente, apesar do meu ceticismo, tenho sensações muito particulares ao elevar meu pensamento às coisas boas, sensações indizíveis, mas que tentando colocar em palavras, se assemelharia a um formigamento espiritual, ou, se preferir… um arrepio da alma. Continuando… na minha situação já agoniante, elevo meu pensamento na tentativa de afastar o que me comprime. Não funciona muito bem de início, e eu me sinto completamente domado pela negatividade. Até que, não me recordo com detalhes o que acontece, mas já retomando a lucidez em 100% surge o tal formigamento espiritual, crescente, até a plenitude rara e intensa deste fenômeno que é a melhor coisa que me acontece. Dura por volta de 1min30s, após isso, como sempre acontece depois de tamanha intensidade, basta qualquer pensamento minimamente bom e meu corpo – de maneira mais conceitual, minha alma – se estremece todo, em condição de leveza. Daí que eu desperto. Agradeço a quem me ajudou a sair dessa enrascada. Já amanheceu, então penso que o despertador irá tocar em breve. Mas quando o pego, ainda são 5h, isto é, dormi 3h e estou completamente novo. Tentei até dormir de novo, mas não consegui, minha mente está tão ativa que até 2h depois, posso escrever esse relato celeremente. Detalhe extremamente importante: durmo de 10h-15h por dia (ter colocado o despertador pra tocar depois de 8h é um esforço pra vencer o vício do sono). Detalhe 2: a única vez que dormi 3h sem conseguir voltar a dormir foi quando no dia anterior dormi mais de 20h e subsequente a isso fiquei 4h acordado – respeitando o relógio biológico fui levado a sono, e então acordei 3h depois, neste caso, sem disposição pra nada pelo resto do dia. Detalhe/curiosidade: Sol e Lua em Peixes – só pra agregar a uma perspectiva astrológica. Ao meu ver, é o único fio de razão de todas as experiências que já tive (muitas e diversas!), já que, tenho tendências céticas e até niilistas quanto a tais coisas.

      Desculpem pelo tamanho. Se alguém ler isso um dia, sinta-se livre para perguntar ou opinar.

      Responder

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