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    O Ato Principal na Magia

    deldebbio | 23 de novembro de 2016

    aleister-crowley-magia
    Texto original de IAO131
    Tradução Mago Implacável

    A Vontade é o movimento dinâmico do Ser, e este Ser tem “não tens direito senão fazer a tua vontade”.(AL I: 42). A maioria de nós vive em um estado de escuridão: ignoramos quem realmente somos e não estamos em contato com a nossa Vontade. Golpeados por pensamentos, emoções e circunstâncias, podemos ser como um barco à deriva, sem um rumo no mar. Na verdade, somos todos assim até certo ponto, em alguns momento mais do que em outros, mas, indubitavelmente todos nós estivemos “vagando na escuridão”, como é dito na cerimônia de iniciação de Neófito da Golden Dawn.

    Embora nem todos os indivíduos sejam chamados ao Caminho de empenho a fazer a sua Vontade, há aqueles de nós – provavelmente incluindo você se você está tendo tempo para ler isto – que percebe que há algo mais na vida do que simplesmente ser uma vítima das circunstâncias, de simplesmente comer, trabalhar, dormir, e depois morrer. Há um propósito maior à espera, uma maneira mais plena de viver: existe a possibilidade da Luz.

    Magia é a Ciência e Arte de causar Mudanças em conformidade com Vontade. Isto significa que Magia é essencialmente a ciência e a arte da Vida. Aqueles de nós que são chamados ao Caminho nos engajamos com alguma forma de Magia, a fim de tentar encontrar a Luz da Vontade, seja por meio da meditação, ritual, ou qualquer outra coisa. Ninguém iria se envolver em nenhuma forma de Magia se não acreditasse na possibilidade de melhorar a si mesmo e sua vida; o próprio ato implica um desejo consciente de mudar. Como percebemos a possibilidade da Luz e não queremos viver na escuridão, a forma mais básica de Magia envolve alterar a nossa forma de agir no mundo, tentando tornar-se mais consciente e intencional na maneira como nos relacionamos com as circunstâncias. Ou seja, nós não queremos apenas tropeçar pelo mundo através da escuridão; queremos a luz e a liberdade da intenção consciente. Isso envolve, de uma forma ou de outra, a disciplina de não reagir às coisas de formas típicas, condicionadas e habituais. Nós – por exemplo – tentamos comer melhor, pensar de maneiras diferentes e originais, não nos deixar levar pelas emoções arbitrárias e não seguir todos os caprichos e desejos que nos atravessam. Fazemos essas coisas quando nos lembramos de fazê-las, e nós falhamos quando nos esquecemos de nós mesmos e do nosso Caminho.

    Este é, então, o ato primário da Magia: lembrar. Se você não se lembra de fazer alguma coisa, você não irá fazê-lo, independentemente de você ter a força e a habilidade para realizá-la ou não. Por exemplo, se você está tentando não insultar as pessoas por raiva, há duas possibilidades: ou você vai esquecer e, com raiva, insultar alguém novamente ou você vai se sentir irritado e vai se lembrar do seu Caminho. Só aí a possibilidade de mudança se abre para você. Sua disciplina permite a possibilidade de escolha: sem se lembrar, você simplesmente reage da forma habitual. Lembrar é a possibilidade da liberdade, e o esquecimento é se resignar à escravidão.

    A coisa mais importante a se lembrar é de quem você realmente é. Então, quem é você realmente? Você não é o material físico do seu corpo, os pensamentos que passam por sua mente, as emoções que se acumulam ou seus desejos. Você não é sua personalidade ou sua carreira ou seus bens. Na linguagem do Hermetismo, não se é os quatro Elementos: você é Espírito. Você é a própria Luz da consciência, o “Khabs” ou estrela, e todo os aspectos da experiência são apenas “a dança do Véu da Vida sobre a Face do Espírito” (Liber XV). Na verdade, você é para além da consciência. A consciência é simplesmente o veículo da expressão daquilo que você realmente é: Ilimitado. Chame-o de infinito, Deus, Dharmakaya, o Absoluto, True Self (Eu Verdadeiro), Atman, a Verdade ou qualquer outra coisa que você gosta, mas isso é, em última análise, o que somos. Isto é o que todo místico, iogue e Buda que já viveu tentou expressar e também é isso o que Thelema expressa.

    De certo modo, O Livro da Lei é um texto que diz para você lembrar de quem você realmente é. Crowley escreveu: “Há muitas injunções éticas de um caráter revolucionário no Livro, mas elas são todas casos particulares do preceito geral, que é o absoluto despertar de sua Cabeça-Deus(*) e para agir com a nobreza que brota deste conhecimento. Praticamente todos os vícios nascem da falha em de fazer isso” (Confissões).

    Bem, o que O Livro da Lei tem a dizer sobre o lembrar? Há duas instâncias da palavra “lembrar” e ambas dizem essencialmente a mesma coisa: Lembre-se que você é Hadit. No segundo capítulo, onde Hadit é o orador, é dito : “Mas lembra-te, ó escolhido, de ser Eu; de seguir o amor de Nu no céu iluminado de estrelas; de olhar pelos homens, de dizer a eles esta palavra feliz.” (AL II: 76). Lembre-se de ser Eu, de ser Hadit. Você é a vontade de vida inesgotável, procriativa, a expressão de Energia através de Possibilidades, o “amor de Nu”. A partir desta perspectiva (de) Hadit, toda experiência é um sacramento, um cumprimento da união de Hadit com uma das infinitas possibilidades de Nuit. Onde estão suas pequenas brigas, seus ressentimentos e seus medos quando você se lembra de que é Hadit? “Tu falhaste? Tu lamentas? Existe medo no teu coração? Onde Eu estou estes não estão.” (AL II: 46-47).

    Ainda no segundo capítulo, o livro diz, “Lembrai todos vós que a existência é puro prazer; que todas as tristezas são nada mais que sombras; elas passam e pronto; mas existe aquilo que permanece”. (AL II: 9). Se você se lembrar de que é Hadit, você vai saber naturalmente que a existência é pura alegria: se você for Tudo(Todo), então cada Evento é o cumprimento da sua Vontade, cada Experiência é uma nova nota na música de sua arrebatadora canção de amor para Nuit . Na medida em que nos identificamos com aquelas coisas que passam e terminam, caímos novamente na escuridão, nos tornarmos sombras e a tristeza será, naturalmente, a nossa sina. Crowley escreveu: ” Pois em cada Homem sua Luz Íntima é o coração de sua Estrela. Isto é, Hadit; e o Trabalho dele é o de Identificar-se com esta Luz “(Liber Aleph).

    Este é o ato principal da Magia, o alicerce sobre o qual todos os outros atos devem basear-se: Lembre-se.

    Link original: https://iao131.com/2014/03/27/the-primary-act-of-magick/

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    8 Responses to “O Ato Principal na Magia”

    1. Mathias disse:
      23 de novembro de 2016 às 11:16

      Obrigado.

      Responder
    2. Marcos Rodrigues disse:
      23 de novembro de 2016 às 12:48

      É interessante perceber que todas as religiões, todas as ordens esotéricas e escolas iniciáticas em síntese apontam para a mesma conclusão: Você não é o Ego da mente condicionada, você é O Ser, A Presença, O Amor, A Vontade, O Eterno Presente, O Não-Tempo, Deus, O Tao, O Agora, etc…

      E a percepção disso está obscurecida pela identificação com a mente condicionada e o Ego (Falso Deus).

      Hod é um instrumento, não é o que você é, quando você se identifica com Hod, você se limita, se adultera, se mutila na integridade infinitesimal de possibilidades que é a Perene Consciência Amorosa e Integrativa.

      Assim é com cada outra faceta do todo (Malkuth, Yesod, Netzach, Tipheret, Chesed, Chockmah, Geburah e Binah).

      É atribuir a identidade a um pedaço do todo, e não ao todo.

      Gratidão MDD e todos que trabalham nessa senda de Expansão de Consciência e Reconhecimento de Quem Somos.

      Namaste

      Responder
    3. Gabriel disse:
      23 de novembro de 2016 às 15:05

      Obrigado

      Responder
    4. Lucas disse:
      24 de novembro de 2016 às 0:58

      Thank you! Tu é o cara Marcelo, e me lembra também de um outro “o cara”: aquele que ensinou; que” o que está acima, está abaixo” 33

      Responder
    5. Teófilos33+44+1 disse:
      24 de novembro de 2016 às 2:32

      Marcelo, eu tava lembrando aqui.. Na pizzaria hoje conheci um Lucas, de 16 ou 17 anos, que tem um irmão mais novo chamado Iago. nasceu dia 13/08/1999 ou 2000. Engracado é que eles tem exatamente o mesmo comportamento que eu e meu irmão tínhamos quando érams crianca/adolescente… de brigas e competicoes com um sentido “sem sentido”… As vezes tenho a sensacão de estar voltando ao tempo, e era isso que eu queria no passado, ser crianca novamente, hoje entendo que gostaria de ser crianca, para entender quem eu fui, e poder a voltar a ser crianca, pois é delas que o “Reino dos Céus” é feito…
      Será que “aqueles que dancavam foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música”? e o bacana é que os que não podiam escutar a música eram os mesmos que dancavam, e vice-versa, pois quando julgamos temos 1 dedo apontado para o julgamento e 3 para nós mesmos, seja para o “bem” (amor pelo amor), ou para o “mau” (amor pela dor). E a pergunta que eu tenho e não quer calar: Seria eu um X-men? LOL (É… a “loucura e a realidade possuem linha muito tênue)

      Responder
      • Ranlens Denck disse:
        26 de novembro de 2016 às 17:24

        “O incontestável é não admitir que quando crianças, queríamos ser adultos, para sabermos quem seríamos, e como seria ser o que seríamos, éramos movidos pelo desejo de saber o que não sabíamos, e quando crescemos e descobrimos, somos como crianças que não recebeu o doce que queria, e chora sabendo e agora sabendo ignora o que sabe querendo de novo ser criança sem saber como!!!”

        Responder
    6. Lucas Barbosa disse:
      29 de novembro de 2016 às 20:12

      Obrigado

      Responder
    7. Cassia disse:
      28 de março de 2017 às 8:37

      Esse texto foi extremamente importante para mim, que estou começando no caminho da Thelema. Já li quatro vezes, vou ler outras. Muito inspirador!

      Responder

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